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terça-feira, 30 de abril de 2013

Trabalhadores em educação de Porto Velho rejeitam proposta da Prefeitura e decidem entrar em greve

SINTERO, 30.04.13
Os trabalhadores em educação do município de Porto Velho decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, dia 06 de maio. A decisão foi tomada em assembleia da categoria realizada hoje (30/04) pela manhã, na Praça das Três Caixas D'Água.

Os trabalhadores em educação votaram pela rejeição da proposta apresentada pela Prefeitura, que consistia na destinação de R$ 300 mil por mês para pagamento do retroativo do quinquênio; alteração da forma de pagamento do auxílio transporte isentando do desconto da contrapartida os trabalhadores que ganham até R$ 800,00; criação do incentivo à educação de 6% a partir de 1º de maio; e retomada das negociações na segunda quinzena de setembro para avaliação do comportamento da arrecadação do município.

Durante a assembleia, os trabalhadores em educação manifestaram a insatisfação com a Prefeitura e alegaram existir meios e condições de se conceder um aumento real de salários e de se promover a melhoria das condições de trabalho.

A pauta de reivindicações de 2013 dos trabalhadores em educação foi apresentada à administração municipal logo no início do ano, e vinha sendo discutida com o prefeito Mauro Nazif, porém, sem muitos avanços.

Ainda durante a assembleia os trabalhadores decidiram que logo após o feriado de 1º de maio será feita uma intensa mobilização nas escolas visando conscientizar toda a categoria, os alunos e os pais, sobre os motivos da greve.

Na segunda-feira, dia 06 de maio, os trabalhadores em educação municipais voltam a se concentrar na Praça das Três Caixas D'Água a partir das 8 horas da manhã, onde decidirão sobre possíveis manifestações e pela continuidade das negociações com a Prefeitura.
http://www.cnte.org.br/index.php/566-giro-pelos-estados/ro/11877-trabalhadores-em-educacao-de-porto-velho-rejeitam-proposta-da-prefeitura-e-decidem-entrar-em-greve

 

Presidente da Fepam pede afastamento do cargo
Gabriele Gottlieb disse que se sentiu "incomodada" com as investigações da Operação Concutare
30/04/2013 18:15
A presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Gabriele Gottlieb, pediu exoneração do cargo na tarde desta terça-feira, por meio de uma carta direcionada ao Chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Segundo o documento, ela tomou a decisão por se sentir incomodada com a investigação da Operação Concutare da Polícia Federal (PF). Assume temporariamente o cargo a Procuradora Geral do Estado, Márcia Gomes.

O depoimento de um servidor da Fepam, que teve início nessa segunda-feira e teve prosseguimento na tarde desta terça na sede da superintendência da Polícia Federal (PF) em Porto Alegre é considerado central para as investigações da operação. A PF considera as informações prestadas até agora "esclarecedoras" para o entendimento dos procedimentos realizados na Fepam.

As supostas irregularidades acabaram resultando na prisão do Secretário Estadual do Meio Ambiente, Carlos Niedersberg, que presidiu a fundação até o início de abril. O secretário de Meio Ambiente de Porto Alegre Luiz Fernando Záchia também foi preso.
http://portallw.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=497588
Leia no Blog Opinião Dorotéia:
O 1º de maio dos trabalhadores será marcado pela realização de um ato público internacional na Redenção 



Protesto de professores da rede municipal de SP fecha viaduto do Chá
29/04/2013 - 18h39
Professores da rede municipal de ensino faziam uma manifestação na tarde desta segunda-feira, no centro de São Paulo. Às 17h15, manifestantes bloqueavam o viaduto do Chá em ambos os sentidos durante o protesto.

Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o protesto não causou lentidão nas vias da região. Os motoristas poderiam desviar do local do ato usando a rua Xavier de Toledo, praça Ramos de Azevedo, largo do Paissandu e avenida Ipiranga.

A Polícia Militar informou que havia 600 pessoas no local, bloqueando totalmente a via. A manifestação era pacífica e ninguém ficou ferido.

 Segundo o Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo), os trabalhadores exigem melhores condições de trabalho, aumento salarial, fim das terceirizações, realização urgente de concurso público para o quadro de apoio, entre outros.

A Folha ligou para 15 escolas, como os colégios Vianna Moog, Antonio Sant'Anna Galvão Frei e Professor Quirino Carneiro Renno. Em todos, as direções informaram que as aulas foram interrompidas hoje, mas retornam normalmente amanhã.

Na sexta-feira (27), professores da rede estadual de ensino fecharam a avenida Paulista durante greve por aumento salarial.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/04/1270644-manifestacao-de-professores-da-rede-municipal-de-sp-fecha-viaduto-do-cha.shtml
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sábado, 27 de abril de 2013

Greve mobiliza educadores e estudantes em todo o Estado

26/04/2013 11:14
A greve nacional de três dias mostrou a capacidade de mobilização dos educadores do Rio Grande do Sul. O ato público estadual, no dia 23, reuniu cerca de 5 mil professores, funcionários de escola e estudantes em Porto Alegre. No interior do estado, nos três dias da paralisação, os núcleos organizaram plenárias e passeatas para denunciar o desmonte da educação pública e para cobrar a implementação do piso salarial. No dia 24, aproximadamente 500 educadores participaram da Marcha em Brasília.

O fechamento da greve, em São Leopoldo, foi marcado pela realização de uma caminhada e de uma plenária na Câmara de Vereadores do município. A passeata pelas ruas do centro da cidade reuniu em torno de 500 educadores.
São Leopoldo
Em Carazinho, o encerramento da greve foi marcado por uma plenária com a presença de educadores, pais e alunos. Realizado na escola La Salle, o encontro discutiu a conjuntura nacional e estadual, o Acordo Coletivo Especial (ACE), piso salarial, o desmonte do ensino médio e as precárias condições de funcionamento das escolas.

Carazinho
Passeatas com boa participação da categoria, de pais e alunos também marcaram o fechamento da greve nas cidades de Pelotas e Santa Maria. Em Lagoa Vermelha, uma plenária foi realizada no último dia da paralisação.

Pelotas
Santa Maria
Lagoa Vermelha


O último dia da greve, em Porto Alegre, foi marcado pela realização de diferentes atividades. O 39º Núcleo do CPERS/Sindicato realizou um sinetaço em frente ao Palácio Piratini e uma panfletagem na esquina democrática. O 38º Núcleo optou pela realização de uma manifestação em frente ao Colégio Parobé, onde também se localiza a 1ª Coordenadoria de Educação. Educadores e estudantes pediram o afastamento do coordenador. O dia de mobilização do Núcleo foi fechado com uma vigília e uma plenária na praça da Matriz.
Porto Alegre

O 6º Núcleo do CPERS/Sindicato, com sede em Rio Grande, fechou os três dias da greve com duas plenárias, uma de avaliação e outra que discutiu a saúde dos trabalhadores em educação. Antes, no dia 24, a categoria entregou documento na Câmara Municipal e realizou uma caminhada até a prefeitura, onde um documento também foi entregue.
Rio Grande
Na área de abrangência do 34º Núcleo do CPERS/Sindicato (Guaíba), a adesão à greve foi de 80%. O dia 24 foi marcado pela realização de atividades de esclarecimento junto à comunidade escolar. Em Charqueadas teve um ato público e audiência na sede local do Ministério Público. No dia 25 foi realizada uma caminhada seguida de um ato público na Coordenadoria Regional de Educação.
Guaíba
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato, com informações dos núcleos do CPERS/Sindicato
Fotos: Divulgação/Núcleos do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3489

Enquanto Professores e Funcionários protestavam em frente à Assembleia Legislativa para receber mais de R$ 770 por mês, os Deputados votavam isto: [...] Por unanimidade, foi aprovado o PL 54 2013, do governo estadual, que fixa em R$ 25.323,51, a partir de 1º de janeiro do próximo ano, e em R$ 27.919,16, a partir de 1º de janeiro de 2015, o "subsídio" mensal do procurador-geral do Estado e dos procuradores do Estado da classe superior, estabelecido na Lei Estadual 13.326, de 21 de dezembro de 2009. [...] http://www2.al.rs.gov.br/noticias/ExibeNoticia/tabid/5374/IdMateria/282380/language/pt-BR/Default.aspxhospedagem sites
Enquanto Professores e Funcionários protestavam em frente à Assembleia Legislativa para receber mais de R$ 770 por mês, os Deputados votavam isto: [...] Por unanimidade, foi aprovado o PL 54 2013, do governo estadual, que fixa em R$ 25.323,51, a partir de 1º de janeiro do próximo ano, e em R$ 27.919,16, a partir de 1º de janeiro de 2015, o "subsídio" mensal do procurador-geral do Estado e dos procuradores do Estado da classe superior, estabelecido na Lei Estadual 13.326, de 21 de dezembro de 2009. [...] http://www2.al.rs.gov.br/noticias/ExibeNoticia/tabid/5374/IdMateria/282380/language/pt-BR/Default.aspxhospedagem sites

Enquanto Professores e Funcionários protestavam em frente à Assembleia Legislativa para receber pouco mais de R$ 770 por mês, os Deputados votavam isto:

[...] Por unanimidade, foi aprovado o  PL 54 2013, do governo estadual, que fixa em R$ 25.323,51, a partir de 1º de janeiro do próximo ano, e em R$ 27.919,16, a partir de 1º de janeiro de 2015, o "subsídio" mensal do procurador-geral do Estado e dos procuradores do Estado da classe superior, estabelecido na Lei Estadual 13.326, de 21 de dezembro de 2009.
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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Caminhada pela Rua Grande encerra greve do magistério

Aulas devem voltar ao normal hoje após três dias
Renata Strapazzon - 26/04/2013 09h24
São Leopoldo  - A greve nacional da educação pública chegou ao terceiro e último dia ontem com manifestações em São Leopoldo. Hoje, na região de cobertura
do Jornal VS (São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Esteio, Portão e Capela de Santana) o dia deve ser de retorno à sala de aula nas 33 de 60 escolas estaduais que pararam as atividades parcial ou completamente.

Convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a paralisação contou com a adesão de 22 estados, segundo a entidade. A principal reivindicação da categoria é a implementação da lei do piso salarial nacional. O último dia de manifestos foi reservado às plenárias regionais. Em São Leopoldo, ontem a tarde, pais, alunos e professores dos municípios representados pelo 14.º Núcleo do Cpers/Sindicato fizeram uma caminhada pela Rua Independência a partir da Câmara de Vereadores.


“A adesão dos professores, que na nossa região de cobertura representou cerca de 80%, demonstra que a categoria está insatisfeita com os baixos salários e já cansada de esperar por algo que é garantido por lei”, afirma o diretor do 14º Núcleo/Cpers, Siden do Amaral.
http://www.jornalvs.com.br/sao-keopoldo/451085/caminhada-pela-rua-grande-encerra-greve-do-magisterio.html

 

Em greve, professores fecham principal avenida de São Paulo
Bruno Bocchini, Agência Brasil - 26/04/2013 - 16h00
São Paulo – Os professores da rede pública do estado de São Paulo fecharam as seis pistas da Avenida Paulista, no centro de São Paulo. Eles estão em greve, e fizeram manifestação por aumento de salário. A polícia não calculou a quantidade de pessoas presentes.

Os professores fazem assembleia para decidir sobre a manutenção da greve iniciada na última sexta-feira (19). A categoria reivindica reposição salarial de 36,74%. A Secretaria Estadual da Educação oferece reajuste de 8,1%. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo diz que o aumento proposto pelo governo significa, na prática, reajuste de 2%, após desconto da inflação.

Segundo o sindicato dos professores, a adesão ao movimento é de 40% dos trabalhadores.
[...]
Edição: Beto Coura
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil.
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-26/em-greve-professores-fecham-principal-avenida-de-sao-paulo

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Após três dias, greve dos professores estaduais chega ao fim nesta quinta

Da Redação - 25/04/13 | 19:21
Assembleia Regional do 14º Núcleo em São Leopoldo. Por Joana Flávia Scherer
Após três dias de paralisação, que incluíram a marcha que reuniu diversos sindicatos em Brasília, os professores estaduais encerram a greve da categoria nesta quinta-feira (25). No Rio Grande do Sul, o percentual de escolas que aderiram à greve chegou a 80%, segundo o CPERS/Sindicato.
[...]
Passeata do 14º Núcleo em São Leopoldo. Por Joana Flávia Scherer

Na tarde de hoje, novas atividades relacionadas à paralisação tiveram espaço em Porto Alegre e no interior do estado. Às 16h, o 38° núcleo do sindicato realizou plenária na Praça da Matriz. Maira Farias, secretária-geral do CPERS, esteve presente no ato e, no seu pronunciamento, repassou os acontecimentos da mobilização de quarta-feira (24) em Brasília. Segundo ela, a “tumultuada” reunião de professores com representantes do governo federal mostrou que “o descaso com a educação não é apenas do governo Tarso, mas também do governo Dilma”. A secretária-geral também afirmou que o número de escolas em greve se manteve durante a quinta-feira. “Não houve decréscimo”, conta.
Passeata do 14º Núcleo em São Leopoldo. Por Joana Flávia Scherer
Informações da central sindical CSP-Conlutas mostram que os estados que compareceram em maior número na marcha nacional foram Rio Grande do Sul e São Paulo. Segundo Maira, mais de 500 professores gaúchos viajaram a Brasília. A greve dos professores estaduais teve como reivindicações o pagamento do piso da categoria e melhorias objetivas nas instalações das escolas. Na última terça-feira (23), mais de quatro mil professores caminharam pelo Centro de Porto Alegre na marcha que abriu os três dias de greve.
http://www.sul21.com.br/jornal/2013/04/apos-tres-dias-greve-dos-professores-estaduais-chega-ao-fim-nesta-quinta-feira/

Aluno pode ter misturado cacos de vidro à merenda de escola em Sapucaia
Polícia acredita que incidente pode ter sido gerado por uma brincadeira 
25/04/2013 18:46
A Polícia Civil de Sapucaia do Sul suspeita que um aluno seja o responsável por misturar cacos de vidro à merenda de cinco colegas na Escola Estadual de Ensino Fundamental Olaria Daudt, durante a refeição, no fim da manhã desta quinta-feira.

De acordo com o delegado Daniel de Oliveira Ordahi, na análise preliminar da perícia na panela do feijão servido às crianças, não foi encontrado nenhum objeto cortante. Além disso, ele frisou que a dispensa onde os alimentos são guardados é fechada a cadeado e que o acesso à cozinha não é liberado às crianças. “Não foi na preparação da comida, o vidro pode ter sido colocado depois, já no prato”, explica.

O policial destacou ainda que no pátio da escola há centenas de cacos de vidro espalhados, em razão de vidraças quebradas em meio a jogos de futebol. Em depoimento à Polícia, a diretora e a professora afirmaram que é comum as crianças colocarem folhas, chiclete e outros objetos dentro dos pratos dos colegas, de brincadeira. As crianças que foram vítimas do suposto trote serão ouvidas nesta sexta.

O delegado ressaltou que trabalha para identificar o autor da brincadeira para que possa alertar a ele da gravidade do caso. “Provavelmente se foi uma criança de 10 ou 11 anos, não sabe das consequências do ato”, explica. Os laudos periciais ainda são aguardados para comprovar se realmente não havia objeto cortante também na panela de feijão.

As aulas na escola foram suspensas durante a tarde, mas serão retomadas nesta sexta. Conforme a coordenadora regional da 27ª Região de Ensino, Lucia Barcelos, o caso ocorreu quando a turma do 4ª ano fazia a refeição. Segundo ela, assim que as professoras foram alertadas pelos alunos, foi suspensa a distribuição do alimento.

As crianças de 10 e 11 anos foram levadas a um posto de saúde próximo à escola e encaminhados ao hospital Getúlio Vargas, onde passaram por exames e foram liberadas.
http://portallw.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=497264
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quarta-feira, 24 de abril de 2013

GREVE- balanço na região do 14º Núcleo CPERS/Sindicato

24.04.13
Escolas da região do 14º Núcleo do CPERS/Sindicato permaneceram fechadas nesta terça-feira 23, primeiro dos três dias de greve organizados pelo CPERS/Sindicato para cobrar do governo Tarso a implementação da lei do piso e para exigir melhorias na infraestrutura das escolas. A adesão na região chegou à casa dos 80%.

Assim, ocorreram adesões nos municípios de Novo Hamburgo, São Leopoldo, Dois Irmãos, Estância Velha, Campo Bom, Feliz, Vale Real, Portão, Sapiranga, entre tantos outros.

O 14º Núcleo teve presença marcante no Ato Público em Porto Alegre. Quatro ônibus lotados de professores e funcionários de Escola possibilitaram o deslocamento dos educadores até à capital. Outras dezenas de Trabalhadores em Educação realizaram o deslocamento até Porto Alegre via trem metropolitano.

Outrossim, o 14º Núcleo CPERS/Sindicato também está presente com sua delegação em Brasília para cobrar a implementação da lei do piso e protestará contra a retirada de direitos dos trabalhadores.

Finalmente, dia 25 – quinta-feira – 14h – Plenária Regional (para avaliação da Greve e continuidade  da mobilização) na Câmara de Vereadores de São Leopoldo. 

Após a plenária,  faremos uma Caminhada até a 2ª CRE. 
Venha participar!

DIREÇÃO DO 14 º Núcleo CPERS/Sindicato.

 

Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Manifestação em Brasília exige o cumprimento da lei do piso e se posiciona contra a retirada de direitos dos trabalhadores



Atenção:
Dia 25 – quinta-feira – 14hPlenária Regional (para avaliação da Greve e continuidade da mobilização) na Câmara de Vereadores de São Leopoldo.
Após a plenária, faremos uma Caminhada até a 2ª CRE.

Venha participar!
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terça-feira, 23 de abril de 2013

Governador Tarso foi preso simbolicamente por não cumprir a Lei do Piso

Greve: manifestação reúne milhares em Porto Alegre
Atenção: Não clique em links comerciais neste Blog. São falcatruas, pois não têm autorização do Núcleo para divulgação.
23/04/2013 17:25
Mais de quatro mil trabalhadores estaduais da educação participaram da caminhada e do ato público organizados pelo CPERS/Sindicato na tarde desta terça-feira 23, em Porto Alegre. A manifestação foi a principal atividade do primeiro dia da greve de três dias pelo cumprimento da lei do piso e contra o desmonte da educação pública no Rio Grande do Sul.
 
Segundo informações dos núcleos do sindicato, distribuídos em todas as regiões do Estado, 80% das escolas da rede estadual paralisaram as atividades neste primeiro dia.

Na manifestação desta tarde, depois de se concentrarem em frente ao sindicato, os educadores seguiram, em caminhada, em direção à praça da Matriz, passando pelas ruas Alberto Bins, Otávio Rocha, Dr. Flores, Salgado Filho, Borges de Medeiros e Jerônimo Coelho.


Com a praça da Matriz tomada pela categoria, o sindicato denunciou a reforma do ensino médio, voltada a formar mão de obra barata para o mercado de trabalho, e a aprovação automática, instituída pelo governo do Estado para mascarar os dados do ensino básico.

Outra denúncia feita pelo CPERS/Sindicato diz respeito às condições de trabalho nas escolas. É comum encontrar alunos estudando em escolas sem energia elétrica e abastecimento d’água ou ver professores e funcionários arrastando carteiras e cadeiras para fugir das goteiras em dias de chuva.

O governo Tarso exige de bares, boates e clubes os alvarás com Plano de Proteção e Prevenção Contra Incêndios (PPCI), mas não providencia os planos para as instituições públicas. Mais da metade das escolas da rede estadual não possui PPCI.

Na praça da Matriz, o governo Tarso foi taxado de mentiroso ao fazer de conta que no Estado não existe reprovação e ao dizer que paga o piso quando isso se dá através de um completivo salarial. O Rio Grande do Sul está sendo gerenciado por um projeto que não garante a qualidade do ensino para os filhos dos trabalhadores.

O ato público foi encerrado com a prisão simbólica do governador Tarso Genro, que se nega a cumprir uma lei por ele assinada enquanto ministro da Justiça.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Fotos: André Ávila
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3482



Professores iniciam greve nacional para cobrar o cumprimento do piso e outras reivindicações 
23.04.13 - 17:53
Professores da rede pública de todo o País iniciaram nesta terça-feira uma greve nacional de três dias para cobrar o cumprimento da Lei do Piso, sancionada há quase cinco anos e que ainda não é cumprida por boa parte dos Estados e municípios. Levantamento feito pelo Terra com base em dados fornecidos pelas secretarias da educação e pelos sindicatos aponta que 10 Estados pagam abaixo de 1.567,00 para um docente com jornada de 40 horas semanais.

A pior situação é verificada no Rio Grande do Sul, onde um professor com o ensino médio ganha míseros R$ 977,05 como vencimento básico. 

[...]
Situação semelhante enfrentam o Paraná, Goiás, Rondônia, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Piauí, Sergipe e Maranhão, que também precisam reajustar os salários do magistério para se adequar à lei.

Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, estima uma grande mobilização até quinta-feira para fazer cumpri a lei. "Precisamos fazer uma grande mobilização para que a lei seja cumprida, temos que brigar, ir para a rua, para cobrar por algo que foi aprovada por unanimidade no Congresso há cinco anos. Isso é uma vergonha, precisamos começar a valorizar os profissionais da educação", disse ao Terra.

Leão estima que a paralisação pode resultar em greve por tempo indeterminado em alguns cidades e Estados, já que os professores farão assembleia até quinta-feira para definir os rumos da mobilização. Em São Paulo, a greve já teve início na segunda-feira e além de reajuste salarial, os professores cobram o cumprimento de um terço da jornada de trabalho para atividades extraclasse - como preparação de atividades e correção de provas, outro ponto definido pela Lei do Piso.​

Em São Paulo, um professor das séries iniciais do ensino fundamental ganha R$ 1.803,92 como vencimento básico, valor acima do piso, mas que segundo os professores ainda é muito baixo. Para o presidente da CNTE, com salários mais atrativos na iniciativa privada, os jovens não se interessam pelo magistério. Ele estima que faltam hoje no Brasil cerca de 300 mil docentes na educação básica pública. "Isso é resultado da política de desvalorização da profissão. Sem perspectiva de carreira promissora, o jovem se afastou do magistério."

Além do piso, a mobilização vai cobrar a aprovação da emenda que destina 100% dos royalties do petróleo para a educação, a aprovação do Plano Nacional da Educação (PNE), que tramita no Congresso Nacional, a valorização dos funcionários das escolas e mudanças na avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

A paralisação de três dias tem início com uma série de atividades promovidas pelos sindicatos estaduais e municipais. No Rio Grande do Sul, por exemplo, os professores agendaram uma passeada da sede do sindicato, na avenida Alberto Bins, até o palácio do governo estadual no começo da tarde para pressionar o governador Tarso Genro (PT) a cumprir com a Lei do Piso. Na quarta-feira haverá uma grande mobilização em Brasília, com a presença de professores de todo o Brasil em uma marcha pela educação e reuniões com parlamentares e governantes. Na quinta-feira ainda estão previstas assembleias dos sindicatos.

(TERRA - SP)
http://cnte.org.br/index.php/comunicacao/clipping/cnte-informa/11827-professores-iniciam-greve-nacional-para-cobrar-o-cumprimento-do-piso-e-outras-reivindicacoes

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Cpers promove três dias de greve nas escolas gaúchas

Jornal do Comércio - 23/04/2013
Professores e funcionários das escolas da rede estadual gaúcha paralisam as atividades de hoje até quinta-feira para cobrar o pagamento do piso salarial nacional para o magistério. Segundo o Cpers/Sindicato, a greve faz parte de uma programação nacional de “luta dos educadores”, apoiada pela Central Única dos Trabalhadores e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. A Secretaria Estadual da Educação (Seduc) pede que pais levem os filhos para as instituições de ensino normalmente.

Para hoje, o sindicato dos professores programa um ato público com concentração em frente à sede do Cpers/Sindicato (avenida Alberto Bins, 480), em Porto Alegre, às 13h. Após, os manifestantes devem se deslocar até a Praça da Matriz, também no Centro da Capital, onde pretendem fazer um ato público por melhores condições de infraestrutura para as 2.574 escolas gaúchas. Conforme pesquisa do Cpers, mais da metade das instituições da rede pública estadual não possui Plano de Proteção e Prevenção Contra Incêndio (PPCI).

Amanhã, em Brasília, ocorre a marcha nacional dos professores brasileiros para pedir o piso nacional e a aplicação de 100% dos royalties do petróleo para a educação. Do Estado sairão dez ônibus com manifestantes. Está marcada para as 14h uma audiência entre representantes do Cpers e do Ministério da Educação. Na quinta-feira, as atividades dos grevistas serão organizadas pelos 42 núcleos da entidade, distribuídos pelo Estado.
[..]
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=122185
 





Boa Viagem, Colegas!
Por Joana Flávia Scherer
Ocorreu, na tarde desta segunda-feira, o embarque da comitiva do 14º Núcleo rumo à Brasília. Este grupo de Professores e Funcionários de Escolas - representantes dos Vales do Sinos, Caí e Paranhana - irá participar da Marcha da Educação que acontecerá na quarta, 24, partindo da Catedral às 10 horas, passando pela Esplanada dos Ministérios e pelo Palácio da Alvorada, chegando à Câmara dos Deputados onde haverá um grande Ato Público reunindo Educadores de todos os Estados brasileiros. Às 14 horas, em audiência no Ministério da Educação, eles entregarão a pauta de reivindicações do Magistério Público em relação à Lei do Piso, infraestrutura das escolas, concursos, 10% do PIB e 100% dos royalties do pré-sal, ...
Boa Viagem e Boa Luta, Companheir@s!
Delegação do 22º Núcleo (Gravataí) indo para Brasília.
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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Professores estaduais do RS fazem paralisação de 3 dias a partir de terça

Objetivo é cobrar pagamento do piso nacional e pedir melhorias em escolas.
22/04/2013 21h59
Professores e funcionários da rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul iniciam uma paralisação de três dias a partir desta terça-feira (23). Segundo o Centro dos Professores do Estado (Cpers-Sindicato), a mobilização é para cobrar o pagamento do piso nacional do magistério e pedir melhoria na infraestrutura das escolas.

A categoria realiza um ato público na terça-feira (23) em Porto Alegre. A concentração começa às 13h no centro da cidade e a marcha vai até a Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini, sede do governo gaúcho. Nos dias 24 e 25, as atividades serão realizadas pelos 42 núcleos da entidade, distribuídos em todas as regiões do Estado, diz o Cpers.
[...]
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/04/professores-estaduais-do-rs-fazem-paralisacao-de-3-dias-partir-de-terca.html





Greve Nacional

·Pelo Piso Salarial para Professores e Funcionários

· Contra o Desmonte da Educação Pública Promovido por Tarso e Dilma
  • Dia 23 – terça-feira – 13h – Ato Público Estadual – Concentração no CPERS
(Rua Alberto Bins 480 POA)

 Saída dos ônibus:
  • NH: 12h15min – Fundos do Colégio 25 de Junho
  • SL: 12h30min – Frente da Escola Pedrinho
Confirmar lugar no ônibus até o dia  22/04/2013 às 17h
 Fone: 3592 4968                      FAX: 35913856

OBS.: Para outras cidades há possibilidade de saída de ônibus ou van (entrar em contato com o 14º Núcleo).
 
  • Dia 24 – quarta-feira – Marcha em Brasília, Audiência no Ministério da Educação.

  • Dia 25 – quinta-feira – 14hPlenária Regional (para avaliação da Greve e continuidade da mobilização) na Câmara de Vereadores de São Leopoldo, após a plenária, faremos uma Caminhada até a 2ª CRE.

Venha participar!
Por Joana.



Professores ligados aos Cpers paralisam as atividades nesta terça-feira

Mobilização deve durar até quinta e pede o pagamento do piso nacional
22/04/2013 13:51
Na reivindicação pelo pagamento do piso nacional do magistério, o Cpers/Sindicato dará início nesta terça-feira a uma paralisação na rede pública estadual de educação. O movimento deverá durar até quinta-feira com diversos atos e protestos.

A orientação da entidade é para que professores e funcionários das instituições de ensino ingressem na mobilização, que integra a 14ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Entre as reivindicações estão a destinação de 100% dos royalties do petróleo e de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação.

Em Porto Alegre, a partir das 13h desta terça-feira está prevista concentração na frente da sede do Cpers/Sindicato, no Centro. Os professores e funcionários das escolas deverão sair em caminhada até a Praça da Matriz. De acordo com a presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, a insatisfação é muito grande na categoria em função de o governo não cumprir com o pagamento do piso nacional do magistério. Ela denuncia ainda o desmonte na educação promovido pelo governo. A sindicalista pediu ainda a compreensão dos pais e alunos. Além da questão salarial, o Cpers/Sindicato quer trazer à tona as dificuldades enfrentadas com a falta de condições estruturais das escolas.

Escolas sem PPCI
Um dado alarmante é que mais da metade das instituições funciona sem o Plano de Proteção e Prevenção Contra Incêndio (PPCI). Na quarta-feira, a mobilização segue, mas desta vez com reuniões em Brasília. Às 14h, um grupo de integrantes do movimento nacional será recebido no Ministério da Educação. Além disso, estão previstos atos na Câmara dos Deputados e nas assembleias legislativas, Câmaras Municipais e sedes de governo pelo país.
[...]
http://portallw.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=497026

Precatório: Verdade ou Ilusão?
CARLA DIAS* - 22.04.13
Sou descendente de família portuguesa. Devido às condições desfavoráveis em Portugal, meu avô, em uma atitude arrojada, arregaçou as mangas e veio para o Brasil.

A vida não lhe foi fácil, mas junto a sua Maximina foram para a Ilha dos Marinheiros onde trabalhavam na lavoura e na produção artesanal de um fermentado conhecido como Jurupiga.

Mudando-se para a cidade de Rio Grande, minha vó, apesar de analfabeta, foi sábia e de muita raça. De uma de minhas tias ouvia sempre: “Mamãe era o cérebro, Papai era o trabalho.” E com muita convicção, concluíram que os filhos precisavam de estudo, sendo a maior herança que lhes deixariam. Montaram, então, um pequeno restaurante junto ao cais do porto. Assim formaram meu pai advogado, outro funcionário da Viação Férrea e a filha PROFESSORA de Filosofia.

De tudo isso que narrei, o caro leitor deve estar se perguntando: “ E o que tem os precatórios a ver com isso?“

Tem e muito. Meu avô sempre usou grandes bigodes, num tempo em que as palavras realmente valiam cada fio que se tinha nele e o seu poder representava o caráter de um homem, uma vez proferida a promessa a ela não se voltava atrás!

Mesmo de bigodes, o Sr. Tarso Genro, governador do RS, alardeia na mídia que está pagando os precatórios, mostrando uma senhora de 107 anos que até a casa vai reformar e tratar-se da coluna.

Tenho, senhor governador, 50 anos e há duas semanas fui internada de urgência por conta de uma trombose na artéria femural direita. Foi aí que vi como é fácil estar viva e de um momento para outro a vela da vida simplesmente apagar-se. Desde 2005, espero, como PROFESSORA com carga horária que até o ano passado era de 60 horas, o que me é devido deste governo. Creio que só deixarei ao meu filho a sede pela verdadeira justiça.

No Brasil quase tudo tornou-se um grupo de víboras politiqueiras que só se acalmam com as benesses arbitrárias e injustas. Haja visto, uma atulhada Câmara de Deputados... um Senado com cadeiras vitalícias e, no nosso RS, uma Assembleia Legislativa inoperante e na grande maioria das vezes a serviço do governo atual, mesmo quando os concursados gritam pelos seus direitos, porém, o que me consola é que mais cedo ou mais tarde, as máscaras cairão e segundo Maximina: “a verdade fará falar os mudos! “

*CARLA DIAS é Professora com Licenciatura em História e Especialização em Educação pela UFPEL
*Artigo também publicado nos jornais Diario Popular e Zero Hora
http://www.cpers.org.br/index.php?&cd_artigo=454&menu=36


Reduzir a maioridade penal é um “atestado de falência do sistema de proteção social do país”, diz especialista
Thais Leitão, Agência Brasil - 22/04/2013 - 9h35
Brasília - Reduzir a maioridade penal é reconhecer a incapacidade do Estado brasileiro de garantir oportunidades e atendimento adequado à juventude. Para o advogado Ariel de Castro Alves, especialista em políticas de segurança pública e ex-integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), “seria um atestado de falência do sistema de proteção social do país”.

O debate sobre o tema voltou à tona nos últimos dias, após o assassinato do estudante Victor Hugo Deppman, 19 anos, durante um assalto em frente a sua casa no bairro de Belém, zona leste de São Paulo. O agressor era um adolescente de 17 anos que, dias depois, completou 18. Com isso, ele cumprirá medida socioeducativa, pois o crime foi cometido quando ainda era menor.

Além disso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, veio a Brasília na semana passada para defender alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código Penal com o objetivo de tentar coibir a participação de adolescentes em crimes. Uma das propostas é ampliar para até oito anos o período de internação do menor em conflito com a lei.

Para Ariel de Castro, membro do Movimento Nacional de Direitos Humanos, defender a diminuição da maioridade penal “no calor da emoção” não garante o combate às verdadeiras causas da violência no país. Para ele, a certeza da punição é o que inibe o criminoso, e não o tamanho da pena.

Castro alerta que uma das consequências da redução da maioridade penal seria o aumento dos crimes e da violência. “É uma medida ilusória que contribui para que tenhamos criminosos profissionais cada vez em idade mais precoce, formados nas cadeias, dentro de um sistema prisional arcaico e falido”, disse.

“No Brasil existe a certeza da impunidade, já que apenas 8% dos homicídios são esclarecidos. Precisamos de reestruturação das polícias brasileiras e melhoria na atuação e estruturação do Judiciário e não de medidas que condenem o futuro do Brasil à cadeia”, completou.

O especialista também enfatizou que o índice de reincidência no sistema prisional brasileiro, conforme dados oficiais do Ministério da Justiça, chega a 60%, o que, em sua opinião, indica “claramente” que se trata de um sistema incapaz de resolver a situação. Já no sistema de adolescentes, por mais crítico que seja, estima-se a reincidência em 30%.

“Se colocar adultos nas cadeias de um sistema falido não resolveu o problema da violência, e essas pessoas voltam a cometer crimes após ficarem livres, por que achamos que prender cada vez mais cedo será eficiente?”, questionou.

Para o diretor adjunto da organização não governamental (ONG) Conectas, que trabalha pela efetivação dos direitos humanos, Marcos Fuchs, modificar a legislação atual para colocar jovens na cadeia reforça a ideia do “encarceramento em massa” o que, em sua avaliação, não é eficiente. Ele ressalta que os jovens brasileiros figuram mais entre as vítimas da violência do que entre os autores de crimes graves.

“Os números da Fundação Casa, em São Paulo, mostram que latrocínio e homicídio representam, cada um, menos de 1% dos casos de internação de jovens para cumprimento de medida socioeducativa, sendo a maioria [dos casos de internação] por roubo e tráfico de drogas”, destacou.

“Além disso, o último Mapa da Violência indica que a questão a ser encarada do ponto de vista da política pública é a mortalidade de jovens, sobretudo, dos jovens negros, e não a autoria de crimes graves por jovens”, completou.

Segundo o último Mapa da Violência, de cada três mortos por arma de fogo, dois estão na faixa dos 15 a 29 anos. De acordo com a publicação, feita pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, os jovens representam 67,1% das vítimas de armas de fogo no país.
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http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-22/reduzir-maioridade-penal-e-um-%E2%80%9Catestado-de-falencia-do-sistema-de-protecao-social-do-pais%E2%80%9D-diz-especi

 
Governo vai entregar 16.040 ônibus escolares a municípios brasileiros
Paula Laboissière, Agência Brasil - 22/04/2013 - 11h01
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (22) que o governo federal vai comprar ainda este ano 16.040 ônibus escolares a serem distribuídos a 4 mil municípios brasileiros. Segundo ela, este mês, foram entregues unidades no interior do Ceará, do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais.

No programa semanal de rádio Café com a Presidenta, Dilma destacou que o investimento de R$ 2,7 bilhões já garantiu a compra de 13.440 ônibus escolares desde o início de seu mandato por meio do Programa Caminho da Escola. No total, os 16.040 veículos beneficiarão crianças de mais de 4 mil municípios.

“Eles permitem que milhões de crianças tenham acesso à educação, principalmente aquelas que vivem nas áreas rurais. Antes dos ônibus do Caminho da Escola, muitas dessas crianças seguiam para as salas de aula em veículos improvisados, nas garupas de bicicleta ou nas traseiras de caminhões, sem nenhuma segurança.”

A presidenta comentou ainda a entrega de máquinas e equipamentos como retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões-caçamba a municípios com até 50 mil habitantes, na tentativa de ajudar as prefeituras a manter as estradas vicinais em boas condições.

“É muito importante dar condições para que esses municípios do interior do nosso país cresçam e se desenvolvam. Assim, nós melhoramos a distribuição regional da renda e damos aos habitantes do interior do nosso país melhores e maiores oportunidades de melhorar de vida.”

Na área da saúde, Dilma falou sobre a compra de ambulâncias para expandir o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ao todo, foram adquiridas 2.180 unidades a serem distribuídas em mil municípios brasileiros.

”O governo faz muitas compras porque precisa oferecer bons serviços à população. Mas é importante que o governo use seu poder de compra para estimular as indústrias, gerar empregos e aumentar a renda dos trabalhadores aqui no Brasil.”
Edição: Juliana Andrade
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http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-22/governo-vai-entregar-26-mil-onibus-escolares-municipios-brasileiros
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

CPERS realiza três dias de greve pelo piso e contra o desmonte da educação pública

19/04/2013 11:28
Professores e Funcionários de Escola da rede estadual paralisarão as atividades nos próximos dias 23, 24 e 25 para cobrar a implementação do piso salarial e para protestar contra o desmonte da educação pública promovido pelos governos estadual e federal. A greve conta com o apoio de pais e alunos e faz parte de uma programação nacional de luta dos educadores.

No dia 23, em Porto Alegre, a categoria realiza um ato público, com concentração em frente ao CPERS/Sindicato, às 13h, e posterior deslocamento até a Praça da Matriz. Nos dias 24 e 25, as atividades serão organizadas e realizadas pelos 42 núcleos da entidade, distribuídos em todas as regiões do Estado.

O governo Tarso tem se negado a cumprir a lei do piso, assinada por ele enquanto ministro da Justiça. Tem se negado, inclusive, a cumprir a hora atividade, período destinado à preparação de aulas, elaboração e correção de trabalhos e provas etc. A hora atividade foi garantida pelo CPERS/Sindicato através de uma liminar.

Diariamente, a comunidade escolar gaúcha se reúne para protestar por melhorias na infraestrutura das escolas. É grande o número de instituições de ensino que funcionam com sérios problemas nas redes hidráulica e elétrica. A maioria das escolas não possui Plano de Proteção e Prevenção Contra Incêndio.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3479
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.



Magistério faz greve a partir desta terça-feira
Professores e funcionários da rede estadual paralisarão suas atividades em protesto 
José Augusto Borowsky - 21/04/2013 - 10h09
Os professores e funcionários das escolas estaduais do Rio Grande do Sul farão três dias de greve a partir de terça-feira,23. Em Santa Cruz do Sul, as maiores escolas deverão estar fechadas. No Vale do Rio Pardo, a mobilização é coordenada pelo 18º Núcleo do Cpers/Sindicato. A diretora Miriam Trindade afirma que, nas visitas feitas aos colégios, nos últimos dez dias, foi possível constatar o descontentamento que existe entre os professores e funcionários. “Acredito que a paralisação vai ser uma das maiores que já realizamos.” Em Santa Cruz, onde situa-se a sede do núcleo, já confirmaram adesão total as escolas Luiz Dourado, Estado de Goiás, Polivalente, Rosário, Gaspar Bartholomay, Nossa Senhora de Fátima e José Wilke. As demais devem anunciar sua posição nesta segunda-feira.

Na terça-feira, primeiro dia da greve, a categoria realizará ato público em Porto Alegre, com caminhada até o Palácio Piratini. A saída dos professores da região está prevista para as 9h30. Na quarta-feira, às 9 horas, haverá ato público na Praça Getúlio Vargas, em Santa Cruz, e caminhada até a sede da Coordenadoria Regional de Educação (CRE), na Rua Ernesto Alves.
Para quinta-feira, está prevista concentração no ginásio de esportes do Goiás, a partir das 14 horas, para avaliação da greve e definição de novas mobilizações. Em seguida, haverá palestra com o educador Emílio Gennari. “Estamos convidando os alunos, os pais e a comunidade em geral para se somarem a nossa luta, por uma educação de qualidade no Rio Grande do Sul”, frisa Miriam.

Conforme a diretora do Cpers, vários itens integram a pauta de mobilização, dentre eles o cumprimento da Lei do Piso Salarial, aprovado em 2008. Também são cobrados mais investimentos na educação e fim do sucateamento das escolas. Miriam lembra que, em Santa Cruz, existem ao menos dois exemplos da falta de investimentos, pois há dois educandários interditados.

Diálogo
Os professores e funcionários ainda se queixam do que chamam de arbitrariedades do governo Tarso Genro. Miriam destaca que já transcorreram mais de dois anos da atual administração e, até hoje, o Cpers não foi recebido em audiência. “Tudo que vem para a educação é feito por decreto, sem diálogo com a categoria.”
Dentre as medidas adotadas por decreto está a implantação do Politécnico nas escolas de ensino médio. O sistema não está agradando aos alunos, pais e professores e as reclamações têm ocorrido em todo o Estado. “Foi algo imposto, sem diálogo com a comunidade escolar, e os problemas agora estão aí”, conclui a dirigente sindical.
http://www.gaz.com.br/noticia/402707-magisterio_faz_greve_a_partir_desta_terca_feira.html


 

Em greve, professores fecham a Avenida Paulista
“Dois por cento de reajuste é vergonhoso para nós e para o estado mais rico da nação”
Daniel Mello, Agência Brasil - 19/04/2013 - 17h05
São Paulo – Em assembleia no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), cerca de 5 mil professores, conforme cálculo da Polícia Militar, decidiram hoje (19) entrar em greve. Após a decretação da greve, os professores fecharam uma das pistas da Avenida Paulista (sentido Consolação), uma das mais importantes vias da capital.

A categoria reivindica reposição salarial de 36,74%, e a Secretaria Estadual da Educação oferece reajuste de 8%. No entanto, diz o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), o aumento proposto pelo governo significa, na prática, reajuste de apenas 2%, com o desconto da inflação.

“Dois por cento de reajuste é vergonhoso para nós e para o estado mais rico da nação”, afirmou a presidente do sindicato, Maria Isabel Noronha.

Além do reajuste, os professores reivindicam o cumprimento da lei que determina que um terço da jornada de trabalho seja destinada a atividades de formação e preparação de aulas e a extensão dos direitos da categoria aos contratados temporariamente. Em nota, a Secretaria da Educação diz que cumpre a exigência de liberar os professores para as atividades extraclasse.
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http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-19/em-greve-professores-fecham-avenida-paulista

 

MEC quer alterar lei que permite que universidades federais contratem professores apenas com graduação
Mariana Tokarnia, Agência Brasil19/04/2013 - 21h34
Brasília - O Ministério da Educação (MEC) propõe alteração para a Lei 12.772/12, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal. De acordo com a lei vigente, os concursos públicos para professores das instituições federais de ensino superior devem contemplar o nível de graduação. O MEC quer dar mais autonomia para as instituições, mesmo que seja para contratar apenas mestres ou doutores.

O Artigo 8º da lei determina que o ingresso na carreira de magistério ocorra no primeiro nível da classe de professor auxiliar por concurso público e que "será exigido o diploma de curso superior em nível de graduação".

A nova redação proposta pelo MEC, como explica o secretário da Educação Superior do MEC, Paulo Speller, acrescenta nomeações distintas: profissionais com apenas a graduação ingressam como professores auxiliares, aqueles com mestrado, professor assistente e com doutorado, professor adjunto. "A mudança fundamental é que se altera a denominação que esse docente terá e precisa-se melhor que cabe à universidade a decisão se o concurso se faz exigindo a graduação, o mestrado ou o doutorado", diz.
[...]
O MEC discute a redação final da alteração com o Ministério do Planejamento. A expectativa do secretário é que na segunda-feira (22) ela seja computada e seja dado o encaminhando informatizado à Casa Civil. "Para que a lei seja alterada é necessária uma nova lei. A decisão do dispositivo [se será uma Medida Provisória ou outro] será da Casa Civil", diz. Em seguida, a mudança será encaminhada para aprovação do Congresso Nacional.

Edição: Fábio Massalli
Leia na íntegra em http://agenciabrasil.ebc.com.br/node/718853


 

Série de acidentes deixa dezenas de feridos na BR 290
Forte neblina no local é a provável causa das colisões em Eldorado do Sul
20/04/2013 14:18
Crédito: Tarsila Pereira
Uma série de acidentes na BR 290, na altura da ponte do Jacuí, em Eldorado do Sul, deixou pelo menos 36 feridos no sentindo Interior-Capital, na manhã deste sábado. A forte neblina no local é a provável causa das colisões. A primeira ocorreu por volta das 7h30min, no km 103. Depois, outros veículos se envolveram no incidente por não ver os carros na frente, já que o tráfego parou repentinamente.

Dois ônibus também se envolveram no acidente. Um dos coletivos, da linha Barra do Ribeiro - Porto Alegre, colidiu contra um carro e 27 pessoas ficaram feridas. No outro, que se deslocava de Guaíba para a Capital, um passageiro sofreu ferimentos. Uma ambulância da Secretaria da Saúde e Meio Ambiente de Uruguaiana, que transportava nove servidores, bateu na traseira de uma carreta no local.
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Mais em
http://portallw.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=496903
 

Terremoto na China deixa mais de 5,7 mil feridos
Tremor de 6,6 graus na Escala Richter matou 157 pessoas
20/04/2013 15:47
O terremoto de 6,6 graus na Escala Richter que atingiu na manhã deste sábado o sudoeste da China deixou ao menos 157 mortos e mais de 5,7 mil feridos, segundo as autoridades locais, que enviaram à região milhares de soldados para ajudar nas operações de resgate.

O tremor ocorreu ao pé do planalto tibetano, na província de Sichuan, uma região com forte atividade sísmica que já foi devastada em 2008 por um potente terremoto. O terremoto durou cerca de trinta segundos. Seu epicentro se situou perto da cidade de Ya´an e surpreendeu a população pouco depois das 8h locais.

Ao menos 10 mil casas ficaram destruídas ou seriamente danificadas pelo tremor, informou o governo de Sichuan, ao mesmo tempo em que as equipes de socorro buscam sobreviventes sob os escombros.
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Mais em:
http://portallw.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=496927
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terça-feira, 16 de abril de 2013

Fortunati convida ‘Quico’ para ser embaixador da Copa em Porto Alegre

Da Redação - 16/04/13 | 18:44
A intenção do governo de José Fortunati (PDT) em tornar o ator Carlos Villagrán, o Quico do seriado Chaves, em embaixador da Copa do Mundo em Porto Alegre gerou polêmica nesta terça-feira (16). A distinção será de fato entregue na próxima quinta-feira (18), a partir das 14h30min, em solenidade no Salão Nobre do Paço Municipal. A decisão motivou deboche e críticas, mas também não deixou de receber apoio nas redes sociais.
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http://www.sul21.com.br/jornal/2013/04/fortunati-convida-quico-para-ser-embaixador-da-copa-em-porto-alegre/
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Servidores da Procempa entram em greve por melhores salários

Paralisação pode prejudicar serviços ligados à Tecnologia da Informação em Porto Alegre
15/04/2013 11:07
Servidores da Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa) deflagraram greve nesta segunda-feira por melhores salários. Os trabalhadores pedem reajuste salarial pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que é 1,5% superior ao proposto pela prefeitura da Capital via Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Os funcionários contestam o excesso de cargos em comissão (CCs) dentro da empresa. Segundo a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados do Rio Grande do Sul (Sindppd/RS), Vera Guasso, atualmente a Procempa tem 39 CCs – cargos de livre nomeação e exoneração – e, segundo ela, a manutenção desses cargos custam aos cofres públicos cerca de R$ 340 mil por mês. O Sindppd/RS pleiteia também a retomada das promoções entre os concursados e melhorias nas condições de trabalho.

Ainda não há registros de problemas no processamento de dados em decorrência da greve, mas a paralisação pode causar problemas na manutenção de serviços ligados à Tecnologia da Informação na Capital, já que a Procempa é responsável pelos telecentros da cidade e processa dados referentes a contas de água e a folhas de pagamento.
Fonte: Gabriel Jacobsen / Rádio Guaíba
http://portallw.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=496541

 
Plenária Unitária dos Servidores Públicos
15.04.13
Uma plenária nesta terça, em Porto Alegre, reunirá servidores públicos para organizar a mobilização de pressão aos deputados estaduais em relação ao Projeto de Lei 43/2013, que reestrutura o quadro geral dos funcionários públicos do estado. A plenária, na Praça da Matriz, está marcada para as 13 horas.

O projeto ataca o plano de carreira dos funcionários de escola, uma vez que atinge os funcionários que estão fora do plano. Se aprovado o projeto, esses funcionários passarão a integrar o quadro geral, mesmo atuando em escolas.

O CPERS/Sindicato, em audiência pública realizada no último dia 9, manifestou contrariedade ao projeto e, portanto, lutará para que ele não seja aprovado.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3472
Por Siden.

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sábado, 13 de abril de 2013

Menos da metade das escolas gaúchas tem plano de prevenção e combate a incêndios

Somente 45% da rede estadual está com documentação correta, aponta pesquisa do governo
12/04/2013 | 19h38
Após uma discussão entre o governo estadual e o Cpers/Sindicato sobre a quantidade de escolas com Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI), a Secretaria de Estado da Educação divulgou nesta sexta-feira os resultados de um levantamento da situação atual.

A pesquisa feita por meio do Departamento de Logística e Suprimentos (DLS), aponta que 45% das escolas e instalações das 30 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) têm plano de prevenção e combate a incêndio e/ou alvará do Corpo de Bombeiros. A secretaria reconhece que 55% não tem alvará, mas diz que algumas escolas têm equipamentos mínimos de prevenção: extintor de incêndio e sinalização e iluminação de emergência. O número de escolas e de prédios de CREs pesquisados é de 2.605 unidades.

O relatório foi entregue à Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística do Ministério Público (MP) e expõe um quadro crítico semelhante ao apontado pelo sindicato dos funcionários e professores da rede pública estadual. O levantamento realizado pelo Núcleo de Pesquisas da Interlig, indicou que 54,1% das escolas não têm ou não souberam responder se têm Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI) — são 38% sem o plano e 16,1% que desconheciam as condições de segurança da instituição.
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http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/04/menos-da-metade-das-escolas-gauchas-tem-plano-de-prevencao-e-combate-a-incendios-4104881.html
 
ANAMNÉSIA: 
  • 05/03/2013 | 12h04
"Nossos alunos estão correndo risco de vida", diz presidente do Cpers sobre falta de plano contra incêndio
Mais da metade das escolas públicas do RS não possuem ou não sabem se têm PPCI.
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http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/03/nossos-alunos-estao-correndo-risco-de-vida-diz-presidente-do-cpers-sobre-falta-de-plano-contra-incendio-4064410.html
 

  • 05/03/2013 | 18h37
Governo questiona Cpers e promete balanço real de PPCIs em escolas até abril
Levantamento do sindicato aponta que mais da metade das escolas públicas não possuem ou não sabem se têm Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI)
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O LEVANTAMENTO

O levantamento do Cpers aponta como os principais problemas: falta de segurança, excesso de alunos nas salas de aula e deficiência na infraestrutura das escolas. No levantamento realizado pelo Núcleo de Pesquisas da Interlig, um dado alarmante foi o de que 54,1% das escolas não têm ou não souberam responder se têm Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI) — são 38% sem o plano e 16,1% que desconheciam as condições de segurança da instituição.
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http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/03/governo-questiona-cpers-e-promete-balanco-real-de-ppcis-em-escolas-ate-abril-4064591.html

Por Siden

Alunos de escola estadual de Pelotas, RS, protestam contra falta de professores

 

Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Milhares de estudantes voltam a protestar no Chile
 
http://opiniaodoroteia.blogspot.com.br/ 
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Novos velhos tempos

O tema da conversa com um grupo de amigos foi o seguinte: “que mundo é esse que estamos vivendo?” Lá pelas tantas surgiu a pergunta: “vocês estão sentindo como a sociedade caminha com passos cada vez mais conservadores?”.

Há tempos estranho esse desejo desenfreado de encaixe no sistema que angustia tantos jovens. Outro ponto de estranhamento é o crescimento do discurso religioso no universo da representação política em nosso país. Nesse sentido, impossível escapar da apreciação dos conflitos na arena do cenário atual. Como protagonista, o pastor-deputado Marco Feliciano. Como indagação, os fatores que o levaram e que permitem sua permanência como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

A criação de Comissões de Direitos Humanos nas Casas do Legislativo foi conquista oriunda de um longo processo de democratização de nosso país. Sonhos, esperanças, desejos e histórias sufocadas no passado puderam, aos poucos, encontrar possibilidades de materialização positiva na vida das pessoas,com a ampliação de direitos fundamentais para as minorias.

Portanto, é de se esperar que os parlamentares integrantes dessas Comissões cultivem, como campo norteador de seus pensamentos e ações, princípios fortes de uma democracia fraternal, baseada no não preconceito.

Notoriamente não é essa a posição do deputado Feliciano. Como intérprete convicto da veracidade de sua fé, mescla o discurso religioso racista e homofóbico com o exercício de sua função pública. O pastor parece compreender que assumiu uma missão. Afirma que está cheio do espírito santo e que chegou para libertar a própria comissão de Direitos Humanos do domínio de satanás.

Discurso extremamente perigoso ecoando em um Estado laico. Com prognósticos de ampliação de representantes religiosos nas próximas eleições, como anunciam os analistas políticos. Do que já foi vivido, basta abrir as portas da História para verificar as misérias feitas pelos homens em nome de Deus, quando falam em nome do Estado. Sinal do tamanho da crise de nossos novos velhos tempos?

Ana Valeska Maia Magalhães
Fonte: Blog O Ser em Movimento
Por Siden


 

Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Porto Alegre: escola funciona sem água e energia elétrica 

 

6º Núcleo do Cpers promove ato público em frente a 18ª CRE 
 Carmem Ziebell - 11-04-2013 - 20h46min
Na manhã desta quinta-feira, terceiro dia de horário reduzido nas escolas estaduais, professores e funcionários de escolas do 6º Núcleo do Cpers, junto com alunos, fizeram uma caminhada desde a Praça Dr. Pio até a 18ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Nesse local, enquanto parte dos manifestantes ficou concentrada em frente ao prédio da 18ª CRE, uma comissão entrou e entregou um ofício à coordenadora Neila Gonçalves Silva. No documento, foram apresentadas as questões que levaram à redução do horário nas escolas em três dias e informando que o 6º Núcleo irá participar da paralisação nacional chamada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para os dias 23, 24 e 25 deste mês.

Conforme a professora Andrea Nunes da Rosa, diretora-Geral do 6º Núcleo do Cpers, a decisão de reduzir o horário nos dias 19 de março e 4 e 11 de abril, adotada em assembleia geral do Cpers, em Porto Alegre, objetivou a discussão e mobilização da categoria para adesão à greve nacional chamada pela CNTE. Entre as razões da categoria para isso, estão o não pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional do magistério e o descumprimento, por parte do Governo do Estado, de um terço da jornada de trabalho para hora/atividade, conforme prevê a Lei Federal nº 11.738/08 já ratificada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como constitucional.

Outra questão que preocupa, inclusive alunos e pais, segundo Andréa da Rosa, é a proposta de reestruturação do Ensino Médio "isolada da comunidade escolar". No documento, a direção do 6º Núcleo do Cpers ainda observa que, conforme pesquisa sobre as condições das escolas, feita pelo sindicato no início deste ano letivo, foi constatado o quanto ainda falta para este governo fazer pela Educação. "Ainda faltam professores e funcionários para o pleno funcionamento das escolas, a estrutura física é precária, falta segurança e inexiste Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio".

Considerando a representatividade da coordenadora junto ao Governo do Estado, foi solicitado ainda o pleno cumprimento da Lei do Piso e a melhoria das escolas "para que, efetivamente, o Rio Grande do Sul tenha a Educação que merece". Neila Gonçalves da Silva disse que irá encaminhar as reivindicações ao Governo, segundo Andrea Nunes da Rosa.

http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=42043


 

CNTE desmente secretários de educação e reafirma insuficiência no reajuste do piso em 2013
09.04.13 23:10
A CNTE repudia as declarações de secretários de educação que tergiversam de suas responsabilidades sobre o critério de atualização do piso do magistério, absolutamente insuficiente para o ano de 2013, acusando a Confederação de tê-lo negociado com o MEC. E lembra que o critério é o mesmo aplicado pelo MEC desde 2010, à luz da orientação da Advocacia Geral da União, a qual, por sua vez, diferencia-se da posição da CNTE. Para a Confederação, o piso deve ser atualizado pelo percentual prospectivo do Fundeb, válido para o ano em curso.

Esse tipo de declaração inoportuna é típica de quem desconhece a forma de diálogo que a CNTE mantém com sua base, sempre pautada na democracia, na lisura e na ampla informação. Em vez de tentar criar conflitos entre os trabalhadores, deveriam os secretários se preocupar em cumprir integralmente a Lei do Piso, aplicando o valor nacional aos vencimentos iniciais das carreiras dos profissionais com formação de nível médio, garantindo a devida valorização aos que possuem graduação e pós-graduação e observando o cumprimento da jornada extraclasse de no mínimo 1/3 destinada à hora-atividade.

A CNTE aproveita a oportunidade para reforçar a convocação para a paralisação nacional pela implantação imediata e integral do piso nacional do magistério, nos dias 23 a 25 de abril, com atividades em todo Brasil e no Congresso Nacional, no dia 24.
http://www.cnte.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=11776:cnte-desmente-secretarios-de-educacao-e-reafirma-insuficiencia-no-reajuste-do-piso-em-2013&catid=1378:cnte-informa-652-08-de-abril-de-2013&Itemid=608
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