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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Velho Tema

Por Siden* - 24.12.13
Chegamos ao Natal...

Por isso, não quero falar no Piso Nacional, para não estragar o clima.

O Piso que ficou na promessa...

Quem sabe, devesse falar dessa “democracia” que inventaram, onde são bem vindos às inaugurações, apenas os  que aplaudem. Os outros são barrados! Os que querem protestar são “contidos” pela tropa de choque.

Fazendo alusão a data natalina, quem sabe, querem a democracia “das vaquinhas de presépio”.

Talvez devesse falar do índice do MEC para a correção do Piso em 2014.

Será que estão confundindo Natal com 1º de Abril?

Em Brasília tudo é possível.

No RS também.

Até não pagar o Piso. Nem mesmo cumprir liminar do judiciário, além da Portaria do MEC, que estabelece 13 períodos de aula na jornada de 20 horas semanais

Desculpem, mas não quero falar do Piso Nacional.

Para não estragar o clima natalino...

Em poucos dias Ano Novo!

Em breve, 2014 bate à porta.

E, novamente, a educação será prioridade nos palanques eleitorais...

O velho filme!

2014 promete...

2013 foi de muita LUTA!

E a base aliada desmoronou?

Tardiamente...

A quem acham que enganam?

2014 bate à porta...

Outra vez, a educação será prioridade...

Velho filme!

A candidata  vai dizer (ou já disse?) que pagar o Piso é uma questão de Gestão...

Lembrei-me de YEDA.

Não devo falar do Piso. Para não estragar o clima de festas...

2014 promete!

Outros candidatos(as) afirmarão que a Educação é prioridade...

Pura falácia!

Velho  Filme!

Vale a pena ver de novo?

Feliz 2014! Não se deixe enganar...

*Siden Francesch do Amaral é Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.

 

http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b6405c724/7739367_zaeyi.gif
Desejamos a tod@s, um Natal de reflexão e alegria e um Ano Novo com muita Paz (Plano de Carreira), Saúde (IPE) e Prosperidade (Piso)!
São os votos da diretoria e funcionária do 14° Núcleo do CPERS/Sindicato.
Natal 2013



Leia no Blog Opinião Dorotéia: 
Qual é a ideologia por trás de uma “escola sem ideologia”?
http://opiniaodoroteia.blogspot.com.br/


 Recesso
Estaremos de recesso de final de ano a partir de 19/12/2013 até o dia 06/01/2014.

Em Janeiro de 2014 não haverá atendimento (férias da funcionária) até o dia 21/01/2014.  A partir do dia 22/01/2014 atendimento normal.

Em Fevereiro de 2013 atendimento normal.

De Segunda à Sexta Das 8h30min. às 12h e 13h30min. às 17h30min

Urgências: Fone 84167242

Prof. Siden (Diretor do 14º Núcleo)

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domingo, 22 de dezembro de 2013

Por que a Suécia está revendo a privatização do ensino?

22.12.13
Quando uma das maiores empresas privadas de educação faliu, alguns meses atrás, deixou 11 mil alunos a ver navios e fez com que o governo da Suécia repensasse a reforma neoliberal da educação, feita nos moldes da privataria com o Estado financiando a entrega dos serviços públicos aos oligopólios capitalistas e assim causando graves prejuízos para os trabalhadores e a população.

No país de crescimento mais acelerado da desigualdade econômica entre todos os membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os aspectos básicos do mercado escolar desregulamentado estão agora sendo reconsiderados, levantando interrogações sobre o envolvimento do setor privado em outras áreas, como a de saúde.

Duas décadas após o início de seu experimento de “livre” mercado na educação, cerca de 25% dos alunos do ensino médio da Suécia frequentam agora escolas financiadas com recursos públicos, mas administradas pela iniciativa privada. Essa proporção é quase o dobro da média mundial. Quase metade desses alunos estudam em escolas parcial ou totalmente controladas por empresas de “private equity”, que compram participações em outras empresas.

Na expectativa das eleições do ano que vem, políticos de todos os matizes estão questionando o papel dessas empresas, acusadas de privilegiar o lucro em detrimento da educação, com práticas como deixar alunos decidirem quando aprenderam o suficiente para passar e não manter registro de notas.
[...]
No início da década de 1990, os pais recebiam vales do Estado para pagar a escola de sua preferência. A existência de escolas privadas foi autorizada pela primeira vez, e elas podiam até ter fim lucrativo.
[...]
A falência, neste ano, da JB Education, controlada pela empresa dinamarquesa de “private equity” Axcel, foi o maior, mas não o único, caso do setor educacional sueco.

O fechamento da JB custou o emprego de quase mil pessoas e deixou mais de 1 bilhão de coroas suecas (US$ 150 milhões) em dívidas. Os alunos de suas escolas ficaram abandonados.

Uma em cada quatro escolas de ensino médio é deficitária e, desde 2008, o risco de insolvência subiu 188% e é 25% superior à média das empresas suecas, disse a consultoria UC. “São poucos os setores que exibem cifras tão ruins como essas”, disse a UC. Parte do problema resulta da distribuição etária da população, com os números totais das escolas secundárias sofrendo queda significativa desde 2008 e pouca probabilidade de voltar ao antigo nível por uma geração ou mais.
[...]
As escolas privadas introduziram muitas práticas antes exclusivas do mundo corporativo, como bônus por desempenho para funcionários e divulgação de anúncios no sistema de metrô de Estocolmo. Ao mesmo tempo, a concorrência pôs os professores sob pressão para dar notas mais altas e fazer marketing de suas escolas.

No início, disseram que a participação privada na educação se daria por meio de escolas geridas individualmente e em nível local. Poucos vislumbraram que haveria empresas de “private equity” e grandes corporações administrando centenas de unidades. “Era uma coisa que não estava sequer nos sonhos mais delirantes das pessoas”, tenta se justificar Staffan Lundh, responsável por questões escolares no governo do primeiro-ministro na época e que hoje dirige a Skolverket, a agência sueca de escolas.

É tão obvio que envolvimento do setor privado e a queda da qualidade estão diretamente ligados que a Skolverket já começa a “vê indícios” de que as reformas de mercado contribuíram para aprofundar o fosso do desempenho escolar.
[...]
Vinte e cinco por cento dos garotos de 15 anos não conseguem entender um texto factual básico, disse Anna Ekstrom, diretora da Skolverket. Um estudo da agência divulgado no ano passado mostrou um diferencial crescente entre estudantes, em que um número cada vez maior deles não preenche os requisitos necessários para ingressar no ensino médio.

Uma pesquisa da GP/Sifo realizada neste ano com mil pessoas mostrou que 58% são amplamente favoráveis a proibir a geração de lucro em áreas financiadas com dinheiro público, como a educação.
[...]
“Acho que acreditamos cegamente demais na possibilidade de mais escolas privadas garantirem maior qualidade da educação”, disse Tomas Tobé, diretor da comissão de educação do Parlamento e porta-voz de educação do governista Partido Moderado. Como são “ingênuos” os neoliberais…

O fechamento de escolas e a piora dos resultados tiraram o brilho de um modelo de educação admirado e imitado em todo o mundo pelos mesmos privatistas e neoliberais que propagandeiam o mercado capitalista como uma espécie de solução milagrosa para todos problemas da sociedade, quando na verdade é o capitalismo quem gera todos os problemas e desigualdades sociais ao concentrar toda a riqueza, poder e oportunidades nas mãos de uma classe dominante privilegiada, as custas da miséria, exploração e exclusão de grande parte da humanidade e do empobrecimento crescente dos povos.

http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/por-que-a-suecia-esta-revendo-a-privatizacao-do-ensino/
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Docentes protestam durante inauguração no RS, com faixa para Dilma

20/12/2013 13:43
Docentes ligados ao Centro dos Professores (Cpers/Sindicato) do Rio Grande do Sul foram barrados pela polícia quando se dirigiam para o local onde a presidente Dilma iria inaugurar a BR-448, na manhã desta sexta-feira, em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre.

Munidos com bandeiras, cobrando o piso dos professores e investimentos em educação, o grupo de aproximadamente 50 pessoas foi interceptado próximo do local onde acontece o evento por agentes da Brigada Militar, que montaram uma barreira, ajudados ainda pela tropa de choque.

O Cpers cobra do Estado o cumprimento da lei do piso, que prevê um salário básico (sem as vantagens) de R$ 1.567 para uma jornada de 40 horas semanais. Atualmente, o RS paga o pior salário aos seus professores em comparação com o resto do País – um docente com o ensino médio recebe R$ 977,05. O governo argumenta que, embora não cumpra o piso, aprovou reajustes que chegarão a 76,68% em quatro anos.

A BR-448, conhecida como rodovia do Parque, é uma ligação entre a BR 116, RS 118 e a BR-290, criada como alternativa para desafogar o tráfego na região metropolitana, responsável por 40% do PIB do Estado, e onde está localizado o terceiro polo industrial mais importante do País. Por meio de um anel rodoviário a estrada vai ligar os municípios de Sapucaia do Sul, Esteio, Canos e Porto Alegre, recendo tráfego da Serra, Vale dos Sinos, Caí e Paranhana.

A estimativa é de que a média de tráfego seja de 37,5 mil veículos por dia, com expectativa de redução de 40% no volume de automóveis que circulam pela BR-116, uma via considerada bastante problemáticas pelo volume de tráfego diário. A 448 terá 22,3 quilômetros de extensão, que incluem uma ponte estaiada de 168 metros, com torres de 75 metros de altura.

Daniel Favero, do portal Terra
Foto: Daniel Favero
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3815
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.


Comissão de Educação manifesta-se em defesa do piso salarial nacional do magistério da educação básica pública
20.12.13 15:28
A instituição do piso salarial foi um passo fundamental no processo de valorização do magistério da educação básica, previsto na Constituição Federal. O Congresso Nacional atendeu ao comando constitucional, após um longo e profícuo debate democrático em que todos os grupos interessados tiveram a oportunidade de manifestação.

Durante esse processo, ficou claro que era necessário construir um mecanismo de atualização para o piso salarial que assegurasse, de fato, a valorização almejada, com recuperação gradativa dos salários. Um mecanismo que evitasse uma vitória momentânea, passível de ser consumida rapidamente pelos índices de inflação.

O Colegiado considerou inaceitável que o Congresso Nacional acolha qualquer proposta que represente um retrocesso, restringindo os avanços promovidos pela lei aprovada em 2008. Esse caminho estaria frontalmente em desacordo com as metas 17 e 18 do Plano Nacional de Educação, em tramitação neste parlamento. A meta 17 prevê equiparação do rendimento médio dos profissionais do magistério das redes públicas de educação básica com o dos demais profissionais com escolaridade equivalente. A meta 18, por sua vez, estabelece um prazo para a construção de planos de carreira para os profissionais da educação básica pública de todos os sistemas de ensino. Esses planos devem ser elaborados tendo como referência o piso salarial profissional nacional.

Estados e Municípios apontam limitações fiscais para o cumprimento da Lei do Piso. O diálogo se impõe como recurso para superar o impasse. A Comissão de Educação apela aos gestores da federação para que busquem alternativas que não gerem prejuízos aos professores brasileiros.

É certo que a valorização dos profissionais da educação compreende vários aspectos. São necessárias políticas de formação inicial e continuada consistentes e ancoradas nas reais necessidades dos professores, jornada de trabalho estruturada de tal forma a contemplar as diferentes atividades inerentes ao exercício do magistério, bem como as condições adequadas para o desempenho do trabalho. A Comissão entende que não pode negligenciar a questão salarial, sob pena de aprofundar o desinteresse dos jovens egressos do ensino médio pelos cursos de licenciatura e a evasão de profissionais.

(CÂMARA, 20/12/2013)

Fonte: CNTE
http://www.cnte.org.br/index.php/comunicacao/noticias/12984-comissao-de-educacao-manifesta-se-em-defesa-do-piso-salarial-nacional-do-magisterio-da-educacao-basica-publica.html

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Manobra do Governo Federal reduz o valor do reajuste do Piso

19/12/2013 17:41
A sociedade gaúcha e os trabalhadores em educação foram enganados quando o então candidato a governador, Tarso Genro, dizia ser bom para o Rio Grande do Sul ter um governo com o mesmo projeto político do Governo Federal. O fato é que existe uma aliança constituída entre os dois governos para atacar os direitos dos educadores.

A Lei do Piso Nacional, uma conquista que é resultado da luta dos trabalhadores em educação, vem sofrendo, ao longo de sua vigência, sucessivos ataques. Sofre um grande golpe por parte do Governo Tarso quando este se nega a cumpri-la, e do Governo Federal, quando manipula critérios com o objetivo de reduzir o reajuste anual do Piso.  De 2009 até dezembro de 2012, o governo usou um cálculo para reajustar o piso que, se aplicado hoje, resultaria num reajuste 19%, ou seja, R$ 1.864,73. Com o reajuste proposto com a manobra feita pelo governo de apenas 8,32%, o piso, a partir de janeiro de 2014, passa a ser de R$ 1.697,39.

Não podemos nos calar frente a mais esse ataque. Como primeiro passo para denunciar a manobra do Governo do Estado e do Governo Federal, amanhã, dia 20 de dezembro, o CPERS/Sindicato, em conjunto com trabalhadores de outras categorias da classe trabalhadora, realizará uma manifestação de caráter estadual. Durante o protesto, o sindicato denunciará mais esse ataque contra um direito dos educadores. A concentração para a atividade, às 6h45min, será em frente à sede do sindicato, em Porto Alegre.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3813
Por Siden Francesch do Amaral, Professore e Diretor Geral do 14º Núcleo.

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Justiça manda Kassab devolver parte do salário recebido como prefeito

Ex-prefeito de São Paulo vai ter que devolver parte do salário recebido durante sua gestão 
Jornal VS e Agência Brasil - 18/12/2013 - 20h58
São Paulo – A 4ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo determinou que ex-prefeito da capital paulista Gilberto Kassab devolva parte do salário recebido durante sua gestão. A decisão afeta também a ex-vice-prefeita Alda Marco Antônio.

O juiz Aluísio Moreira Bueno acatou os argumentos do Ministério Público e considerou ilegal o decreto editado em fevereiro de 2011, no qual Kassab elevou o próprio salário de R$ 12,3 mil para R$ 20 mil e o da vice-prefeita, de R$ 10 mil para R$ 21,7 mil.

“Notadamente, houve a clara intenção na violação dos princípios que regem a administração pública, pela qual foi causada lesão ao patrimônio público, já que agiram contra os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade”, diz o juiz na decisão.

A diferença dos valores deverá ser paga com correção monetária e juros de 1% ao mês. O valor da ação está estimado em R$ 228 mil. Segundo a sentença de primeira instância, o salário do prefeito só poderia ter sido aumentado pela Câmara Municipal para o exercício seguinte.
http://www.jornalvs.com.br/_conteudo/2013/12/noticias/1342-justica-manda-kassab-devolver-parte-do-salario-recebido-como-prefeito.html
 


Conselho aprova por unanimidade redução das tarifas de ônibus da Região Metropolitana 
Para valores mais baixos entrarem em vigor, projeto precisa ser homologado pela Agergs
18/12/2013 | 11h22
O Conselho Estadual de Transporte Metropolitano aprovou, por unanimidade, a proposta encaminhada pela Metroplan para reduzir as tarifas de ônibus do chamado Eixo Norte da Região Metropolitana.

Com isso, a diminuição dos preços das passagens de ônibus pode chegar a até 46%. O projeto será encaminhado na quinta-feira para análise da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (Agergs), que decidirá pela homologação ou não da redução.

Segundo a Metroplan, a proposta deve beneficiar 250 mil usuários diários do transporte metropolitano, no movimento entre as cidades de Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo. O projeto prevê que a tarifa de Novo Hamburgo para a Capital caia de R$ 5,80 para R$ 3,15. Das outras cidades para Porto Alegre, o valor ficaria em R$ 2,65.

Além disso, a Metroplan quer encaminhar a renovação da frota de ônibus nos próximos 12 meses e a integração do transporte com o bilhete único. O superintendente do órgão, Oscar Escher, acredita que as linhas poderão fluir melhor a partir da inauguração da BR-448 (Rodovia do Parque), prevista para ocorrer na próxima sexta-feira.

A justificativa para redução dos preços é de que os 9,3 quilômetros ampliados pela Trensurb nas estações Rio dos Sinos, Santo Afonso, Industrial, Fenac e Novo Hamburgo enfraqueçam as empresas de ônibus. A expansão do trem estaria tornando cada vez mais sem sentido o uso de coletivos no Eixo Norte, pois o preço cobrado (R$ 1,70) se torna mais em conta do que os R$ 5,80 nos ônibus de Novo Hamburgo, por exemplo.
[...]
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2013/12/conselho-aprova-por-unanimidade-reducao-das-tarifas-de-onibus-da-regiao-metropolitana-4368234.html

 

MEC TRAI OS PROFESSORES DO BRASIL

REDUZ VALOR ALUNO DO ANO DE 2013 – BAIXANDO O REAJUSTE DO PISO PIRATA DO MEC PARA O ANO DE 2014 DE 19% PARA 8,32% - UMA PERDA DE QUASE 11% - NÃO BASTASSE TER CRIADO O PISO PIRATA – AGORA EQUALIZA VALOR ALUNO CONFORME INTERESSES POLITIQUEIROS – O MEC É O JUDAS E O GUILHOTINADOR DA LEI DO PISO – OS PROFESSORES DO BRASIL ESTÃO DE PÊSAMES!


Prefeitos do Brasil com o Ministro Mercadante Guilhotinaram o reajuste pirata do piso de 19% para 8,32
MEC TRAI TODO ANO COM O PISO PIRATA - AGORA TRAI MANIPULANDO VALOR ALUNO
Foto: google
Todos os professores do Brasil estão de pêsames com o golpe sofrido no dia de hoje, 18/12/2013. Quando o MEC, através do Ministro Mercadante, Publicou a Portaria MEC nº 16/2013, alterando o valor aluno do ano de 2013, de tal forma que o reajuste do piso pirata do MEC será de apenas 8,32% para 2014. Isto é, em vez de 19% de reajuste, será de apenas 8,32%. EIS ENTÃO O PISO PIRATA DO MEC PARA 2014 R$ 1.697,00.  Assim, o piso pirata do MEC 2014 Sofrendo uma redução de R$ 168,00. O MEC ELEVOU A TRAIÇÃO AO QUADRADO. ALÉM DE MANTER O PISO PIRATA, PASSOU AGORA A EQUALIZAR O VALOR ALUNO ATRAVÉS DE PORTARIAS QUE BENEFICIAM OS PREFEITOS E GOVERNADORES. TERRÍVEL A PERDA DE QUASE 11% NO REAJUSTE DO PISO PIRATA PARA 2014. O MEC TEM MAIS PODER QUE O STF E O CONGRESSO NACIONAL. Eita, Brasilzinho!

Abaixo a Portaria Fatídica nº 16/2013, na íntegra, assinada pelo Ministro Mercadante, que guilhotinou 11% do reajuste do piso pirata para o ano de 2014.

GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA INTERMINISTERIAL No - 16, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2013

Altera a Portaria Interministerial MEC/MF no 1.496, de 28 de dezembro de 2012, com as alterações dadas pela Portaria Interministerial MEC/MF no 04, de 7 de maio de 2013; define e divulga os parâmetros anuais de operacionalização do FUNDEB para o exercício de 2013.

OS MINISTROS DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o art. 87, parágrafo único, incisos I e II da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 15 da Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007, e no art. 7o do Decreto no 6.253, de 13 de novembro de 2007; 
CONSIDERANDO a necessidade de revisão das estimativas das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB para 2013, em face do comportamento da arrecadação no exercício; e CONSIDERANDO a necessidade de adequação dos repasses de recursos do Fundo de 2013, em face da retificação do Censo Escolar de 2012, do Município de João Dourado - BA, por força de decisão judicial, na forma do disposto na Portaria MEC no 1.047, de 23 de outubro de 2013, resolvem: 
Art. 1o A Portaria Interministerial MEC/MF no 1.496, de 28 de dezembro de 2012, com as alterações dadas pela Portaria Interministerial MEC/MF no 04, de 7 de maio de 2013, passa a vigorar com as seguintes alterações: 

"Art. 2o O valor anual mínimo nacional por aluno, na forma prevista no art. 4o, §§ 1o e 2o, e no art. 15, inciso IV, da Lei no 11.4 9 4 , de 2007, fica definido em R$ 2.022,51 (dois mil e vinte e dois reais e cinquenta e um centavos), para o exercício de 2013." (N.R.) 

Art. 2o Os Anexos I, II e III à Portaria Interministerial MEC/MF no 1.496, de 2012 com as alterações dadas pela Portaria Interministerial MEC/MF no 04, de 2013, passam a vigorar, respectivamente, na forma dos Anexos I, II e III desta Portaria. 
Art. 3o Os acertos financeiros decorrentes das alterações de que trata esta Portaria serão realizados pelo Banco do Brasil até o final do mês de dezembro do corrente exercício. 
Art. 4o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Portaria Interministerial MEC/MF no 04, de 2013.

ALOIZIO MERCADANTE OLIVA Ministro de Estado da Educação
GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda

DO IMPACTO DA FATÍDICA PORTARIA: A Portaria 16/2013 reduziu o valor aluno de R$ 2.221,73, estipulada pela Portaria nº 04/2013,  para R$ 2.022,51. REDUZINDO DRASTICAMENTE O VALOR ALUNO DE 2013. Então se pegando o valor aluno da Portaria que reajustou por último o valor aluno de 2012, Portaria MEC 1495/2012,  para R$ 1.867,15, FAZ-SE A SEGUINTE CONTA: R$ 2.022,51 - 1.867,15 = o percentual encontrado é de 8,32%. ASSIM, O MEC GUILHOTINOU CERCA DE 11% do reajuste do piso pirata para o ano de 2014.  O REAJUSTE QUE SERIA 14% ACIMA DO INPC, CAIU PARA 2,8% ACIMA DO INPC. O MEC devolveu pela janela o roubo que seria feito pelo PL 3776/2008, cuja votação foi apenas suspensa.  POBRES PROFESSORES DO BRASIL. Link da portaria no Diário Oficial da União de 18/12/2013:

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=24&data=18/12/2013

A trama entre prefeitos e o MEC para reduzir valor aluno começou em 09/12/2013, pouco depois da retirada de votação do PL 3776/2008. Confira matéria abaixo no site da CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS, acesse a matéria e ofício requerendo alteração do valor aluno 2013 no seguinte link:

http://www.cnm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=25910&catid=34&Itemid=140

CONCLUSÃO: O MEC entrará para história como maior inimigo dos professores juntamente com a atual geração de prefeitos e governadores, QUE DESDE A CRIAÇÃO DA LEI DO PISO, TÊM PRATICADO TODA FORMA DE VIOLAÇÃO E TEM SIDO PREMIADOS PELOS DECISÕES DO STF E PELAS PORTARIAS DO MEC.  O MEC INVENTOU UM EQUALIZADOR DE ATAQUE AOS REAJUSTE DO PISO PRIMEIRO CRIANDO AS REGRAS PIRATAS DO PISO PIRATA, EM QUE UMA PORTARIA É MAIOR QUE A PRÓPRIA LEI DO PISO, CUJO ARTIGO 5º IMPÕE FÓRMULA DE REAJUSTE, QUE  NUNCA FOI OBEDECIDA. EM TAL ARTIGO O REAJUSTE TERIA SEMPRE QUE SER PELA ÚLTIMA PORTARIA VIGENTE NO ANO, NÃO PELAS PORTARIAS DOS DOIS ANOS ANTERIORES. Assim o MEC protegeu os deputados federais, a Presidente Dilma, através da portaria nº 16/2013. QUE PODER HEIN MEC? E PARA O MAL, HEIN MEC???

Eis o rosto verdadeiro do MEC
UM FATO TRISTE: Chama atenção como o movimento sindical a nível nacional, que se diz defensor e representante dos profissionais do magistério do Brasil só atua às carreiras, de forma insuficiente, ineficaz e na defensiva.  BASTA DIZER QUE ALÉM DESSA TRAIÇÃO DO MEC, resta sobre os diretos dos professores a ADI 4848 e o PL 3776/2008, que buscam reduzir a fórmula do reajuste, para sempre, pelo INPC. O MOVIMENTO SINDICAL TÊM QUE RADICALIZAR A LUTA OU PODERÁ SER ATROPELADO PELA FORÇA DA DIALÉTICA. SOBRETUDO OS QUE ANDAM PELEGANDO DOANDO DIREITOS DOS PROFESSORES EM TROCA DE FAVORES PESSOAIS OU PARA BENEFÍCIOS POLITIQUEIROS.

A ESPERANÇA PARA CORRIGIR TÃO DURO GOLPE QUE GUILHOTINOU O REAJUSTE DO PISO: Lutar em 2014, mas lutar mesmo, PARALISAÇÕES DEVERÁ SER O MENOR TIPO DE MANIFESTO E MUITA GREVE EM 2013 PARA QUE O REAJUSTE SEJA PELO ARTIGO 5º DA LEI DO PISO. SÓ PARA SE TER IDEIA, SE A FÓRMULA DE REAJUSTE PARA 2013 FOSSE CONFORME O ARTIGO 5º DA LEI DO PISO, MESMO COM ESSA PORTARIA DESGRAÇADA nº 16/2013, O  VALOR LEGAL DO PISO PARA O ANO DE 2013 SERIA DE R$ 1.638,75. ACIMA DO PISO PIRATA DO MEC. O valor do piso legal para 2014, conforme artigo 5º da Lei do Piso, só poderá ser calculado quando for publicado o valor aluno para o ano de 2014.  PERDE A VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR, PERDE O JUSTO PISO, REBAIXA-SE A CARREIRA, GANHAM OS PREFEITOS, GANHAM OS GOVERNADORES, PERDE A EDUCAÇÃO, A DEMOCRACIA E A CIDADANIA. MEUS PÊSAMES A TODOS OS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DO BRASIL!

Fonte: Blog Dr. Valdecy AlvesPor Siden
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Professores denunciam pressão pela não reprovação de estudantes que apresentaram rendimento insuficiente

17.12.13
Professores denunciam pressão pela não reprovação de estudantes que apresentaram rendimento insuficiente
“Fica tranquilo. O diretor disse que todo mundo vai ser aprovado. É só ir na aula”. A frase proferida por um estudante do terceiro ano do ensino médio em uma escola pública evidencia uma situação preocupante. O alerta, feito por professores que preferem não se identificar, demonstra que há cada vez menos cobrança na escola e com isso muitos estudantes avançam as séries sem ter compreendido o conteúdo do ano anterior. Alguns modelos de sistemas de educação preveem a não reprovação.

No entanto, uma mescla entre um sistema tradicional que ainda funciona em muitas escolas e um sistema emancipatório não é viável, tendo em vista que ambos são divergentes. Para a 7ª Coordenadoria Regional de Educação (7ªCRE) a não reprovação é baseada na legislação atual.

Há 22 anos em sala de aula o professor Luiz (nome fictício) demonstra insatisfação com as pressões sofridas pela não reprovação. Segundo ele, em algumas escolas a média exigida para aprovação é de cinco e mesmo assim estudantes não a alcançam e são aprovados. Para ele, a preocupação maior diz respeito às estatísticas da escola que poderiam sofrer uma alteração negativa ao invés da qualidade do ensino oferecido.

Além disso, no caso do Ensino Médio Politécnico não são raros os casos de estudantes que não comparecem as aulas e não entregam trabalhos. Mesmo assim o professor precisa oferecer uma série de alternativas para ele ser aprovado. “Teve um caso pontual em uma escola que cheguei no início do ano e depois do primeiro dia de aula a diretora disse que determinado aluno foi reprovado e não poderia e de fato tivemos que passar. Isso acontece e é por esse tipo de coisa que a educação está do jeito que está. A qualidade do ensino está decaindo. As pessoas só estão preocupadas com estatísticas”, desabafa.

O professor destaca ainda que os educadores são abordados por direção e supervisão para que a aprovação ocorra. “Nas provas de avaliação eles não sabem ler e calcular e são aprovados para cumprir estatística”, reforça. Outra situação diz respeito ao comportamento dos pais que não comparecem quando são chamados durante o ano e no final do período letivo querem saber por que o filho pode reprovar.

O Nacional/Foto: Reprodução
Fonte: Trêspassos News
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.

 


Justiça determina pagamento da Gratificação de Direção aos vice-diretores 
No envelope a ser encaminhado, via malote, deve ser anotada “Restituição da GD –  Ordem de Serviço nº 01/2013”
17/12/2013 09:10
O CPERS/Sindicato informa que o Judiciário determinou que o Estado do Rio Grande do Sul comprove que está efetuando o pagamento da Gratificação de Direção aos vice-diretores mantidos na Equipe Diretiva, por meio da Ação Coletiva nº 11300771713, proposta pelo sindicato, contestando a Ordem de Serviço nº 01/2013.

No caso de não ocorrer o pagamento da Gratificação, diretamente no contracheque, a Assessoria Jurídica do CPERS/Sindicato solicita que sejam encaminhados, por meio dos núcleos, os contracheques referentes aos meses em que os pagamentos não foram feitos, bem como o último contracheque em que o pagamento foi realizado (com o valor da gratificação e a data do último pagamento).

Informamos, ainda, que a cobrança dos atrasados, na via judicial, poderá ser realizada somente após o trânsito em julgado da referida ação.

Abaixo, segue a íntegra do despacho:
Vistos. Certifique-se se houve apresentação de contestação pelo Estado. Recebo os embargos de declaração de fls. 111 e verso, eis que tempestivos. Ainda, os acolho para tornar sem efeito o primeiro parágrafo da decisão de fl. 110. Isso porque, a decisão de fl. 42 é clara ao afirmar que os candidatos vencedores no pleito deveriam permanecer nos cargos de Diretores, até a decisão de mérito. Por óbvio, o exercício do cargo de direção enseja a percepção da gratificação correspondente, sob pena de enriquecimento ilícito da administração. Assim sendo, intime-se o demandado para comprovar nos autos o cumprimento da liminar deferida, bem como do pagamento da correspondente gratificação aos vice-diretores vencedores do último pleito, enquanto no exercício da função gratificada. Intimem-se. Diligências legais.

Fonte: Assessoria Jurídica do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3809
Por Júlio César Pires de Jesus, Professor e Vice-Diretor do 14º Núcleo.

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sábado, 14 de dezembro de 2013

Presidente do CPERS/Sindicato recebe ameaças de morte

14/12/2013 18:48
Na sexta-feira 13, o CPERS/Sindicato recebeu diversas ligações telefônicas de uma mesma pessoa fazendo ameaças à presidente Rejane de Oliveira em virtude de sua participação nas mobilizações que estão ocorrendo no Rio Grande do Sul. Intercalando insultos e grosserias, essa pessoa ameaçou agredir e matar a presidente.

Imediatamente, a direção do sindicato tomou providências de segurança e identificou o número do telefone utilizado para fazer as ameaças. Acompanhada de advogados e de outros dirigentes da entidade, Rejane registrou Boletim de Ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre.

Para o CPERS/Sindicato, essas ameaças buscam intimidar a luta dos trabalhadores através da perseguição aos dirigentes sindicais que se mantêm independentes de patrões e governos. São reações de cunho fascista de alguém que não se conforma com a onda de lutas aberta no país com as jornadas de junho. Configuram, portanto, um gravíssimo ataque à democracia e à liberdade de organização sindical. E uma ameaça real à vida da presidente do sindicato, que exerce um papel de liderança nas mobilizações em curso no Rio Grande do Sul.

A ampla denúncia dessas ameaças é necessária para impedir qualquer tipo de agressão aos lutadores e, em especial, para preservar a segurança da companheira Rejane. Nossa luta não será intimidada por ameaças fascistas e insanas. O CPERS/Sindicato continuará sua luta intransigente na defesa dos educadores e de uma educação pública de qualidade para os filhos dos trabalhadores do Rio Grande do Sul.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3808

Por Siden Francesch do Amaral e Júlio César Pires de Jesus, Professores e Diretores do 14º Núcleo.


MS: Primeiro estado a implantar uma política do piso por 20 horas 
FETEMS aceita proposta do governo e MS será o primeiro estado a implantar uma política do piso por 20 horas. 
16.12.13 - 14:26
Na manhã desta segunda-feira (16) o Conselho de Presidentes da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), que é composto por representantes dos 72 Sindicatos Municipais dos Trabalhadores em Educação (Simted’s), aprovou a política salarial para o magistério da Rede Estadual de Ensino proposta pelo Governo do Estado.

De acordo com o presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli Cesar, com essa aprovação da categoria Mato Grosso do Sul será o primeiro Estado brasileiro a ter uma política para receber o piso por 20 horas semanais. “Nenhum Estado brasileiro conseguiu avançar neste sentido ainda, por isso consideramos mais uma conquista da nossa categoria e sem dúvidas muitos avanços ainda estão por vir, mas a valorização profissional que vamos ter em MS servirá de exemplo nacional”, disse.

A proposta refeita pelo Governo do Estado, após paralisação das escolas públicas no dia 3 de Dezembro e o anúncio de que os trabalhadores em educação iniciariam o ano de 2014 em greve caso não houvesse avanço nas negociações, prevê 4 anos para a implantação do piso por 20 horas e o reajuste salarial do piso nacional, que ainda não foi aprovado pelo Congresso Nacional, será consolidado no início do ano que vêm e anunciado pelo Ministério da Educação (MEC).

A batalha da Federação era para que o piso salarial por 20 horas fosse implantando em 3 anos, mas conseguiu entrar no acordo de 4, após análise da categoria nas Assembleias Municipais realizadas pelos Simteds.

O § 1º do art. 1º da Lei 11.738 dispõe que “o piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais”. Ou seja, nada impede que estados e municípios apliquem a referência nacional para jornadas inferiores às 40 horas, como acontece no vizinho Mato Grosso, que já detinha jornada de 30 horas antes da aprovação da Lei Federal e que manteve a mesma carga horária para fins de aplicação do piso nacional.

Atualmente o Governo de MS paga R$ 1.810,05 por 40 horas semanais aos cerca de 20 mil professores da Rede Estadual de Ensino. Com a aprovação da categoria a greve marcada para 2014 foi suspensa.
http://www.cnte.org.br/index.php/giro-pelos-estados/557-ms/12957-ms-primeiro-estado-a-implantar-uma-politica-do-piso-por-20-horas.html
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Retirado da ordem do dia o projeto de inclusão de pais no IPE Saúde

12/12/2013 16:00
A direção do CPERS/Sindicato e membros da categoria acompanharam, na manhã desta quinta-feira 12, a sessão da Assembleia Legislativa que votaria projetos de interesse da categoria. O projeto que inclui pais no IPE Saúde foi retirado da ordem do dia. A proposta, que tramitava sem regime de urgência, não será mais apreciada este ano.
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3802
Por Siden
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Unidade garante aprovação de projetos para funcionários de escola e retirada de projetos que atacavam a categoria

11/12/2013 13:34
Após 12 anos de muitas lutas, o CPERS/Sindicato garantiu a inclusão dos funcionários de escola no plano de carreira. Eram profissionais que, em 2001, ano em que o plano foi criado, haviam sido excluídos. A inclusão é fruto das mobilizações realizadas ao longo deste período e, principalmente, da greve realizada pela categoria entre os dias 23 de agosto e 13 de setembro deste ano.

A inclusão corrige uma injustiça histórica contra profissionais, que, juntamente com professores e especialistas, garantem uma educação pública para atender os filhos dos trabalhadores.

São trabalhadores que enfrentam uma rotina diária pesada, com uma sobrecarga de trabalho cada vez mais acentuada e que, em sua maioria, atuam em instituições de ensino com condições precárias em se tratando de infraestrutura.

Governo recua - A vitória do sindicato e da categoria se completou com a retirada, pelo governo, de dois projetos que atacavam a educação e os educadores.

O PL 295 feria a democracia nas escolas, interferindo no processo de eleição das direções de escola e, no caso de aprovado, introduziria a meritocracia na gestão das escolas.

Já o PL 294, se aprovado, extinguiria a Suepro – Superintendência da Educação Profissional. A extinção abria as portas das escolas públicas para a privatização com o ingresso das Parcerias Público-Privadas (PPPs).

As vitórias obtidas na manhã desta quarta-feira 11, na Assembleia Legislativa, demonstram que a luta sempre vale a pena. Foram vários anos em que o CPERS/Sindicato, sempre apoiado pela categoria, insistiu na necessidade de se incluir os funcionários no plano de carreira e de se preservar a Lei de Gestão Democrática.

Professores, funcionários de escola e especialistas, somos todos educadores. Viva a luta dos educadores!

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3796

Por Siden Francesch do Amaral e Miguel Stalter, Professores e Diretores do 14º Núcleo.

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Governo retira quórum e impede votação de projetos

10/12/2013 17:24
Por falta de quórum o projeto 294/2013, que dispõe sobre a educação profissional técnica e extingue a Suepro (Superintendência de Ensino Profissionalizante), não foi votado na tarde desta terça-feira 10 na Assembleia Legislativa.

O pedido de contagem de quórum foi feito pelo líder do governo no Legislativo, Valdeci Oliveira (PT). As urgências pedidas pelo Poder Executivo para seus projetos estão sendo proteladas pelo próprio governo. A urgência de um mês atrás parece não existir mais.

O CPERS/Sindicato é contra a aprovação deste projeto, pois o mesmo abre espaço para o ingresso das parcerias público-privadas (PPPs) na rede pública de educação. O projeto estabelece a privatização nas escolas estaduais.

A retirada do projeto das RPVs e a retirada de quórum pelo governo durante a apreciação do projeto da Suepro mostra que a pressão exercida pelo CPERS/Sindicato e pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais deu resultado. Portanto, é importante que essa pressão seja mantida nos próximos dias.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Foto: Nei Sena
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3793
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor do 14º Núcleo.
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Mobilização do CPERS/Sindicato contra os projetos do governo Tarso

09/12/2013 13:50
Durante o transcorrer desta semana, o CPERS/Sindicato irá acompanhar e pressionar os deputados estaduais para que não aprovem projetos que atacam direitos dos servidores públicos. Representações da categoria de todas as regiões do estado estarão no Legislativo durante a semana.

PELA RETIRADA dos seguintes projetos: que reduz o pagamento das RPVs, que altera a Lei de Gestão Democrática, que extingue a SUEPRO e cria o Fórum Interinstitucional (Parceria Público-Privada) no Ensino Técnico.

PELA APROVAÇÃO dos seguintes projetos: que abona faltas em paralisações e greves e o que inclui funcionários de escola no plano de carreira.

Veja, abaixo, passo a passo da mobilização:

1. Pressão na Assembleia Legislativa durante a reunião de líderes no dia 10/12/2013, a partir das 10h30min. Participação de cinco representantes por Núcleo. Todos deverão vir preparados para ficar em Porto Alegre na quarta-feira 11, caso necessário.

2. Atividade estadual no dia 17 de dezembro, em conjunto com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, pela retirada dos projetos que atacam os direitos dos servidores, entre eles o 365/2013 - RPVs.

3. Acampamento na Praça da Matriz nos dias 17, 18 e 19 de dezembro de 2013 para pressionar o governo do Estado e os deputados estaduais em relação aos projetos em tramitação.

4. Envio de e-mails aos deputados para que não aprovem os projetos que atacam os direitos dos trabalhadores. A relação de e-mails pode ser acessada neste site.
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3791

 
Pressione os deputados através de correios eletrônicos
09/12/2013 17:47 
O CPERS/Sindicato orienta a categoria a pressionar os deputados estaduais para que aprovem os projetos que beneficiam a categoria e que rejeitem aqueles projetos que atacam os direitos dos trabalhadores.

Veja abaixo, a lista com e-mails dos parlamentares:
(Copie e cole no remetente)
catarina@al.rs.gov.br
heitor.schuch@al.rs.gov.br
miki.breier@al.rs.gov.br

decio.franzen@al.rs.gov.br
dr.basegio@al.rs.gov.br
gerson.burmann@al.rs.gov.br
gilmar.sossella@al.rs.gov.br
juliana.brizola@al.rs.gov.br
marlon.santos@al.rs.gov.br
vinicius.ribeiro@al.rs.gov.br

raul.carrion@al.rs.gov.br

carlos.gomes@al.rs.gov.br

villaverde@al.rs.gov.br
oliboni@al.rs.gov.br
altemir.tortelli@al.rs.gov.br
ana.affonso@al.rs.gov.br
daniel.bordignon@al.rs.gov.br
edegar.pretto@al.rs.gov.br
jeferson.fernandes@al.rs.gov.br
marcos.daneluz@al.rs.gov.br
marisa.formolo@al.rs.gov.br
miriam.marroni@al.rs.gov.br
nelsinho.metalurgico@al.rs.gov.br
raul.pont@al.rs.gov.br
stela.farias@al.rs.gov.br
valdeci.oliveira@al.rs.gov.br

aloisio.classmann@al.rs.gov.br
jose.sperotto@al.rs.gov.br
jurandir.maciel@al.rs.gov.br
marcelo.moraes@al.rs.gov.br
ronaldo.santini@al.rs.gov.br

ajbrito@al.rs.gov.br
ernani.polo@al.rs.gov.br
frederico.antunes@al.rs.gov.br
joao.fischer@al.rs.gov.br
mano.changes@al.rs.gov.br
pedro.westphalen@al.rs.gov.br
silvana.covatti@al.rs.gov.br

cassia.carpes@al.rs.gov.br

alexandre.postal@al.rs.gov.br
alvaro.boessio@al.rs.gov.br
edson.brum@al.rs.gov.br
gilberto.capoani@al.rs.gov.br
giovani.feltes@al.rs.gov.br
marcio.biolchi@al.rs.gov.br
maria.sartori@al.rs.gov.br
nelson.harter@al.rs.gov.br

paulo.odone@al.rs.gov.br

paulo.borges@al.rs.gov.br

adilson.troca@al.rs.gov.br
elisabete.felice@al.rs.gov.br
pozzobom@al.rs.gov.br
lucas.redecker@al.rs.gov.br
pedro.pereira@al.rs.gov.br
zila.breitenbach@al.rs.gov.br
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3786
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.


 
Sindicato dos metroviários anuncia greve a partir desta sexta-feira
Diretoria da Trensurb irá se reunir na terça-feira para avaliar a situação
Da Redação - 09/12/2013 23h03 
Porto Alegre - O Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul (Sindimetrô) anunciou nesta segunda-feira (9) que irá fazer uma paralisação a partir da meia-noite de quinta (12). Em entrevista à Rádio ABC 900 AM, o presidente do sindicato, Luis Henrique Chagas, afirmou que o motivo da greve é o alto valor que os funcionários precisam pagar pelo plano de saúde.

A decisão pela greve foi tomada na tarde desta segunda-feira, em uma assembleia da categoria. O Sindimetrô afirmou que aguarda um convite da Trensurb para negociação, e caso isso ocorra, será convocada uma nova reunião para decidir os rumos da greve. A diretoria executiva da Trensurb informou que irá se reunir nesta terça-feira para avaliar a situação.
http://www.jornalvs.com.br/estado/485349/sindicato-dos-metroviarios-anuncia-greve-a-partir-desta-sexta-feira.html
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Usando a autoridade para ser autoritário

REJANE DE OLIVEIRA* - 04.12.13

O Cpers/Sindicato construiu ao longo dos seus 68 anos uma história de luta e resistência na defesa dos professores, funcionários de escola e especialistas, e principalmente na defesa de uma escola pública que cumpra com o seu papel social na formação dos estudantes. Esta não é uma tarefa fácil, uma vez que exige consciência política, princípios, programa e prática de luta, além de enfrentar autoridades e autoritários. Um exemplo de autoritarismo está expresso em recente artigo assinado e publicado no Jornal ZH pelo deputado estadual Raul Pont, militante da Democracia Socialista, corrente interna do PT, no qual ataca a direção do Cpers/Sindicato com o único objetivo de enfraquecer o sindicato e a sua luta.

A quem o edil tenta iludir quando afirma que o seu governo paga o piso para o magistério gaúcho. Por certo se trata de uma tentativa desesperada de esconder que o governador Tarso Genro mentiu para a sociedade gaúcha e, principalmente, para os educadores, quando afirmou categoricamente que cumpriria a Lei do Piso Nacional, o que já é uma redundância, uma vez que a referida lei leva a sua assinatura. Tarso assinou a lei enquanto ministro da Justiça e hoje não a cumpre.

Outrora combativo, Pont fecha sua carreira pública prestando um desserviço ao Rio Grande do Sul e subestimando a inteligência dos educadores. Subestima porque tenta passar mentiras por verdades, desconsiderando a capacidade e a vivência da categoria no dia a dia da escola.

Somente o deputado e o seu governo defendem a reforma do Ensino Médio, colocada em prática sem o apoio da comunidade escolar. Uma reforma que não proporciona ao aluno uma formação que lhe possibilite escolher uma profissão digna e chegar à universidade. Dita como politécnica, a reforma é uma ofensa à politecnia marxista. Serve tão somente para atender interesses locais do mercado de trabalho. A reforma do governo Tarso cria dois sistemas educacionais: um para os filhos dos trabalhadores e outro, para os filhos da elite, estes podendo se preparar para disputar os melhores cargos no mercado de trabalho, normalmente cargos de comando. Sem dúvida, a reforma do Ensino Médio aprofunda as diferenças sociais.

Como tudo que executa, as políticas do governo são sempre permeadas pelo faz de conta e por megaeventos. Não foi diferente no caso das recentes promoções, pois o que não foi dito é que o governo, mais uma vez, excluiu os funcionários de escola e os aposentados. A serviço do seu governo, Pont faz acusações desrespeitosas à direção do Cpers/Sindicato e, por consequência, à categoria. Sabe que para implementar sua política de ataques aos direitos dos trabalhadores em educação precisa derrotar uma direção que não se deixou cooptar e enfrenta o governo sem medo de defender a categoria.

Para o deputado, aquele que não se submete às políticas do governo de plantão é sectário. Para nós, isso tem outra definição: independência e autonomia em relação a governos, partidos e patrões. Rancoroso, Pont tenta antecipar o debate eleitoral na categoria. Utiliza- se da sua autoridade enquanto parlamentar e de forma autoritária busca desconstituir aqueles e aquelas que lutam, tentando assim retomar o controle do sindicato para torná-lo uma extensão do governo, seja ele qual for. Quem roubou tua coragem, Raul?

*REJANE DE OLIVEIRA é Professora e Presidente do Cpers/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&cd_artigo=475&menu=36
Por Siden Francesch do Amaral e Sérgio Augusto Weber, Professores e Diretores no 14º Núcleo.
Foto: Jaime Rex / Arquivo Pessoal - http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/12/cansados-de-esperar-pelo-daer-moradores-decidem-consertar-rodovia-no-noroeste-do-estado-4354090.html



Reunião do Conselho Regional Ampliado
(Representantes de Escolas e Representantes Municipais)
será dia
07 de dezembro de 2013,
Sábado, às 17h, na
Sede do 14° Núcleo do CPERS/Sindicato
(Rua Bento Gonçalves, 946, sala 101 Centro, São Leopoldo)
Pauta:
·       Informes;
·       Mobilização;
·       Assuntos Gerais.

Caso a ESCOLA não tenha representante eleito(a), pedimos que a ESCOLA realize a eleição do(a) seu(sua) representante.

Lembramos que só poderá participar da Reunião sócios(as) do CPERS/Sindicato.  
Por Joana Flávia Scherer, Assistente Geral do 14º
 
FNDE transfere R$ 682,9 milhões referentes à complementação do Fundeb 
03.12.13 - 14:04
A décima primeira parcela de 2013 da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) estará disponível a partir de amanhã, 3, nas contas correntes de nove estados brasileiros e respectivos municípios. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu R$ 682,9 milhões aos entes federativos na última sexta-feira, 29 de novembro.

Este ano, a complementação da União contempla nove estados e seus respectivos municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno estabelecido para 2013 – R$ 2.221,73. São eles: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Principal fonte de financiamento da educação básica pública, o Fundeb é formado por percentuais de diversos impostos e transferências constitucionais, a exemplo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Pelo menos 60% dos recursos devem ser usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais. O restante serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras ações, o pagamento de outros profissionais ligados à educação, bem como para aquisição de equipamentos e construção de escolas.
Assessoria de Comunicação Social do FNDE
http://www.fnde.gov.br/fnde/sala-de-imprensa/noticias/item/5056-fnde-transfere-r$-682,9-milh%C3%B5es-referentes-%C3%A0-complementa%C3%A7%C3%A3o-do-fundeb



Preço da cesta básica aumenta em 15 capitais
05.12.13 
Em novembro, 15 das 18 capitais em que o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica – tiveram aumento no preço do conjunto de gêneros alimentícios essenciais. As maiores elevações ocorreram em Fortaleza (3,47%), Florianópolis e Belo Horizonte (ambas com alta de 2,67%), e Vitória (2,43%). Houve redução no valor da cesta em Goiânia (3,06%), Aracaju (1,73%) e em Recife (0,69%).

Mesmo com variação em relação ao mês anterior de 1,18% - menor que a registrada para nove localidades - Porto Alegre foi, pelo segundo mês consecutivo, a capital com a cesta de gêneros alimentícios de primeira necessidade mais cara (R$ 328,72). A segunda cesta de maior valor foi verificada em São Paulo (R$ 325,56), seguida de Vitória (R$ 321,41) e Rio de Janeiro (R$ 316,88). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 218,71), Goiânia (R$ 254,44) e João Pessoa (R$ 257,16).


Com base no custo apurado para a cesta de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em novembro deste ano, o menor salário pago deveria ser de R$ 2.761,58, ou seja, 4,07 vezes o mínimo em vigor, de R$ 678,00. Em outubro, o mínimo necessário era ligeiramente menor e equivalia a R$ 2.729,24 ou 4,03 vezes o piso vigente. Em novembro de 2012, o valor necessário para atender às despesas de uma família correspondia a R$ 2.514,09, o que representava 4,04 vezes o mínimo de então (R$ 622,00).
http://www.dieese.org.br/analisecestabasica/2013/201311cestabasica.pdf
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

CPERS acompanha sessão da Assembleia Legislativa

03/12/2013 17:26
A direção do CPERS/Sindicato acompanhou na tarde desta terça-feira 3, na Assembleia Legislativa do RS, a votação dos projetos encaminhados pelo governo Tarso em regime de urgência. Por falta de quórum, a votação foi mais uma vez adiada. Ao longo da semana, a direção e a categoria estarão acompanhando as sessões do Legislativo.
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3781
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.


Atenção: CONSULTA JURÍDICA

Nesta Quarta, dia 04
Manhã: das 9h às 12h
Tarde: das 14h às 17h
Para consultas em geral (dúvidas funcionais e aposentadoria) e para processos (piso salarial, parcela autônoma, promoções, revisão do básico, concurso público, vale-refeição, indenização pela licença-prêmio não gozada, lei Brito, lei Brito no gd, lei Brito no difícil acesso)

Informamos que os advogados do Escritório Young Dias Lauxen e Lima - Advogados Associados estarão atendendo na sede do 14° Núcleo do CPERS/Sindicato (Rua Bento Gonçalves, 946 sala 101 Centro São Leopoldo).
O atendimento será por ordem de chegada.
Maiores informações: Fone 3592 4968
Fax 3591 3856
Por Joana Flávia Scherer, Assistente Geral do 14º
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domingo, 1 de dezembro de 2013

“Ainda não sou candidato”, avisa Tarso, sobre reeleição

Governador cumpre agenda na China a partir desta segunda-feira
01/12/2013 21:23 
Em entrevista concedida após a chegada da comitiva gaúcha a Pequim, o governador Tarso Genro afirmou que ainda não é candidato à reeleição. “Eu não vou decidir se sou candidato ou não até ser aprovado o projeto de lei complementar sobre a reestruturação da dívida”, disse. De acordo com ele, a aprovação do projeto é vital para pensar sobre o futuro do Estado e definir o plano de governo do partido.
[...]
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=513283


 
Brasil ocupa baixa colocação em ranking de educação
Entre os 65 países comparados, o Brasil ficou em 58º lugar
Agência Brasil e Jornal VS - 03/12/2013 10h30 
Brasília - Apesar de ter conseguido uma evolução significativa nos itens avaliados pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), o Brasil ainda está nas posições mais baixas do ranking. Entre os 65 países comparados, o Brasil ficou em 58º lugar. No entanto, desde 2003, o Brasil conseguiu os maiores ganhos na performance em matemática, saindo dos 356 pontos naquele ano e chegando aos 391 pontos em 2012, segundo os dados divulgados hoje (3).
[...]
Apesar dos avanços, o Pisa mostra que há desafios em relação ao aprendizado de matemática. Na área, são seis os níveis de proficiência, sendo que o sexto nível é atingido apenas por 4,2% dos estudantes dos países que participaram do exame. A média brasileira atinge apenas o nível 1. Em um gráfico mais detalhado é possível observar que pouco mais de 60% dos estudantes brasileiros que participaram do exame estão no nível 1 ou abaixo dele. Pouco mais de 20% atingiram o nível 2. A porcentagem de estudantes que atingiu os níveis de 3 a 6 não chega a 20%.
[...]
http://www.jornalvs.com.br/ensino/484383/brasil-ocupa-baixa-colocacao-em-ranking-de-educacao.html

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Vídeo

Assistam ao vídeo (ao lado e abaixo do relógio conta-gotas) intitulado Batemos em Professores. Uma boa explicação filosófica do porquê da atitude de prefeitos e governadores baterem e espancarem professores e funcionários de escola!