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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Parou tudo: Rodoviários decretam greve geral após reunião sem acordo em Porto Alegre

Sindicalistas haviam acatado decisão judicial de colocar 70% da frota nas ruas durante horário de pico, mas voltaram atrás
Mauricio Tonetto - 28/01/2014 | 20h23 
Ônibus não circularam por Porto Alegre nesta quarta-feira
O Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre decretou greve geral dos ônibus da Capital no final da tarde desta terça-feira. Reunida com empresários, Ministério Público, Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e Justiça no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a categoria havia dito que ia cumprir a determinação judicial de colocar 70% da frota nas ruas durante o horário de pico (das 5h30min às 8h30min e das 17h30min às 20h30min). Pressionada pelos sindicalistas, porém, voltou atrás:

– Sinto muito, quem decide são os trabalhadores e nós acatamos. Não é uma afronta à coitada da juíza. O trabalhador decidiu e temos de atacar – afirmou o presidente do sindicato, Júlio Gamaliel.

Na tarde de hoje, a magistrada Ana Luiza Heineck Kruse decretou que 70% da frota deveria estar nas ruas durante os horários de pico, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A medida, em caráter liminar, atendia a uma solicitação da prefeitura da Capital. Júlio Gamaliel disse não ver problemas quanto à penalidade:

– Depois nós veremos como pagar.

Na audiência realizada no TRT, os membros do sindicato ouviram da desembargadora  que a decisão é "para ser cumprida, não cabe lado".

– Eu estou determinando que assim será, não cabe lado, é para ser cumprida. Ordem do juiz se cumpre – frisou ela.

Os usuários de transporte coletivo em Porto Alegre enfrentaram, nesta terça-feira, o segundo dia de greve dos rodoviários. O único alento, em relação à segunda-feira, é que a frota reduzida, com 436 coletivos, saiu mais cedo para a rua. Às 7h30min, 30% da dos ônibus estava na rua.
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http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/transito/noticia/2014/01/rodoviarios-decretam-greve-geral-apos-reuniao-sem-acordo-em-porto-alegre-4402667.html


Nota: Gostei da frase: Ordem de juiz se cumpre. Por que será que só a ordem do juiz para o governador pagar o Piso aos Profissionais da Educação não foi cumprido, nem teve multa diária?
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Professores do RS, os menores salários

Professores do Rio Grande do Sul recebem um dos menores salários básicos do Brasil
Professores do RS, os menores salários

Os professores da rede estadual do Rio Grande do Sul recebem um dos menores salários básicos do Brasil. A afirmação foi feita pela diretora do 35º Núcleo do Cpers-Sindicato, Vera Lesses, ao repórter Antônio de Oliveira.

Segundo Vera Lesses o assunto foi abordado durante o 32º Congresso da CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; realizado em Brasília de 16 a 19 de janeiro.

Apesar da justiça ter condenado em junho do ano passado o Rio Grande do Sul a pagar o piso nacional, de R$ 1.567,00 a todos os professores do Estado, o Governador Tarso Genro não cumpre a decisão judicial. A partir de janeiro deste ano o piso que deveria ser pago é de R$ 1.697,39.

A diretora Lesses, destaca que o governador Tarso ajudou a criar o piso salarial e, apesar de ter prometido em campanha, continua descumprindo a lei.
Produção: Antônio de Oliveira
Fotos: Reprodução Facebook

Fonte: No Ar Notícias

http://www.noarnoticias.com.br/noticias/Professores-do-Rio-Grande-do-Sul-recebem-um-dos-menores-salarios-basicos-do-Brasil/1274
Por Paulo Renato Dapper, Professor e Diretor no Cpers. 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Rodoviários de Porto Alegre decidem entrar em greve

Categoria optou por paralisação em assembleia realizada nesta quinta-feira
23/01/2014 22:04 
Categoria optou por paralisação em assembleia realizada nesta quinta-feira
Crédito: Ricardo Giusti / CP
Não aprovando a proposta recebida da classe patronal, os rodoviários de Porto Alegre decidiram entrar em greve. A decisão pela paralisação total do serviço ocorreu em assembleia realizada na noite desta quinta-feira, no Ginásio Tesourinha. Cerca de 500 rodoviários participaram da reunião, que definiu para segunda-feira o início da paralisação.

Após a indicação pela greve, o grupo iniciou debates sobre a data de início da greve. Parte dos motoristas defendiam cruzar os braços já nesta sexta, enquanto outros afirmavam ser melhor na segunda-feira, para evitar processos judiciais. Por fim foi decidido parar na segunda-feira.

Categoria quer aumento de 14%

A categoria pede aumento salarial de 14%, reajuste no vale alimentação, adicional de risco de vida e redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais. Em 2013, o Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre pediu reajuste de 20% e levou 7,5%, incluindo o índice inflacionário. O aumento real foi de 1,5%.

Em nota, o Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) informou que propôs a reposição integral da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período de 1º de fevereiro de 2013 a 31 janeiro de 2014. O índice definitivo, porém, só deve ser publicado em meados de fevereiro. O Seopa havia recebido prazo até esta quinta para reajustar a oferta.
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http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=516895
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.
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3ª Conferência Estadual de Saúde do Trabalhador ocorre de 5 a 7 de junho

De 5 a 7 de junho, em Porto Alegre,  ocorrerá a 3ª Conferência Estadual de Saúde do Trabalhador. O tema central é “Saúde do trabalhador e da trabalhadora, direitos de todos e todas e dever do Estado”. Terá como eixos a implementação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNST) e a definição da Política Estadual de Saúde dos Trabalhadores.

O Eixo 1, implementação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora está assim desmembrado:

a) o desenvolvimento socioeconômico e seus reflexos na saúde do trabalhador e da trabalhadora;

b) o fortalecimento da participação dos trabalhadores e das trabalhadoras, da comunidade e do controle social nas ações de saúde do trabalhador e da trabalhadora;

c) a efetivação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, considerando os princípios da integralidade e intersetorialidade nas três esferas de governo;

d) o financiamento da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora nos municípios, estados e União.

O Eixo 2, Definição da Política Estadual de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, está definido da seguinte forma:

a) o diagnóstico dos determinantes e condicionantes sociais da saúde do trabalhador e da trabalhadora;

b) o desenvolvimento socioeconômico e seus reflexos na saúde do trabalhador e da trabalhadora;

c) o fortalecimento da participação dos trabalhadores e das trabalhadoras, da comunidade e do controle social nas ações de saúde do trabalhador e da trabalhadora;

d) a efetivação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, considerando os princípios da integralidade e da intersetorialidade nas três esferas de governo;

e) a definição da Política Estadual de Saúde;

f) financiamento da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (municípios, Estado e União).

A Conferência Estadual será precedida de sete conferências macrorregionais, que já estão assim agendadas:

Macrorregião Serra – Caxias do Sul, 21 e 22 de março

Macrorregião Sul – Pelotas, dias 28 e 29 de março

Macrorregião Centro-Oeste, em Santa Maria, dias 11 e 12 de abril

Macrorregião Metropolitana, em Porto Alegre, dias 25 e 26 de abril

Macrorregião Vales, em Lajeado, dias 9 e 10 de maio

Macrorregião Missioneira, em Santa Rosa, dias 16 e 17 de maio

Macrorregião Norte, em Passo Fundo, dias 23 e 24 de maio

Cada conferência macrorregional terá abrangência para as cidades que compõem as macrorregiões correspondentes. A Centro-Oeste é constituída pelas 2ª, 4ª e 10ª Coordenadorias Regionais de Saúde; a Norte pelas 6ª, 11ª, 15ª e 19ª CRS's; Metropolitana pelas 1ª, 2ª e 18ª CRS's; Missioneira pelas 9ª, 12ª, 14ª e 17ª CRS's; Serra pela 5ª CRS; Sul pelas 3ª e 7ª CRS's; e vales pelas 8ª, 13ª e 16ª CRS'.

As etapas macrorregionais, considerando os processos produtivos no território e a situação de saúde dos trabalhadores, terão por objeto analisar as prioridades contidas nos documentos orientadores nacional e estadual. Elaborar propostas para os municípios, macrorregião, Estado e União. Propor diretrizes para a definição da Política Estadual de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Discutir a implementação ou implantação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Eleger dez propostas prioritárias por sub eixo a serem encaminhadas para a Etapa Estadual. Eleger e inscrever os delegados para a Conferência Estadual, além de elaborar seus relatórios finais.

O funcionamento das etapas macrorregionais se dará por meio de oficinas, mesas de debate, grupos de trabalho e plenárias. São instâncias deliberativas a plenária de abertura, os grupos de trabalho e a plenária final em cada uma das etapas.

Delegados

Está prevista a participação de 424 delegados. Porto Alegre terá a direito a 52, Centro-Oeste a 48, Metropolitana  a 124, Missioneira a 40, Norte a 44, serra a 44, Sul a 40 e Vales a 32.
http://ces.rs.gov.br/conteudo/1020/3%EF%BF%BD-conferencia-estadual-de-saude-do-trabalhador-ocorre-de-5-a-7-de-junho
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Justiça condena ex-prefeitos e secretários da Capital por improbidade administrativa

Município, também condenado, fica proibido de efetuar contratações temporárias de servidores da Saúde
21/01/2014 15:25 
A Justiça condenou o município de Porto Alegre, três ex-prefeitos e três ex-secretários da Saúde ao pagamento de multa, entre outras sanções, por improbidade administrativa. Segundo ação movida pelo Ministério Público, os ex-prefeitos Tarso Genro, Raul Pont e João Verle, bem como os ex-secretários Henrique Fontana, Lucio Barcelos e Joaquim Kliemann efetuaram, entre 1993 e 2002, contratações temporárias irregulares para funções na área da Saúde, como médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem. Conforme o MP, isso viola os princípios constitucionais de que as contratações públicas devem ocorrer mediante realização de concurso.
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http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=516688
Por Júlio César Pires de Jesus, Professor e Vice-Diretor do 14º Núcleo/CPERS-Sindicato.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Licença-maternidade de 180 dias é direito de todas servidoras estaduais

20.01.14
O direito à licença-maternidade de 180 dias está garantido com caráter de orientação jurídico-normativa a todas as servidoras do serviço público estadual, seja do quadro efetivo, seja contratada emergencialmente, seja detentora de cargo em comissão. O governador Tarso Genro assinou na última terça-feira (14) a aprovação do Parecer 16.224/14, da Procuradoria-Geral do Estado, que concede a licença-maternidade de 180 dias no âmbito da Administração Estadual. O Parecer da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos Humanos da PGE ratifica parecer anterior (16.137/13). O governador assinou o documento durante audiência com o Procurador-Geral do Estado, Carlos Henrique Kaipper, no Palácio Piratini (foto).

A secretária-adjunta da Educação, Maria Eulalia Nascimento, lembra que a ampliação da licença-maternidade no âmbito da administração estadual foi suscitada a partir de questionamento da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), em setembro passado. “É com muita honra que recebemos este Parecer, que estende o benefício não apenas no tempo, mas também ao universo de servidoras”, enfatiza.

No documento, a relatora afirma que a concessão dos sessenta dias excedentes de licença-maternidade é aplicável também para as servidoras que estejam ou passem a estar em gozo do benefício a contar da mudança da jurisprudência administrativa, ou seja, caso a gestante esteja em gozo de licença-maternidade de 120 dias, os 60 dias excedentes serão concedidos. A medida também ratifica a licença para casos de adoção e guarda judicial, proporcional à idade da criança, de acordo com o art. 143 da Lei nº 13.117/09: de zero a dois anos, 180 dias; de mais de dois até quatro anos, 150 dias; de mais de quatro até seis anos, 120 dias; de mais de seis anos, desde que menor, 90 dias.

A relatora destaca no Parecer 16.224/14 que, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a proporção de famílias chefiadas por mulheres cresceu mais do que quatro vezes nos últimos dez anos. Em relação aos casais sem filhos, o índice de autoridade feminina passou de 4,5% para 18,3%; já entre os que possuem filhos, subiu de 3,4% para 18,4%. Os dados fazem parte da amostra "Síntese de Indicadores Sociais". Conforme o IBGE, em 1996, 20,81% dos lares tinham como chefe uma mulher. No Censo realizado em 2000, a porcentagem subiu para 26,55%. Já a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), que teve como ano base 2011, apontou que 37,4% das famílias têm como pessoa de referência uma mulher.

Assim, diz o documento, “a ampliação do prazo de licença-maternidade a todas as mulheres é o mínimo que um Estado com responsabilidade social e fulcro nos direitos humanos pode fazer. Começa-se aqui pela extensão desse direito a todas as servidoras públicas estaduais, sem qualquer espécie de distinção”.

http://www.educacao.rs.gov.br/pse/html/noticias_det.jsp?ID=13264
Fonte: profemarli.comunidades.net
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.
Obs: Esse foi um ponto de pauta que defendemos e lutamos na greve de dezembro de 2013 .

 

Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Sob pressão, Governo Tarso diz em nomear mil professores até março

Um grave ataque à democracia
REJANE DE OLIVEIRA* - 10.01.14
Ao ser questionado sobre situações vivenciadas no Colégio Julio de Castilhos, carinhosamente chamado de Julinho, o secretário de Educação, Jose Clovis de Azevedo, mais uma vez reagiu de forma autoritária e arrogante. Negou existirem problemas na educação e afirmou tratar-se de um caso isolado. Atacou a direção do Julinho, desconsiderando as experiências pedagógicas dessa instituição que tem servido de exemplo no RS e, imediatamente, decretou uma sindicância, com clara postura de perseguição política. Já o governador Tarso Genro, prontamente, alegou ser uma disputa política e ideológica contra os projetos de seu governo.

Essas atitudes não surpreendem a quem tem acompanhado de perto a política educacional do atual governo. Além de não cumprir nem com sua palavra, nem com suas promessas eleitorais, o governo tem agido sistematicamente contra os direitos dos educadores e investido contra a gestão democrática nas escolas. A ameaça de intervenção política no Julinho configura mais um grave ataque à democracia na educação.

A Lei da Gestão Democrática é uma das principais conquistas para a educação do Rio Grande do Sul. A eleição direta das direções é um critério fundamental para a participação dos pais, dos estudantes, dos professores, dos funcionários e especialistas, na vida das escolas. Durante anos, a comunidade escolar gaúcha lutou para conquistar esse direito e evitar que as escolas ficassem reféns dos desmandos desse ou daquele governo.

Mas tem sido dura a defesa da democracia nas escolas. Sucessivos governos têm tentado investir contra a Lei de Gestão Democrática ou, de forma autoritária, retirar a autonomia político-pedagógica. Os projetos neoliberais significam uma violência a essa democracia. Além de atacar as condições de vida dos educadores e de piorar as estruturas escolares, buscam impor a centralização curricular, a meritocracia e anular os mecanismos que permitem a participação efetiva da comunidade nas decisões.

A reforma do Ensino Médio do governo Tarso, indevidamente chamada de “Ensino Politécnico”, aprofundou esses ataques. O atual governo impôs a volta de um regimento-padrão para todas as escolas, desconsiderando a opinião dos educadores e dos estudantes. Implementa a aprovação automática sem ouvir a comunidade escolar e ignora o processo pedagógico existente.

Qual o objetivo dessa sindicância? Fazer uma intervenção no Julinho? Torná-lo politicamente submisso? Destituir a direção da escola para colocar os seus? Será que já não vimos isso antes?

O resultado dessa política não podia ser outro: há uma revolta generalizada contra a postura da Secretaria de Educação. As manifestações de solidariedade ao Julinho multiplicaram-se nos últimos dias. A postura autoritária do secretário Jose Clovis tem sido repudiada pelos trabalhadores em educação.

Nenhum governo tem o direito de ameaçar os educadores por discordarem de seus desmandos. Por isso, a atual ameaça de intervenção no Julinho deve ser rejeitada pelo povo gaúcho. É hora de exigirmos respeito à autonomia das escolas.

Uma educação emancipatória e de qualidade só é possível com democracia. A repressão está na contramão desse processo.

*REJANE DE OLIVEIRA
Presidenta do Cpers/Sindicato.

http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a4385063.xml&template=3898.dwt&edition=23498&section=1012

Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Mais de 300 professores ligados ao Cpers protestam na Capital

Manifestantes demonstraram insatisfação com política educacional do Estado
14/01/2014 12:16 
Manifestantes demonstraram insatisfação com política educacional do Estado
Crédito: Samuel Maciel
Mais de 300 professores ligados ao Cpers Sindicato protestaram na manhã desta terça-feira em frente ao colégio estadual Júlio de Castilhos na Praça Piratini, bairro Santana, em Porto Alegre. De acordo com a vice-presidente do sindicato, Maria Norma Dummer, o objetivo foi demonstrar a insatisfação com a gestão da educação proposta pela administração Tarso Genro.

Segundo a professora, o secretário de Educação José Clóvis de Azevedo sufoca a autonomia das direções das escolas. Ela disse que o ato também buscou defender a manutenção das escolas gaúchas como públicas.
Fonte: Jerônimo Pires / Rádio Guaíba
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=516142
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.


Abraço solidário ao Colégio Júlio de Castilhos
14/01/2014 17:07 
O CPERS/ Sindicato e o 39º Núcleo promoveram na manhã desta terça-feira, dia 14, um grande ato público em frente ao Colégio Júlio de Castilhos. O ato foi para demonstrar o repúdio dos trabalhadores em educação à perseguição do governo Tarso Genro e o apoio à direção do Julinho, vítima de uma sindicância instaurada pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a mando do secretário da Educação, Jose Clovis. A manifestação terminou com um grande abraço dos presentes envolvendo o prédio do Julinho.

Mais de 300 pessoas compareceram ao local. Professores, funcionários de escolas, estudantes, representantes de entidades sindicais e de grupos sociais, todos solidários à causa dos educadores e em defesa da escola pública de qualidade, democrática e com autonomia.

Em todas as falas, os oradores denunciaram o caráter autoritário, repressor e quase desesperado politicamente do governo Tarso ao investir contra os trabalhadores da educação. Foi lembrado que cerca de 30 escolas do Estado atualmente sofrem a mesma situação do Julinho. Ou seja, são vítimas de sindicâncias da Seduc.

O governo para responder às denúncias de sucateamento de instalações, falta de professores, não pagamento do piso nacional e a implantação do problemático Ensino Politécnico, instalou uma sindicância contra a direção do Julinho, alegando que o colégio é um caso único e tem problemas de gestão. Mas as dificuldades encontradas no Júlio de Castilhos são a uma realidade na maioria das escolas públicas estaduais.

O CPERS/Sindicato reafirmou sua posição de estar ao lado da direção do Julinho e da defesa intransigente dos direitos dos educadores e da gestão democrática nas escolas públicas estaduais.

Texto e foto: Higino Barros,da Assessoria de Imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3823

 

 
Estudar no Brasil é oneroso
AS ENORMES LISTAS DE IMPOSTOS ENCARECEM OS PREÇOS DOS MATERIAIS ESCOLARES DO NOSSO PAÍS.
Por Cícero Barros* - 14.01.14

Estudar em nosso país é muito oneroso desde as séries iniciais ao ensino superior. A carga pesada dos impostos brasileiros que incidem sobre os materiais escolares deixam quase impossível às famílias comprarem tudo o que são exigidos pelas escolas e universidades. Nesta época de férias escolares enquanto os filhos descansam os pais e responsáveis fazem verdadeiras maratonas a procura de materiais escolares passam: de livrarias em livrarias, supermercados, feiras especificas e pesquisas nos sites de compra pela internet. Os preços destes produtos se tornam um rombo no bolso dos brasileiros que tem filhos nas escolas e em faculdades e universidades.
os impostos encarecem os materiais escolares
Estudar em nosso país é muito oneroso desde as séries iniciais ao ensino superior. A carga pesada dos impostos brasileiros que incidem sobre os materiais escolares deixam quase impossível às famílias comprarem tudo o que são exigidos pelas escolas e universidades. Nesta época de férias escolares enquanto os filhos descansam os pais e responsáveis fazem verdadeiras maratonas a procura de materiais escolares passam: de livrarias em livrarias, supermercados, feiras especificas e pesquisas nos sites de compra pela internet. Os preços destes produtos se tornam um rombo no bolso dos brasileiros que tem filhos nas escolas e em faculdades e universidades.  

Todavia, para um país onde a educação nunca foi prioridade; desde o período colonial até os dias de hoje não é novidade discutir este tema. Porém pela sua importância sempre irei defender a educação, é a essência de saber humano. Ela é imprescindível para todos os cidadãos realizarem suas metas. Os seus reflexos são diretos e decisivos para o desenvolvimento de qualquer nação civilizada onde priorizam este setor. Em qualquer área do conhecimento humano. 

Como o tema é amplo apenas irei me concentrar num enfoque da educação, os preços dos materiais escolares necessários no dia a dia de qualquer estudante. A onerosidade dos materiais escolares são um absurdo de caro neste país. Não importa se o aluno brasileiro estuda em escola pública ou particular. Os preços destes itens indispensáveis para os alunos iniciarem o ano letivo, pesam muitíssimo no bolso dos pais ou responsáveis, para comprarem o mínimo necessário e também para todo o ano letivo.  Esta situação é muito complicada para quem estuda nas escolas das redes públicas e complicadíssima para quem estuda nas redes de ensino particulares. Nas universidades esta situação é ainda mais amarga e penosa para todos os discentes que buscam num árduo sacrifício uma graduação. 
 
Nas redes particulares a lista de materiais escolares é extensa. Além disso, as instituições de ensinos particulares provavelmente devem ter algumas parcerias com os fabricantes ou fornecedores dos materiais escolares. Talvez para manterem os padrões estéticos das instituições dos ensinos particulares; são exigidas marcas top que geralmente estejam na moda consumista.  

Os próprios alunos destas redes fazem uma espécie de concorrência entre si para mostrarem quem pode mais, demostrando seu padrão financeiro comprando os itens das marcas famosas que o comercio de: papelarias, mochilas, eletrônicas e toda a lista de livros e demais subitens são oferecidos e exigidos pelas escolas das privadas. Os alunos são instigados a impor aos seus pais a comprarem tudo que aparecem nos comerciais destes gêneros. Tem algumas redes particulares que elas mesmas produzem seus livros em suas gráficas próprias e seus conteúdos de acordo a filosofia de ensino. E determinam também seus preços que somente pode comprar quem dispõe de um padrão financeiro elevado e compatível para deixarem seus filhos estudarem nestas instituições de ensino elitizadas. 

Nas redes públicas um dos itens que amenizam o bolso dos pais é nas compras dos livros de todas as disciplinas. O MEC oferece de graça para os alunos através das escolhas dos próprios professores das escolas de acordo a realidade de cada região do Brasil. Entretanto, em nosso país existe esta clara divisão na educação, configurando, duas classes sociais. Isto é, uma dos alunos que podem esbanjar em materiais de primeira linha. E a classe dos que simplesmente podem comprar a base de muito sacríficos dos pais e responsáveis os seus materiais simples para poderem estudar. Mesmo assim, nesta época os comercias são bem apelativos para se efetuarem as compras de tudo e um pouco mais do que é pedido pelos estabelecimentos de ensino. Quem pode comprar tudo compra sem o mínimo de problemas e que não pode, permanecem na vontade de oferecer o melhor para os seus filhos. Tem mais tem filhos incompreensíveis que forçam os seus pais se endividarem nos cartões de créditos para mostrar uma realidade econômica que não existe. Muitos pais e responsáveis sofrem com estas exigências dos filhos instigados pelos comercias.

Por tanto, estudar no Brasil é muito oneroso, caro, não importa se pertence à rede particular ou pública, se são das series iniciais, passando pelo ensino fundamental, médio e superior é muito caro estudar em um país que não valoriza, não investe em educação. O que vale é ser um país que recebe um título de sexta economia mundial, mas amarga um título vergonhoso em educação diante do mundo de se fixar na casa da octogésima oitava posição entre os países do planeta.
Por que estes produtos essenciais para a educação são tão dispendiosos para as famílias? É uma resposta muito simples de responder. São os efeitos da pesada lista de impostos tributários que estão embutidas nestes produtos. E muitos deles não são especificados para os consumidores. Desde um simples item ao um livro didático; há uma cadeia de impostos de contrassensos que pagamos: inchando cada vez mais os cofres públicos dos governos municipais, estaduais e federais e esvaziando os bolsos dos consumidores que almejam comprarem os simples materiais escolares para seus filhos estudarem.    Onde vamos parar se o bem mais precioso que podemos deixar para nossos filhos é o saber. Ainda assim, não podemos dar, devido seu altíssimo preço que aborta qualquer sonho dos estudantes brasileiros? Se esta realidade não mudar continuaremos no fundo do poço da ignorância, mesmo sendo um país rico. Uma contradição paradoxal que somente pode ser engenhada na mente dos nossos governantes que estão mergulhados na obscuridade da ignorância e principalmente intencional.
*Acesse o link e conheça outros assuntos em debate, postado pelo Professor de Filosofia, Cícero Barros, de Campo Bom.
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domingo, 12 de janeiro de 2014

MANIFESTO CONTRA A SINDICÂNCIA E A INTERVENÇÃO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO NO JULINHO

12.01.14
O Governo Tarso através do seu Secretário da Educação abriu uma sindicância para apurar os fatos relatados em reportagem do Jornal Zero Hora, dia 23/12/2013.

Em resposta a essa abuso de autoridade do governo, nós, professores(as), alunos(as) e funcionários(as), do Julinho, nos manifestamos contra a sindicância, que visa retaliar uma Escola símbolo na luta em defesa pela Educação.

O que temos na escola é contrariedade ao projeto do Governo e ao descaso deste com a escola pública. Defendemos a Lei de Gestão Democrática, a qual garante autonomia política e pedagógica da Escola, assim como a eleição da direção pela comunidade escolar.

Discordamos do Politécnico, projeto que enfraquece ainda mais a qualidade da Educação que foi feito autoritariamente e as pressas, sem garantir as condições para a sua implantação, mas precisamos deixar claro que estamos cumprindo todas as imposições do governo em relação ao Politécnico, mesmo discordando deste em muitos pontos. Recuperamos a greve com seriedade, oportunizamos recuperação de todos os trimestres aos alunos no término do ano letivo, organizamos PPDA para 2014, deixamos roteiro de atividades para a reclassificação, em fevereiro, dos alunos reprovados em 2013 e mantivemos a avaliação por área com conceito descritivo, apesar de termos lutado junto a SEDUC pelo direito do aluno saber seu resultado em cada disciplina. O que foi mostrado pela mídia do Julinho é exatamente o que acontece em muitas outras escolas da rede estadual.

No Julinho, fizemos amplos debates e buscamos amenizar ao máximo o caos proposto pelo Governo. Durante a greve mantivemo-nos firme no propósito de mudanças no Politécnico e quando o governo acenou com mudanças em alguns pontos, retornamos as atividades. Diante da certeza de que estamos cumprindo todas as exigências da SEDUC, entendemos que essa sindicância é um jogo político para culpabilizar a Direção ou o professor pelos problemas que sucessivos governos e estes também ampliam nas escolas. Nós, trabalhadores em educação, não aceitamos este tratamento, assim como o descaso histórico com a Educação Pública e lutaremos por:

* SUSPENSÃO IMEDIATA DA SINDICÂNCIA DA SEDUC NO JULINHO;

* DEFESA DA LEI DE GESTÃO DEMOCRÁTICA;


* DIREÇÃO DE ESCOLA É ELEITA E NÃO É CARGO DE CONFIANÇA DO GOVERNO;

* DISCUSSÃO E REVISÃO DO POLITÉCNICO;

* VERBAS, RECURSOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO ADEQUADAS PARA OS EDUCADORES;

* CONTRA A INTRANSIGÊNCIA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO.

Assinam: Grupo de professores, funcionários e alunos do Julinho; Grêmio Estudantil do Julinho.

Fonte: Blog 39º Núcleo CPERS/Sindicato
Por Siden Francesch do Amaral e Noé M. Oliveira, Professores e Diretores no 14º Núcleo.


RESISTÊNCIA DA FAVELA METRÔ-MANGUEIRA CONTRA O DESPEJO...
Polícia joga bomba dentro das casas das pessoas, bate em mulheres grávidas e idosos durante desocupação arbitrária e violenta na comunidade do Metrô/Mangueirinha-RJ, no dia de 07/01/2014
DO BLOG SINDISERJ - JANDUIS-RN - 13.01.14
A Favela do Metrô-mangueirinha fica a 500 metros do Maracanã e interessa aos 'donos da copa' para realizar negócios futuramente.

"Tem crianças dentro dessas casas também", gritavam as mães, sem nada adiantar diante da truculência do estado e de uma organização que lucrará R$ 10 Bilhões com o sofrimento dos brasileiros! E pior ainda, é saber que tem um milhão de pessoas que compraram ingressos e que vão lá apoiar os causadores desta bestialidade.

Fonte: SINDISERJ
 

Assista ao vídeo para comprovar a truculência contra moradores e trabalhadores, principalmente mulheres e crianças:


Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Operação Kilowatt: após liberação de presos, mais oito suspeitos serão intimados

Na noite de sexta-feira, quatro suspeitos presos durante a ação foram soltos
11/01/2014 - 13h19 
Porto Alegre - Após a liberação das oito pessoas detidas durante a operação Kilowatt, a Polícia Civil agora pretende intimar outros oito suspeitos para prestarem depoimentos nos próximos dias. Segundo o diretor do Deic, delegado Guilherme Wondracek, a nova fase do trabalho também incluirá a intimação de testemunhas. Na noite de sexta-feira, quatro suspeitos presos durante a ação foram soltos. Outros quatro já haviam sido liberados na quinta-feira, quando foi deflagrada a operação.

A ação, que foi deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (9), investiga irregularidades em seis obras estaduais, que juntas somam R$12 milhões. A Delegacia Fazendária do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Defaz/Deic) apura crimes contra a administração pública que foram realizados em seis obras, de três locais diferentes, uma fundação de pesquisa em Porto Alegre e duas escolas, uma na Capital e outra em São Leopoldo.
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http://www.jornalvs.com.br/_conteudo/2014/01/noticias/regiao/6416-operacao-kilowatt-apos-liberacao-de-presos-mais-oito-suspeitos-serao-intimados.html

 


Ufrgs mudará o vestibular para o ano que vem
Universidade vai destinar 30% das vagas para ingresso via Sisu/Enem
11/01/2014 16:54 
Em 2014, ano em que a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) comemora seus 80 anos e exibe o título de melhor universidade do Brasil, recebido no final de 2013, a instituição anuncia o fim do vestibular exclusivo. A partir do ano que vem, o processo de ingresso vai destinar 30% das vagas para candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
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http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=515980

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Nove pessoas foram presas por suspeita de irregularidades em obras no RS

Pedido bloqueio de bens de investigados na operação Kilowatt
09/01/2014 14:16
Polícia desencadeou a operação Kilowatt
Crédito: Samuel Maciel
Após a operação Kilowatt, deflagrada pela Delegacia Fazendária (Defaz) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil, os delegados Joerberth Pinto Nunes e Daniel Mendelski Ribeiro pediram ainda à Justiça o bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados, incluindo imóveis e veículos, visando um eventual ressarcimento dos prejuízos causados ao erário público. Todos os servidores estão sendo afastados de seus cargos. O inquérito tem 30 dias para ser concluído. Os suspeitos poderão ser indiciados por corrupção ativa e passiva, peculato, formação de quadrilha, falsidade ideológica e crime licitatório.

Nove pessoas, entre servidores e empresários de três empresas do setor da construção civil e elétrico, foram presas por suspeita de crimes contra a administração pública através de fraudes em licitações, realização parcial ou nenhuma de obras contratadas e superfaturamentos em seis obras em três instituições públicas estaduais, que juntas somam R$ 12 milhões e foram realizadas em 2008 e 2009. Quatro dos oito presos são servidores públicos, incluindo o diretor de um órgão público e os responsáveis pela fiscalização das obras.

Os agentes apreenderam documentos, agendas, celulares, que serão agora periciados, e cerca de 50 mil dólares e mais de R$ 5 mil em dinheiro, de origem ainda não esclarecida. Dois revólveres calibres 32 e 38 também foram recolhidos. Houve o cumprimento de 34 mandados de busca e apreensão e de outros oito mandados de prisão temporária em residências, empresas e órgãos públicos em Porto Alegre, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Nova Petrópolis, Canela e Ivoti, além de Campinas e Limeira, ambas em São Paulo.
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=515831
 


Foto mostra que telhado de escola foi reformado apenas nas beiradas 
Imagem servirá de prova para operação que prendeu nove suspeitos por irregularidades em obras no RS
09/01/2014 14:35 
Telhado de escola foi reformado apenas nas beiradas
Crédito: Polícia Civil / Divulgação / CP
Uma foto aérea, obtida com um sobrevoo do helicóptero da Polícia Civil, comprovou que apenas a beirada do telhado da escola de Ensino Fundamental Professor Oscar Pereira, em Porto Alegre, foi trocado, em desacordo com o contrato firmado. A imagem servirá de prova para a operação Kilowatt, deflagrada nesta quinta-feira pela Delegacia Fazendária do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e que prendeu nove suspeitos. As investigações apontaram irregularidades em obras públicas do Estado.

Além de o telhado ter sido reformado parcialmente, o material usado na cobertura teria sido de fibrocimento, cujo valor é mais barato, ao invés de telhas coloniais previstas no serviço. As mesmas suspeitas recaem sobre o Estadual Parque do Trabalhador, em São Leopoldo.

Superfaturamento

Também foram detectados problemas em obras na Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (FEPPS), na Capital, como a reforma da subestação de energia e do sistema de climatização no Laboratório Central do Estado (Lacen).

A irregularidade na FEPPS, apuram os agentes da Defaz, seria de superfaturamento, com alguns materiais elétricos custando, por exemplo, R$ 10 mil a unidade ao invés de R$ 1 mil praticado no mercado. “Há indícios fortes”, afirmou o delegado Daniel Mendeslki Ribeiro.

De acordo com os delegados Joerberth Nunes Pinto e Ribeiro, os principais problemas apurados até o momento referem-se à inexistência da própria obra contratada ou a execução parcial da mesma, além de indícios de superfaturamento mediante termos aditivos nos contratos originais.

“O Estado pagou e teve prejuízo”, observou o delegado Joerberth Nunes Pinto. Os responsáveis pela fiscalização dessas obras atestavam o cumprimento dos contratos, o que não era verdade. A desconfiança dos policiais é de que tenha ocorrido pagamento de propina.

No Rio Grande do Sul, a ofensiva ocorreu em Canela, Ivoti, Nova Petrópolis, Novo Hamburgo, Porto Alegre e São Leopoldo. Em São Paulo, os alvos são os municípios de Campinas e Limeira. Cerca de 150 policiais civis participaram da operação. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas secretarias estaduais de Educação, Obras e Saúde.
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=515830
 


Menos de 1% dos aprovados no concurso do Magistério foi chamado pela rede estadual
09.01.14
Menos de 1% dos professores aprovados no concurso público mais recente para o Magistério gaúcho foi chamado até o momento. Apenas cerca de 100 profissionais, de um total mais de 13 mil aprovados, foram convocados até o momento.

A validade do concurso é de dois anos. A Secretaria da Educação informou que mais professores serão chamados ainda no começo do ano. A demanda acionada depende do redimensionamento que vai ser proporcionado pelo período de matrículas e também a partir da formação de turmas novas na rede estadual.

Como esse processo segue em andamento e só deve ser concluído após o fim de fevereiro, a Secretaria da Educação sustenta não ter como fazer uma projeção do número de professores que deve ser chamado para o ensino público. Ainda assim, a tendência levantada pelos técnicos da Pasta é de que pelo menos seis mil iniciem as atividades até o fim do primeiro semestre. O restante deve ser convocado até o fim do ano.

Outra meta da gestão Tarso Genro é deixar mais um concurso preparado até dezembro, para que a seleção só ocorra em 2015. Hoje, são mais de 77 mil professores na rede estadual, 21 mil deles cumprindo contrato emergencial. Mesmo com o cadastro ativo de concursados, a Secretaria deve manter parte dessas contratações em 2014.

Fonte: Rádio Guaiba

Comentário do BLOG

Esse Governo faz concursos, é verdade...

Mas, falta pagar o Piso Nacional aos educadores gaúchos. Promessa de Campanha e Lei Federal.

E o 1/3 de horas atividades que a Lei do Piso também contempla?

Governo Tarso: falta pagar o Piso!

1/3 de horas atividades...

E o Politécnico?
 

Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Ventilador cai em sala de aula onde era realizada prova da UFRGS na Capital


A queda do aparelho ocorreu no Colégio Estadual Paula Soares, no centro de Porto Alegre. Ninguém ficou ferido
Marcela Panke - 07.01.14 - 16:45h 
Um ventilador se desprendeu do teto na manhã desta terça-feira (7), durante a realização das provas do vestibular 2014 da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) no Colégio Estadual Paula Soares, no centro de Porto Alegre. No local, ocorre a seleção para os cursos de Ciências Contábeis e Ciências Econômicas.

De acordo com a universidade, ninguém ficou ferido. O ventilador de teto caiu sobre uma cadeira vazia. Segundo relatos de testemunhas, a queda dos parafusos possibilitou que os alunos fossem alertados e saíssem de perto. Uma estudante que estava próximo ao equipamento que caiu foi consultada sobre a possibilidade de mudança de sala, mas optou por continuar fazendo a prova no mesmo local.

A UFRGS informa que o conserto vai ser realizado ainda nesta tarde e que as provas do último dia do vestibular 2014 ocorrerrão normalmente na escola.

Problemas em escolas estaduais

Na segunda-feira, a UFRGS informou que 320 alunos que realizaram os dois primeiros dias de prova na Escola Estadual de Ensino Fundamental Uruguai, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, fariam os últimos dois dias de testes na Escola Técnica Estadual Parobé, no centro da Capital.

O motivo foi a falta de condições necessárias de estrutura e segurança no local, segundo a Universidade. No local, fazem as provas candidatos aos cursos de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Geografia Diurno.
Foto: Marcela Panke / Rádio Gaúcha
http://gaucha.clicrbs.com.br/rs/noticia-aberta/ventilador-cai-em-sala-de-aula-onde-era-realizada-prova-da-ufrgs-na-capital-64761.html

Por Siden Francesch do Amaral e Júlio César Pires de Jesus, Professores e Diretores do 14º Núcleo. 
As Escolas maravilhosas do Governo Tarso!
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Presidente do Cpers recebe ameaças de morte

Polícia Civil investiga ligações para a professora Rejane de Oliveira
Juliano Rodrigues - 06/01/2014 | 06h03
Líder do sindicato que abriga uma legião de mais de 85 mil professores associados, a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, 49 anos, terminou 2013 sob ameaças de morte. Pouco antes do Natal, um homem telefonou diversas vezes para a sede do sindicato pedindo para falar com a dirigente sindical. Como os funcionários se recusaram a transferir a ligação, já que a pessoa não queria se identificar, a mensagem foi repassada a eles.

— Ele disse para alguns diretores nossos e secretários que eu tinha o direito de saber que ia ser morta com um tiro na cabeça e que a minha família passaria o Natal me velando — conta Rejane.

Após as primeiras ligações, a direção do sindicato decidiu contratar um segurança particular para a presidente e locar um carro blindado. O veículo escolhido foi um Ford Fusion prata. O gasto diário da entidade sindical com o reforço na segurança era de cerca de R$ 1,5 mil. Rejane dispensou o veículo depois de dez dias, e voltou a ser ameaçada na véspera de Ano-Novo.

— A pessoa disse: "só para te avisar que eu não esqueci, e que nós vamos acertar as nossas diferenças a qualquer momento".

Acompanhada por dirigentes do Cpers, Rejane registrou duas ocorrências policiais após as ameaças. O caso é investigado pela 17ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre. Até o momento, a polícia já identificou que uma das ligações foi realizada a partir de um telefone público instalado no bairro Menino Deus. Além de encontrar o autor, o desafio dos investigadores será o de descobrir os motivos das ameaças. Rejane está convencida de que há viés político nos telefonemas.

— É um processo de tensão que estamos vivendo, por conta, eu acho, da ação do Cpers. É muito grave porque isso caracteriza a falta de democracia, a perseguição política... A gente não sabe quem está fazendo isso, mas me parece um processo político — afirma.

Apesar de ter dispensado o carro blindado, a presidente do Cpers está sendo acompanhada por seguranças particulares contratados pelo sindicato.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/noticia/2014/01/presidente-do-cpers-recebe-ameacas-de-morte-4381827.html
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.

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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

RETROSPECTIVA 2013

Por Siden* - 31.12.13
O Piso não veio;

O desconto da Greve;

Falta de professores;

Concurso do magistério;

Mais de dez mil aprovados;

Menos de cem nomeados;

Outra tentativa de calote das RPVs;

Ataques à gestão democrática;

Vale alimentação em estudo (até quando?); 

Índice de reajuste do Piso novamente manipulado;

Bombas, spray pimenta;

Tropa de choque...

Migalhas Sim, Piso Não;

Ameaças à Presidente do CPERS/Sindicato;

Jornada de Junho, protestos...

Aposentados excluídos das promoções;

E a hora atividade?

Educadores em prejuízo (como em 2012, 2011...)

Politécnico? ...

O Inter não caiu (para o desgosto da torcida menor)

Futebol sim!  Também não sou de ferro;

Novela das oito, ou nove...

Circo é bom,

Ajuda a segurar esse rojão!

Outro candidato da rede;

A candidata se entusiasma;

Desconfio que não leva...

De YEDA não se esquece.

Santa Maria e as jovens vidas ceifadas;


Adeus à Mandela;

Lágrimas encharcam minha face...

Fomos campeões da Copa das Confederações;

Assim,  ajuda a segurar esse rojão!

Enchentes, noites geladas,

Para encerrar, esse calorão...



Pois, que venha 2014!



Que o Novo Ano seja de muitas Vitórias aos Trabalhadores e às Trabalhadoras!


*Siden Francesch do Amaral é Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo/CPERS-Sindicato.


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Feliz Novo Ano

Que neste novo ano, através da nossa União e Luta, nossas Conquistas sejam Concretizadas e, nossas Categorias Valorizadas!

Direção e Funcionária do 14º Núcleo/CPERS-Sindicato.


Entidades reclamam pressa na aprovação do PNE e criticam texto aprovado no Senado 
Mariana Tokarnia, Agência Brasil - 28/12/2013 - 11h12
Brasília - O Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pelo Senado Federal, foi criticado por entidades da área de educação, que tentarão retomar na Câmara dos Deputados o texto aprovado anteriormente pela Casa. Entre as críticas estão a redução do orçamento da educação pública, a imposição de metas de alfabetização, que pode prejudicar a aprendizagem, e a falta de exigência de clareza na colaboração da União, estados e municípios no financiamento para a educação. Eles reclamam ainda agilidade na tramitação.

“Esse PNE, do jeito que está, vai ter mais chance de ser cumprido porque é ruim. Não adianta fazer um PNE café com leite. Só vai expandir matrícula e não dar padrão de qualidade”, alertou o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direitos à Educação, Daniel Cara. A Campanha é uma rede composta por mais de 200 organizações em todo o Brasil.

O PNE estabelece metas para serem cumpridas em dez anos, entre elas a erradicação do analfabetismo, o oferecimento de educação em tempo integral e o aumento das vagas no ensino técnico e na educação superior. O PNE também estabele que 10% do Produto Interno Bruto (PIB) seja investido no setor.

O projeto tramita há três anos no Congresso Nacional. Já foi aprovado pela Câmara e, em dezembro, pelo Senado. Como teve modificações, terá que voltar à Câmara dos Deputados. No Senado venceu a versão governista, que, pela análise da Campanha, reduz as responsabilidades da União pela expansão de matrículas e qualidade da educação.

Daniel Cara, que tratou do assunto com alguns líderes partidários na Câmara dos Deputados, disse que a tendência é que seja retomado o texto aprovado pela Casa. Mesmo assim, como a maioria dos deputados é governista, ele não está otimista. (2) “Acho que temos 15% de chance de ter um PNE pra valer”.

No texto atual, o investimento público deve ir para a educação e não para a educação pública, como estava no texto aprovado na Câmara. O argumento do governo é que o dinheiro possa beneficiar programas como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), voltado para matrículas em instituições particulares. Com isso, no entanto, reduz-se o investimento em educação pública, argumentam as entidades contrárias ao texto aprovado no Senado.

Também foram excluídos do texto, as duas novas fontes de financiamento aprovadas pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado: 50% do bônus de assinatura dos contratos de partilha de produção de petróleo e gás e pelo menos 25% dos recursos das compensações financeiras da União, estados, Distrito Federal e municípios, para exploração mineral e de recursos hídricos usados para geração de energia elétrica.

O texto que foi aprovado no Senado também abandonou as metas, aprovadas na Comissão de Educação, de que 40% das vagas nas instituições públicas de ensino superior e 50% das vagas no ensino profissionalizante fossem para alunos de escolas públicas. Estabelece ainda que a partir do sexto ano da entrada em vigor do PNE a alfabetização comece aos 7 anos, reduzindo-se essa idade para os 6 anos a partir do décimo ano de vigência do plano.

“Há o risco de reduzir o parâmetro de qualidade, considerar qualquer tipo de leitura como plenamente alfabetizado”, disse a diretora-executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz. Ela ressalta que uma má alfabetização em português e matemática tem impacto futuro. “[O PNE] tem várias questões de retrocesso. Todo ano temos resultado ruim em matemática, nas avaliações nacionais e internacionais. O ensino médio está estagnado há dez anos”, disse.

Priscila acrescenta que “o ano termina muito ruim. O Senado deu uma demonstração de fraqueza, mostrando que a educação não é prioridade para o país”.

A presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, ressaltou a demora na tramitação e a urgência na aprovação. “O PNE tem que ser votado assim que o Congresso voltar à atividade”. Ela lembrou que de 17 a 21 de fevereiro será realizada a Conferência Nacional de Educação (Conae), que reunirá, em Brasília, o poder público e a sociedade civil, para discutir a implementação do PNE. “Sem o PNE, vamos ter uma conferência sem sentido, vamos apenas protestar contra três anos de não aprovação do plano”.

As metas do PNE*:

1. Educação infantil (expansão da creche e universalização da pré-escola)
2. Ensino fundamental (universalização do acesso e conclusão na idade certa)
3. Ensino médio (universalização do acesso e matrícula na idade certa)
4. Educação especial (universalização do acesso e atendimento educacional especializado para alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação)
5. Alfabetização na idade certa (8 anos, 7 anos e, ao final do plano, 6 anos)
6. Educação em tempo integral (50% das escolas e 25% dos alunos da educação básica)
7. Qualidade da educação básica (melhoria do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB)
8. Elevação da escolaridade de jovens de 18 a 29 anos e diminuição da desigualdade educacional (rural, Norte/Nordeste, 25% mais pobres)
9. Erradicação do analfabetismo e redução do analfabetismo funcional (50%)
10. Educação de jovens e adultos integrada à educação profissional (25% das matrículas do ensino fundamental e médio)
11. Educação profissional de nível médio (triplicar matrículas e assegurar 50% de vagas gratuitas)
12. Educação superior (expansão do acesso, especialmente população 18-24 anos)
13. Qualidade da educação superior e titulação do corpo docente (75% mestres e doutores, sendo 35% doutores)
14. Expansão da pós-graduação (60 mil mestres e 25 mil doutores por ano)
15. Formação de profissionais da educação (inicial e continuada)
16. Formação de professores da educação básica (formação continuada e pós graduação)
17. Valorização dos profissionais do magistério público (remuneração equiparada a demais profissionais)
18. Carreira dos profissionais da educação básica e superior (planos e piso salarial)
19. Gestão democrática do ensino público (básico e superior)
20. Investimento público em educação (10% do PIB)
21. Estimular Produção Científica (4 doutores por cada mil habitantes)
*Fonte: Agência Senado

Edição: Fernando Fraga

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http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-28/entidades-reclamam-pressa-na-aprovacao-do-pne-e-criticam-texto-aprovado-no-senado

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sábado, 28 de dezembro de 2013

Quem nos representa te representa?

Marli Helena Kumpel da Silva* - 28.12.13
Ato Público, Praça da Matriz. Foto: Mauro Schaefer.
Como poucos, 2013 foi um ano em que as ruas questionaram as instituições. Em especial, os jovens expressaram que não sentem suas demandas contempladas pelas políticas vigentes. No entanto, a Constituição brasileira garante o direito à participação popular na formulação das políticas públicas e no controle das ações do Estado.

Trata-se do controle social. Um controle exercido pela sociedade sobre o governo. Através dele, a sociedade se envolve na discussão de problemas e decisões que afetam a vida coletiva. É a participação no planejamento, acompanhamento, monitoramento e avaliação das ações da gestão e execução das políticas e programas públicos.

O controle social é muito importante para garantir que as políticas públicas atendam, de fato, às necessidades e prioridades da população, para melhorar os níveis de oferta e de qualidade dos serviços e também para fiscalizar a aplicação dos recursos públicos. Esse controle pode ser feito individualmente, por qualquer cidadão, ou por um grupo de pessoas em Conselhos, de composição plural e paritária entre poder público e sociedade civil, sendo que dentre suas funções está a fiscalização, a função consultiva, a normativa e a deliberativa.

A importância dos Conselhos está na capacidade de fortalecer a participação e intervenção democrática da população, na formulação e implementação de políticas públicas e da garantia de acesso às informações necessárias para efetivar o controle social. Mas os Conselhos estão subutilizados e parecem ignorados.

Apesar dos limites que o Estado tenta impor e da ausência de democracia, há movimentos sociais que resistem e continuam as lutas por liberdade, pela democratização e concretização dos direitos de cidadania. Esta luta está relacionada com a ampliação do espaço público, no qual a sociedade civil possa se manifestar e ser representada.

No entanto, a participação não tem sido significativa. Para sua efetivação, será necessário o enfrentamento de alguns desafios associados à mobilização, sobretudo a ampliação da participação da sociedade civil, visando superar as posições político-partidárias e ideológicas tomadas pelas representações que compõem os Conselhos em detrimento dos anseios da sociedade. Por exemplo, é inaceitável que um governo não ouça uma comunidade escolar quando tem como projeto a extinção ou a reformulação da sua escola.

Cidadão que não se sente representado precisa participar, garantindo a autonomia e a independência da organização popular para superar os riscos de cooptação, subordinação e negação das lutas populares. E os mandatários, ou os futuros, que não considerarem o recado de 2013 serão contestados em 2014 e depois.

MARLI HELEMA KUMPEL DA SILVA é representante do CPERS/Sindicato no Conselho Estadual de Educação

Fonte: CPERS/SINDICATO

ZERO HORA / Blog 20º  Nùcleo CPERS/Sindicato
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.

 

Leia no Blog Opinião Dorotéia:
A HISTÓRIA NÃO PERDOA!
Por Rejane de Oliveira
O secretário de educação desesperadamente, tenta esconder sua incompetência, assediando moralmente direções de escola e comunidade escolar, jogando o seu fracasso em cima dos ombros dos educadores.
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Cpers oferece assessoria jurídica para defender Julinho, depois de sindicância aberta pela Secretaria da Educação

"Não vamos admitir que o governo jogue sobre os ombros dos trabalhadores sua incompetência", diz a presidente do sindicato dos professores, Rejane de Oliveira
Letícia Duarte - 26/12/2013 | 15h08 
Diante da sindicância aberta pela secretaria Estadual da Educação para investigar irregularidades no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, o Sindicato dos Professores reagiu.

Considerando uma "perseguição" a reação do Estado, que foi tomada após reportagem de ZH revelar o cotidiano de uma sala de aula do Julinho durante todo o ano letivo de 2013, a direção do Cpers pretende dar "todo o apoio" à instituição, colocando sua assessoria jurídica para defender a escola.

Hoje à tarde, a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, irá pessoalmente ao Julinho para manifestar solidariedade e oferecer a assessoria.

— Não vamos admitir que o governo jogue sobre os ombros dos trabalhadores sua incompetência e a falta de priorização da educação. Essa escola é o reflexo do que acontece em todas as escolas, não é um caso isolado — afirma Rejane.

Segundo ela, a instituição chegou a cogitar a divulgação de uma lista de escolas nas mesmas condições do Julinho, mas voltou atrás por medo de represálias contra as instituições.

Fruto do acompanhamento de uma turma de primeiro ano do Ensino Médio na instituição durante todo o ano letivo, a reportagem narrou questões como a recorrente falta de professores e as controversas que envolvem a implantação do Ensino Médio Politécnico, criticado por boa parte dos professores como uma manobra do governo para facilitar a aprovação, maquiando índices de evasão e repetência.

Na avaliação do secretário da Educação, Jose Clovis de Azevedo, os problemas apontados na matéria seriam fruto de "má gestão" na escola, e não um retrato da educação pública.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/12/cpers-oferece-assessoria-juridica-para-defender-julinho-depois-de-sindicancia-aberta-pela-secretaria-da-educacao-4374671.html


Assembleia aprova aumento de 12,7% para o piso regional em 2014 
Deputados estaduais aprovaram na tarde desta quinta-feira o mínimo de R$ 868 para os trabalhadores gaúchos
26/12/2013 | 17h04 
Por 45 votos favoráveis e nenhum contrário, o deputados estaduais aprovaram reajuste de 12,7% para o piso regional, o qual valerá a partir de 1º de fevereiro. Encerrada às 16h45min desta quinta-feira, a votação elevou a primeira faixa salarial de R$ 770 para R$ 868 mensais.

Os parlamentares também aprovaram a criação de uma quinta faixa salarial, para técnicos de nível médio, que será de R$ 1,1 mil por mês, já contabilizado o aumento. Apresentado pelo governador Tarso Genro em novembro, o índice de 12,7% ficou no meio termo entre o que reivindicavam os trabalhadores e o que propunham os empresários.
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http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2013/12/assembleia-aprova-aumento-de-12-7-para-o-piso-regional-em-2014-4374735.html

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