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terça-feira, 17 de julho de 2012

ECA - 22 anos

Pensei em comentar a entrevista abaixo. Entretanto,  decidi  que o melhor comentário a ser feito,  seria colocar em destaque as palavras finais da entrevistada.
 
"Sabemos que todos os direitos são igualmente importantes, mas obviamente o direito à educação é o mais estratégico. Quando a educação de qualidade for de fato prioridade no país, quando efetivarmos o aumento dos investimentos na educação pública, teremos um país mais igualitário e mais digno para todas as crianças e adolescentes."   (Marcia Acioli)
 

22 anos do ECA: entrevista com Márcia Acioli
17/07/2012
Na sexta-feira, 13, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 22 anos. Entrevista realizada com Márcia Acioli*, assessora política do Inesc e responsável pelo projeto Onda: adolescentes em movimento pelos direitos, revela que ainda há um caminho logo para ser trilhado em relação à conquista da garantia universal dos direitos das crianças e dos adolescentes.

A especialista aponta que o ECA ainda é mal interpretado pela sociedade e que a mídia precisa ter uma postura mais ética quando abordar questões sobre adolescentes em conflito com a lei. Márcia aponta como desafio a garantia de que "as políticas públicas sejam elaboradas de forma articulada e que os respectivos orçamentos se cumpram adequadamente". Por fim, ela garante que educação é um direito estratégico para a garantir igualdade para todos as crianças e adolescentes.

Inesc:  O ECA foi um avanço para a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, no entanto, você acredita que a lei realmente acrescentou um olhar inovador nas políticas públicas?
Márcia: Ainda não conseguimos trazer o espírito do ECA para os corações de todos/as brasileiros/as. Nem o poder público, nem a população, muito menos os próprios sujeitos de direitos (as crianças e os adolescentes) incorporaram o ECA na íntegra em seus modos de ver o mundo e em suas práticas. As políticas públicas aos poucos, em velocidade muito lenta, são elaboradas à luz do ECA e têm suas gestões orientadas pelos princípios da lei. A sociedade, alimentada por uma mídia conservadora baseada na cultura menorista - fundamentada no antigo Código de Menores - , não compreende o significado mais revolucionário da "nova lei". E, o mais preocupante é que, os/as adolescentes, sem conhecer os direitos não têm a percepção política para a sua exigência e a sua conquista.

Inesc : Qual é o principal desafio em relação à elaboração de políticas públicas que sigam os preceitos estipulado pelo ECA?
Márcia: Um desafio permanente é atenção a todos os direitos simultaneamente. O que defendemos na formação que fazemos com adolescentes é que o artigo 4º do ECA se cumpra garantindo o que chamamos de proteção integral e prioridade absoluta. Ou seja, todos os direitos devem se cumprir, uma vez que um direito chama o outro, e a ausência de um direito significa ameaça ao outro. Sem saúde, por exemplo, não é possível se vislumbrar uma educação perfeita e sem lazer a criança é privada do seu pleno desenvolvimento.
Outro desafio é garantir que as políticas públicas sejam elaboradas de forma articulada e que os respectivos orçamentos se cumpram adequadamente. Ao analisar os orçamentos municipais, e mesmo o nacional, observamos uma lentidão na execução e muito contingenciamento dos recursos para as áreas referentes à realização dos direitos.
E, por fim, damos destaque ao desafio de se garantir que todo o Brasil assegure a lei se cumpra igualmente de norte a sul. Há ainda muitas regiões mais vulneráveis e populações mais violentadas. Crianças indígenas, quilombolas e meninos e meninas de rua são especialmente afetadas pelas desigualdades sociais e pela violência.

Inesc : Depois de 22 anos do ECA, boa parte da sociedade ainda acredita que essa legislação é paternalista. O que você diria para essas pessoas?
Márcia: O ECA definitivamente não é paternalista. Quem diz isso não conhece a lei. O que este marco jurídico defende é condições básicas para a vida e o crescimento de todas as crianças e de todos os adolescentes em condições dignas e igualitárias. Um dos méritos do ECA é que ele traz para o mesmo barco meninos e meninas de todas as realidades, assegurando uma abordagem igualitária e plena. Todos/as são sujeitos de direitos e devem viver a infância como crianças, sendo protegidos/as e tendo seus direitos garantidos com igual acesso à educação, ao esporte, à cultura e ao lazer, por exemplo.
Todos os pedagogos sabem que brincar é uma das atividades mais importantes da infância; no entanto, há muitas pessoas que consideram melhor trabalhar do que ficar na rua. Este discurso só contribui para acentuar as desigualdades. Quanto aos adolescentes em conflito com a lei, o ECA defende uma abordagem pedagógica que permita que os meninos e as meninas que cumprem uma medida sócioeducativa revejam suas vidas e elaborem novos modos de relacionamento com a sociedade. Esta perspectiva se dá por meio de bons projetos pedagógicos.
O que temos questionado o tempo todo é qual é a eficiência do Estado para realizar estes direitos? O que mudou? A lei não é inadequada, as políticas públicas é que são ineficientes e não a realizam. Sabemos que havendo proteção integral para todas as crianças e adolescentes, desde o nascimento, as mudanças no panorama social são imediatas.

Inesc : O projeto Onda desenvolve um trabalho com adolescentes do Centro de Atendimento Juvenil Especializado (CAJE) do DF. Para você, qual a importância de realizar ações com esses meninos e meninas?
Márcia: Meninos e meninas em conflito com a lei são pessoas que seguramente vivenciaram inúmeras situações de falta de direitos. Todos os que estão lá experimentaram uma intensa violência na própria vida e/ou não tiveram acesso aos direitos. Mesmo os raros filhos das classes privilegiadas que estão internos tiveram a ausência crônica dos pais, habitaram em lares violentos, ou mesmo foram negligenciados. A linguagem da violência tornou-se para a maioria a via mais importante de contato com a sociedade. Para nós, é significante promover reflexões, desenvolver a prática do diálogo e,fundamentalmente, trazer a lógica dos direitos para o cotidiano; ou seja, queremos que meninos e meninas que nutriram-se de contextos de violência consigam compreender as circunstâncias que viveram e elaborar para eles mesmos novas formas de contato com a sociedade. Esperamos que esses adolescentes compreendam a dimensão da reciprocidade dos direitos e observem que a dignidade e o respeito, por exemplo, devem ser garantidos na mesma medida para eles mesmos epara os outros.

Inesc: A mídia retrata o jovem em conflito com a lei de uma forma que influencia a sociedade a criar um estereótipo de que esses adolescentes são bandidos e de que a idade penal deve ser rebaixada. O que é necessário fazer para desconstruir essa imagem disseminada pela mídia?
Márcia: Discutimos isto recentemente no "Seminário Direitos em Pauta", promovido pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI). A mídia, em grande medida, é responsável pela formação da opinião pública, portanto somente a mídia pode fazer frente aos estragos que ela mesma tem promovido. O que quero dizer com isso é que precisamos de novas abordagens que de fato contribuam para que o tema, que é complexo, seja tratado de forma ética. Há uma nítida tendência a se "espetacularizar" a violência praticada por adolescentes dando uma falsa ideia de que eles são autores da maior parte da violência cometida no país.

Inesc: Todos os anos vemos especialistas fazendo um balanço do ECA com seus pontos positivos e negativos. Gostaríamos de ir mais além e saber o que é preciso mudar para que realmente a criança e o adolescente brasileiro garanta a universalidade dos seus direitos?
Márcia: Sabemos que todos os direitos são igualmente importantes, mas obviamente o direito à educação é o mais estratégico. Quando a educação de qualidade for de fato prioridade no país, quando efetivarmos o aumento dos investimentos na educação pública, teremos um país mais igualitário e mais digno para todas as crianças e adolescentes.

*Márcia Hora Acioli é especialista em Violência doméstica contra crianças e adolescentes, pela USP, e mestre em Antropologia aplicada à educação, pela UnB.

FONTE: FEPESP (com modificações)
Por Siden Francesch do Amaral, Diretor Geral do 14º Núcleo CPERS/Sindicato


Menos de 30% dos brasileiros são plenamente alfabetizados, diz pesquisa
Amanda Cieglinski, Agência Brasil - 17/07/2012 - 17h17
Brasília – Apenas 35% das pessoas com ensino médio completo podem ser consideradas plenamente alfabetizadas e 38% dos brasileiros com formação superior têm nível insuficiente em leitura e escrita. É o que apontam os resultados do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2011-2012, pesquisa produzida pelo Instituto Paulo Montenegro e a organização não governamental Ação Educativa.

A pesquisa avalia, de forma amostral, por meio de entrevistas e um teste cognitivo, a capacidade de leitura e compreensão de textos e outras tarefas básicas que dependem do domínio da leitura e escrita. A partir dos resultados, a população é dividida em quatro grupos: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar, alfabetizados em nível básico e plenamente alfabetizados.

Os resultados da última edição do Inaf mostram que apenas 26% da população podem ser consideradas plenamente alfabetizadas – mesmo patamar verificado em 2001, quando o indicador foi calculado pela primeira vez. Os chamados analfabetos funcionais representam 27% e a maior parte (47%) da população apresenta um nível de alfabetização básico.

“Os resultados evidenciam que o Brasil já avançou, principalmente nos níveis iniciais do alfabetismo, mas não conseguiu progressos visíveis no alcance do pleno domínio de habilidades que são hoje condição imprescindível para a inserção plena na sociedade letrada”, aponta o relatório do Inaf 2011-2012.

O estudo também indica que há uma relação entre o nível de alfabetização e a renda das famílias: à medida que a renda cresce, a proporção de alfabetizados em nível rudimentar diminui. Na população com renda familiar superior a cinco salários mínimos, 52% são considerados plenamente alfabetizados. Na outra ponta, entre as famílias que recebem até um salário por mês, apenas 8% atingem o nível pleno de alfabetização.

De acordo com o estudo, a chegada dos mais pobres ao sistema de ensino não foi acompanhada dos devidos investimentos para garantir as condições adequadas de aprendizagem. Com isso, apesar da escolaridade média do brasileiro ter melhorado nos últimos anos, a inclusão no sistema de ensino não representou melhora significativa nos níveis gerais de alfabetização da população.

“O esforço despendido pelos governos e também pela população de se manter por mais tempo na escola básica e buscar o ensino superior não resulta nos ganhos de aprendizagem esperados. Novos estratos sociais chegam às etapas educacionais mais elevadas, mas provavelmente não gozam de condições adequadas para alcançarem os níveis mais altos de alfabetismo, que eram garantidos quando esse nível de ensino era mais elitizado. A busca de uma nova qualidade para a educação escolar em especial nos sistemas públicos de ensino deve ser concomitante ao esforço de ampliação de escala no atendimento para que a escola garanta efetivamente o direito à aprendizagem ”, resume o relatório.

A pesquisa envolveu 2 mil pessoas, de 15 a 64 anos, em todas as regiões do país.

Veja quais são os quatro níveis de alfabetização identificados pelo Inaf 2011-2012:

Analfabetos: não conseguem realizar nem mesmo tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares.

Alfabetizados em nível rudimentar: localizam uma informação explícita em textos curtos, leem e escrevem números usuais e realizam operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias.

Alfabetizados em nível básico: leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo com pequenas inferências, leem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações e têm noção de proporcionalidade.

Alfabetizados em nível pleno: leem textos mais longos, analisam e relacionam suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos.

Edição: Carolina Pimentel

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-07-17/menos-de-30-dos-brasileiros-sao-plenamente-alfabetizados-diz-pesquisa

Gripe A: núcleo de Bagé emite nota de repúdio

17/07/2012 15:47
O 17º Núcleo do CPERS/Sindicato, com sede em Bagé, emitiu nota de repúdio contra o confinamento de professores em um mesmo espaço, num momento em que o Estado, mais uma vez, se depara com um elevado número de mortes provocadas pela Gripe A.

Segundo a Agência Brasil, a região Sul do Brasil contabiliza 108 mortes em consequência da influenza A (H1N1). São 52 mortes em Santa Catarina, 33 no Rio Grande do Sul e 23 no Paraná. Os três estados já contabilizam 1,6 mil casos da doença.

Veja, abaixo, a nota emitida pelo núcleo.

NOTA DE REPÚDIO

O 17º Núcleo do CPERS/Sindicato vem a público manifestar seu repúdio em relação à realização dos dias de formação realizados pela Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, que, confina centenas de professores no Clube Comercial de Bagé, contrariando as orientações da Secretaria da Saúde de que as pessoas devam evitar aglomerações e ambientes fechados devido ao surto de Gripe A.

O governo do Estado, mais uma vez, omite-se em não tomar as devidas precauções e providências quanto à saúde dos gaúchos, expondo seus trabalhadores aos riscos da gripe H1N1.

A diretora do Núcleo, Professora Ana Lúcia Cabral, na abertura do evento, pediu a palavra, o que foi negado pelo setor pedagógico da 13ª. CRE.
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato, com informações da Agência Brasil e do 17º Núcleo do CPERS/Sindicato.
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3283
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sábado, 14 de julho de 2012

Nada de novo...

Por Siden* - 15.07.12
Foto: Gentileza da Professora Miriam A. Vivi Kuh
E a chuva chegou. Finalmente!

Fim da estiagem. E junto veio o frio trazendo sensação térmica abaixo de zero.

Quem apostava que o Piso chegaria primeiro, se quebrou...

Fora isso, nada de novo...

Há contracheques em alguns setores públicos com valores acima de R$ 300 mil mensais. Entretanto, o salário dos educadores continua miserável.

Fora isso, nada de novo... Isso é novo?

Nas visitas às Escolas, tenho percebido a indignação dos Trabalhadores em Educação com o executivo estadual...


Fora isso, nada de novo...

Existe dinheiro para tudo, só não tem à educação.

Fora isso, nada de novo...  Novo?

E o Piso não vem. Só migalhas...

Aumento da Previdência...

Fora isso, nada de novo...

Leio numa faixa em frente a uma Escola:
“... Daremos  a resposta nas urnas”!

Em outras visitas tenho percebido a surpresa dos educadores com a presença de certos(as) deputados(as) fazendo parte da base aliada do Governo Tarso. Alguns(as) Colegas pedem  o cartaz para levar para casa e dizem: “No seu discurso de candidato ele(a) afirmava que defenderia a educação e os educadores...”

Fora isso, nada de novo ...



Chegou a chuva. O frio. O fantasma da Gripe A novamente a assombrar. Não tem vacinas para todos...

Fora isso, nada de novo... E precisa?

*Siden Francesch do Amaral é Professor e Diretor Geral do 14º
Núcleo.
 

Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Crianças e adolescentes fazem sacrifício para estudar
Estudantes enfrentam estradas sem asfalto, empoeiradas e enlamadas


Proposta do Governo Federal tira poder aquisitivo de professores, apontam sindicatos
Felipe Prestes - 16/07/12 | 20:35
A proposta de reajuste apresentada pelo Governo Federal, na última sexta-feira (13), aos professores de instituições federais de ensino geraria perda de poder aquisitivo a parte dos docentes, ficando abaixo da inflação. As duas principais organizações sindicais da categoria divergem sobre a quantidade de profissionais que seria prejudicado, mas concordam que não irão aceitar plenamente a proposição.

O Governo ofereceu um reajuste até 2015 que chega a 45% para os professores de universidades titulares, com doutorado, o nível mais alto da carreira; e um mínimo de 24,4% para o professor associado, com doutorado, de nível 1. Para os mestres, quase todos os reajustes ficam perto da casa dos 25%. Para os professores de ensino técnico ou básico que têm apenas graduação, o reajuste fica em 22%. O último reajuste havia sido em julho de 2010.
[...]
http://sul21.com.br/jornal/2012/07/proposta-do-governo-federal-tira-poder-aquisitivo-de-professores-apontam-sindicatos/

Sobe para 33 o número de mortos por gripe A no RS
Ministério da Saúde começou hoje a investigação dos óbitos pela doença no Estado
16/07/2012 18:13
Subiu para 33 o número de mortos em razão da gripe A no Rio Grande do Sul, conforme o boletim divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Estadual da Saúde (SES). Os novos óbitos ocorreram em Cruz Alta, em São Borja e dois em Porto Alegre. O Estado tem atualmente 218 casos da doença em 77 municípios.

Nesta tarde, três técnicos do Ministério da Saúde começaram um trabalho de investigação sobre os óbitos atribuídos ao vírus. A ação deve ser similar ao que foi desenvolvido em Santa Catarina, onde o número de mortes chega a 52.
[...]
Segundo a determinação do Ministério da Saúde, o tratamento com o antiviral Tamiflu deve ser iniciado nas primeiras 48 horas após os primeiros sintomas, sem aguardar resultados laboratoriais ou sinais de agravamento. Para isso, basta consultar um médico em um Posto de Saúde ou hospital e ter a prescrição médica para obter o medicamento.
[...]
Veja a lista de municípios onde ocorreram mortes por gripe A no RS em 2012:

* Alecrim: 1 morte
* Boa Vista do Cadeado: 1 morte
* Canoas: 1 morte
* Condor: 1 morte
* Coronel Bicaco: 1 morte
* Cruz Alta: 2 mortes
* Encantado: 1 morte
* Guarani das Missões: 1 morte
* Igrejinha: 1 morte
* Maquiné:  1 morte
* Porto Alegre: 5 mortes
* Salto do Jacuí: 1 morte
* Santa Maria: 1 morte
* Santo Ângelo: 3 mortes
* São Borja: 5 mortes
* São Miguel das Missões: 1 morte
* São Sebastião do Caí: 1 morte
* Sapucaia do Sul: 1 morte
* Soledade: 1 morte
* Tiradentes do Sul: 1 morte
* Tupanciretã: 1 morte
* Vitória das Missões: 1 morte
Com informações da Repórter Thaís Salvagni
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=444244


Tarso inaugura plantas industriais de duas empresas na região
Altus abriu unidade em Sapucaia e SAP ampliou sede no Tecnosinos
Isabella Belli - 16/07/2012 15h30
Brasil  - O governador do Estado Tarso Genro participou, nesta segunda-feira, de duas inaugurações na região que fizeram parte da agenda chamada Política Industrial nos Caminhos da Tecnologia e da Inovação.

Em Sapucaia do Sul, o governador junto com o secretário estadual de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Mauro Knijnik, inaugurou a unidade da Altus responsável pela fabricação de paineis de controle para as plataformas de petróleo.

 Em São Leopoldo, as autoridades inauguraram as obras de expansão da SAP, empresa do Parque Tecnólogico, que fica na Unisinos.
 http://www.jornalvs.com.br/sao-leopoldo/402168/tarso-inaugura-plantas-industriais-de-duas-empresas-na-regiao.html
 Nota do Tio Noé: Novamente, não foi informado o valor doado pelo governador às duas empresas, como a todas as outras nestes três anos à frente do executivo.



Plantão Mês de Julho de 2012

Dos dias 16 à 27 de julho haverá atendimento somente no turno da tarde:

13h30min à 17h30min.

A partir do dia 30 de julho de 2012, atendimento normal.

De Segunda à Sexta

Das 8h30min. às 12hs e 13h30min. às 17h30min.

Urgências: Fone 84167242

Prof. Siden (Diretor do 14º Núcleo)

Por Joana
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

TJ abre 139 vagas para concurso público para cargos de nível médio e superior

Salários vão de R$ 1.941 à R$ 8.364
13/07/2012 19:06


O Tribunal de Justiça do Estado lançou, nesta sexta-feira, o edital de um concurso público que abre 139 vagas para cargos de nível médio e superior. Os salários vão de R$ 1.941 a R$ 8.364.

As vagas são para analista e técnico judiciário, engenharias civil, mecânica, elétrica e estatística, taquígrafo forense, bibliotecário pesquisador, historiógrafo, assistente social, arquiteto, desenhista e auxiliar de comunicação.

A aplicação das provas é prevista para os dias 15 e 16 de setembro, mas as datas ainda dependem de confirmação.
As inscrições devem ser feitas entre 16 de julho e 6 de agosto, pela Internet, nos sites www.tjrs.jus.br ou www.faurgsconcursos.ufrgs.br.
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=443356

 

Governo propõe plano de carreira para professores
Docentes das universidades federais estão em greve desde o dia 17 de maio
Jornal VS e Agência Brasil - 13/07/2012 17h21
Brasília  - O governo federal propôs nesta sexta-feira (13) um plano de carreira às entidades sindicais dos professores dos institutos e universidades federais. O plano entraria em vigor a partir do ano que vem. A categoria está em greve desde o dia 17 de maio. Neste momento, representantes dos grevistas conversam com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.

A proposta do governo estima que, ao longo dos próximos três anos, a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva suba de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil. Além disso, “como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos”, os níveis de carreira serão reduzidos de 17 para 13.

Segundo documento do Ministério do Planejamento, “a proposta permite uma mudança na concepção das universidades e dos institutos, na medida em que estimula a titulação, a dedicação exclusiva e a certificação de conhecimentos”.

A proposta garante ao professor com doutorado e dedicação exclusiva salário inicial de R$ 8,4 mil. A remuneração dos professores que já estão na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva, aumentará de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.
[...]
http://www.jornalvs.com.br/universidades/401791/governo-propoe-plano-de-carreira-para-professores.html
 

Funcionários de escola: aprovada emenda ao PL 267/11
12/07/2012 11:31
Foi aprovada na Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul a emenda que garante a inclusão de todos os funcionários de escola no Plano de Carreira. Encaminhado pelo Executivo, o Projeto de Lei nº 267/11 mantinha 205 trabalhadores em instituições da rede estadual de ensino fora do Plano.

O projeto - com a emenda - deve ser apreciado pelo Legislativo após o recesso parlamentar, que ocorre entre os dias 15 e 29 de julho.
Na semana passada, o projeto foi tema de uma audiência pública da Comissão. A polêmica gira em torno da emenda proposta pelo CPERS/Sindicato e apresentada pela relatora, Zilá Breitenbach (PSDB), que inclui no quadro dos servidores de escola trabalhadores que não estavam contemplados no projeto com origem no Executivo.

A vantagem para os servidores com a inclusão é a garantia de um Plano de Carreira, que no quadro geral inexiste.

O deputado Valdeci Oliveira (PT), líder do governo Tarso na Assembleia Legislativa, foi o único parlamentar que votou contra. Os votos favoráveis foram dados por Maria Helena Sartori e Márcio Biolchi, ambos do PMDB, Cassiá Carpes (PTB), Juliana Brizola (PDT), Miki Breier (PSB), Carlos Gomes (PRB) e Zilá Breitenbach (PSDB).

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato, com informações do portal da Assembleia Legislativa
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3282
Por Joana Flávia Scherer, Assistente do 14
º Núcleo.

 

Por dentro da Previdência
Fim do Fator previdenciário: um plano de lobo na pele de cordeiro
Trabalhador deve fazer as contas das perdas e ganhos

Por Paulo Perazzo
O Governo Federal vem anunciando mudanças nos cálculos da aposentadoria. A idéia é acabar com o fator previdenciário e implantar um novo método chamado fator 85/95.

O homem precisaria de 95 pontos e a mulher, 85 pontos para se aposentar. Cada ano de idade vale 1 ponto e cada ano de contribuição também vale 1 ponto nesse cálculo.

Assim sendo, um homem com 60 anos de idade e 35 anos de contribuição teria 95 pontos e poderia se aposentar sem as perdas do fator previdenciário, uma aposentadoria verdadeiramente integral.

Essa proposta, alvissareira em um primeiro momento, esconde uma armadilha contra os segurados do INSS, futuros aposentados do sistema.

Um homem que começou a trabalhar com 18 anos de idade e já contribuiu 35 anos poderia nas regras atuais se aposentar, mesmo com as perdas do fator previdenciário, aos 53 anos de idade.

Para efeitos de explicação, suponhamos que esse homem consiga uma aposentadoria de R$ 1 mil e, se não fossem as regras do fator previdenciário, sua renda mensal seria de R$ 1.300, tudo pelas regras de hoje.

Ele sairia perdendo 30% de sua renda, mas, em compensação, poderia se aposentar ainda hoje se desejasse.

Pelas novas regras que o governo quer impor - e o congresso já vai por em votação -, esse mesmo segurado não poderia mais se aposentar agora, mas somente daqui a três anos e meio. Esse seria o tempo necessário para que o mesmo completasse os 95 pontos, eis que nesse exemplo (53 de idade + 35 de serviço) ele só teria 88 pontos.

Devemos considerar que um segurado ganha 2 pontos por ano se estiver em atividade, 1 ano de sua idade natural e mais 1 ano de seu tempo de serviço.

Pois bem. Para ter ideia da dimensão do prejuízo, devemos fazer os cálculos de quanto esse segurado DEIXARIA de ganhar em razão dessa prolongação no tempo necessário à aposentadoria.

Como ele tem direito a 13 prestações anuais (doze meses mais o décimo terceiro salário), o prejuízo dele seria de R$ 13 mil por ano.

O prejuízo total no fim de 3 anos e meio seria na ordem de R$ 45.500.

Devemos contar também que, durante esses três anos e meio, ele terá de contribuir para a previdência e isso significa, no caso de um autônomo, uma contribuição de R$ 200 por mês (20% em cima de 1.000). Prejuízo adicional em torno de R$ 9 mil.

O total da conta é R$ 45 mil que deixaram de ser ganhos mais R$ 9 mil de contribuições adicionais. O que resulta em R$ 54 mil reais de prejuízo.

Segundo o governo, as notícias ruins param por aí, pois, com as novas regras, o aposentado não perderia mais nada na sua aposentadoria por causa do fator previdenciário.

A aposentadoria dele, ao invés de ser R$ 1 mil, seria de 1,3 mil; grande notícia, não é mesmo?

A resposta é Não.

Para recuperar os R$ 54 mil de prejuízo com o acréscimo de R$ 300 na aposentadoria o segurado levaria incríveis mais de 180 meses.

Traduzindo: Demoraria 15 anos apenas para empatar; só a partir disso é que ele teria ganhos reais.

Traduzindo mais ainda, a proposta do governo é um lobo na pele de um cordeiro. Os aposentados não devem se enganar.
http://ne10.uol.com.br
Fonte: Sindiserj
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral
do 14º Núcleo.
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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Gripe A: CPERS cobra providências imediatas do governo do Estado

11/07/2012 15:39

O CPERS/Sindicato entregou na tarde desta quarta-feira, no Palácio Piratini, documento direcionado ao governador Tarso Genro cobrando providências imediatas para conter o avanço da gripe A no Estado. Nesta quinta-feira, o documento será entregue à Secretaria da Educação.

O sindicato reivindica a disponibilização imediata e gratuita de vacinas para estudantes, educadores e pais de alunos em todo o Estado; a antecipação das férias escolares; a alocação de verbas extraordinárias para que as escolas possam investir na prevenção e higiene do ambiente escolar; e o desenvolvimento uma campanha pública de esclarecimentos sobre os riscos trazidos à saúde pela gripe A.
“Os riscos de contaminação estão gerando pânico em algumas regiões do Estado, sem que sejam adotadas medidas condizentes com a situação. O número de mortes aumenta a cada dia, mas as autoridades responsáveis evitam encarar o problema com a dimensão que possui”, diz o documento entregue ao governo pelo sindicato.

A preocupação com o problema levou a entidade a cancelar seminário previsto para o próximo dia 20, que tinha como objetivo discutir a reestruturação do ensino médio na rede estadual. O encontro deverá ser realizado em data ainda a ser definida.

Veja no Portal do CPERS, através do link abaixo, o documento entregue ao governo.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato.



Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Funcionários que envergonham os Servidores Públicos

Núcleo de Estrela pressiona o governador durante inauguração de viaduto
11/07/2012 00:00
Os educadores estão em “estado de greve” e as atividades de mobilização aprovadas em Conselho são diversas. Uma delas é marcar presença sempre que em eventos com a presença do governador Tarso nos municípios.
Foi o que aconteceu no sábado (07), por ocasião da inauguração de um viaduto na ERS-130, no município de Lajeado. Um grupo de educadores, em maior número do que as autoridades presentes. O grupo passava de “meia dúzia de gritos” e não era “uma tendência política”, como se referiu o governador em sua fala. Havia algumas pessoas no grupo que apoiaram a eleição do governador, mas que se sentiram traídas com a política praticada pelo governo.

Era o CPERS/Sinidcato que estava na atividade, com faixas, cartazes, palavras de ordem, denunciando, inclusive, os deputados que votaram a favor do aumento do desconto previdenciário para os servidores públicos.

Os gritos proferidos durante a cerimônia eram de revolta, de indignação com o descaso, com a falta de palavra para com os funcionários de escola, com o não cumprimento da Lei do Piso (lei que ele mesmo assinou), com o desmonte do ensino médio, com a farsa do concurso público, com a falta de professores e agentes educacionais nas escolas; um conjunto de indignados com a prepotência do governo.

A categoria aproveitou a oportunidade para cobrar não somente o piso, mas políticas sérias para educação, para a saúde, pois as pessoas pobres estão morrendo nas filas dos hospitais, sem atendimento, sem a menor dignidade; cobrou, também, segurança, denunciando também, os baixos salários pagos aos trabalhadores da segurança, que - junto com a educação – tem um dos menores salários do Estado.
Com informações do 8º Núcleo do CPERS/Sindicato (Estrela)
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3281
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.


 

Gripe A leva mais quatro municípios a anteciparem férias escolares
Outras duas cidades anunciaram novas mortes em razão da doença
11/07/2012 18:42
A exemplo de outros municípios do Rio Grande do Sul, mais quatro cidades resolveram antecipar as férias na rede municipal de ensino como forma de prevenção contra a gripe A. A Prefeitura de Gravataí, na região Metropolitana da Capital, decidiu antecipar em uma semana o recesso. O período era previsto, de início, para começar no dia 23, mas a partir da próxima segunda-feira os alunos já não terão aulas. A decisão deve atingir cerca de 26 mil estudantes, conforme a administração municipal. Além disso, os professores serão imunizados com a vacina tríplice que protege contra o vírus H1N1 e dois tipos de Influenza sazonal.

Três cidades do Alto Jacuí também decidiram antecipar o recesso de inverno. Cruz Alta, por exemplo, liberou os 7 mil alunos das 22 escolas municipais nessa terça-feira. As férias estavam programadas para a próxima segunda. O objetivo, conforme a prefeitura, é diminuir o acúmulo de pessoas em locais fechados. Em Boa Vista do Cadeado, 400 estudantes entraram em férias também na terça-feira, seis dias antes do previsto no calendário escolar. O município já teve um óbito por gripe A neste ano. A partir desta quarta-feira, as aulas foram canceladas nas instituições de Santa Bárbara do Sul. São afetados alunos de quatro escolas: Clemente Corvalão, Egydio Véscia, Joaquim de Moura e Bom Pastor. Na educação infantil, a única atingida é a Criança Feliz, por não possuir berçários ou maternal. Nas demais, a orientação da prefeitura é para que os pais que puderem evitem levar os filhos às aulas, a fim de diminuir o contato com outras crianças e a exposição às mudanças de clima. Santa Bárbara registra cinco casos de H1N1.

Os municípios de São Borja, Quinze de Novembro, Pejuçara, Alecrim e Condor já haviam adotado medida semelhante e anteciparam as férias nas instituições municipais e estaduais. Em Santa Maria, o Colégio Estadual Érico Veríssimo adotou a medida, assim como o Colégio Kennedy, da rede privada da Capital. O Farroupilha, também particular, orientou que os alunos sem provas ou avaliações pendentes já fiquem em casa. Mais de 57 mil estudantes são afetados pelas decisões, conforme levantamento da reportagem.

Também nesta quarta-feira, mais dois municípios gaúchos confirmaram mortes em função da gripe A. Em Rosário do Sul, uma paciente do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora morreu em função da doença na segunda-feira. A mulher de 48 anos ficou internada três dias no local. Cruz Alta também teve o primeiro óbito do ano confirmado nesta quarta-feira pela Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica. A vítima foi uma mulher de 47 anos, que não havia se vacinado e permaneceu internada por cerca de 20 dias no Hospital São Vicente de Paulo. A morte ocorreu nessa terça-feira. Porém, o último balanço oficial divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) indica 23 óbitos e 145 ocorrências confirmadas da doença até agora.

Confira a conduta a ser adotada para evitar o contágio (conforme a SES):

- Higienizar as mãos com frequência;
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;
- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração;
- Ventilar os ambientes.

Veja as ocorrências de gripe A no RS em 2012 conforme informações da SES:

* Alecrim: 1 morte
* Alegrete: 1 caso
* Alvorada: 2 casos
* Arroio do Tigre: 1 caso
* Boa Vista do Cadeado: 1 morte
* Boa Vista do Incra: 1 caso
* Cacequi: 1 caso
* Campo Novo: 1 caso
* Canoas: 1 morte
* Catuípe: 1 caso
* Caxias do Sul: 1 caso
* Condor: 1 morte
* Coronel Bicaco: 1 morte
* Cruz Alta: 11 casos
* Encantado: 2 casos, 1 morte
* Esperança do Sul: 1 caso
* Estância Velha: 1 caso
* Fortaleza dos Valos: 1 caso
* Giruá: 1 caso
* Guaporé: 2 casos
* Guarani das Missões: 1 morte
* Ibirubá: 1 caso
* Igrejinha: 1 caso
* Ijuí: 2 casos
* Maquiné: 2 casos, 1 morte
* Miraguaí: 2 casos
* Passo Fundo: 2 casos
* Porto Alegre: 18 casos, 4 mortes
* Quinze de Novembro: 1 caso
* Salto do Jacuí: 2 casos, 1 morte
* Santa Bárbara do Sul: 4 casos
* Santiago: 3 casos
* Santo Ângelo: 7 casos, 3 mortes
* Santo Augusto: 1 caso
* São Borja: 4 mortes
* São Francisco de Assis: 1 caso
* São Leopoldo: 1 caso
* São Luiz Gonzaga: 3 casos
* São Miguel das Missões: 8 casos, 1 morte
* Sapiranga: 1 caso
* Sapucaia do Sul: 1 caso
* Soledade: 1 morte
* Teutônia: 3 casos
* Tupanciretã: 1 morte
* Ubiretama: 1 caso
* Viamão: 1 caso
* Vitória das Missões: 1 morte

Com informações da repórter Camila Kila
Fonte: Correio do Povo e Rádio Guaíba
 

Leia também:

MPE investiga supostas fraudes em licitações nos serviços de saneamento
12/07/2012 08:05.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Carta ao Sr. Governador

BLOG 39º NÚCLEO CPERS/SINDICATO

 
Viamão, 28 de maio de 2012

Excelentíssimo Governador Tarso Genro

   Venho por meio desta carta lhe dizer como estou decepcionada com a política de hoje, pois parece que não há mais políticos honestos e éticos. Eu não vejo ninguém falar que algum político fez algo em prol da comunidade sem levar nada em troca, alguma propina ou algum objeto para seu bem pessoal.  Eu como uma jovem de 14 anos gostaria muito que o dinheiro dos nossos impostos fossem investidos em educação e salários dignos para nossos professores, pois um país só se torna grande com um povo educado.

   Uma população com acesso à educação diminui o índice de criminalidade, tem acesso à saúde, cultura e lazer, pois consegue ter salários melhores que os demais. Pena que todos os políticos sabem disto, mas não tentam mudar este panorama porque estão mais preocupados consigo mesmo e seu bem estar. Todos sabem que um povo com educação sabe fiscalizar melhor os políticos para, nas eleições, eleger corretamente seus governantes.


EDUCAR PARA TRANSFORMAR

Com os melhores cumprimentos,
 

Mayara Kênia
 
(Aluna do Colégio Estadual de Ensino Médio Júlio de Castilhos)

Fonte: Blog 39º Núcleo CPERS/Sindicato.
Por Siden.


“A visão que nós anunciamos no começo do governo foi totalmente cumprida. Hoje nós somos um Estado em que não faltam recursos para investimentos.”
(Governador Tarso Genro, 11.07.12)
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=98184



Com críticas da oposição, Assembleia Legislativa do RS aprova LDO 2013
Texto transfere para 2015 a obrigatoriedade para o governo aplicar 12% em saúde
10/07/2012 23:49
Com 48 votos favoráveis e um contrário, a Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2013. A matéria recebeu 81 emendas enquanto tramitou na Casa. Trinta delas receberam parecer favorável na Comissão de Finanças – onde o relator da matéria foi o deputado Marlon Santos (PDT) – e foram aprovadas, em bloco, por unanimidade, a partir de um requerimento do líder do governo Valdeci Oliveira (PT).

Entre elas, a da Associação Brasileira em Defesa dos Usuários de Sistemas de Saúde (Abrasus), para que o Estado se obrigue a cumprir a Constituição Federal, aplicando 12% do orçamento em Saúde. Um acordo, porém, segundo Valdeci, transfere para 2015 essa determinação.
[...]
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=442323


Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Professores podem ser incluídos nos grupos de risco para gripe A em 2013;

Consulta às RPVs:



Após recursos, mais 221 pessoas são aprovadas no concurso do magistério estadual
Doze questões foram anuladas aumentando o número de aprovações
Letícia Costa - 09/07/2012 | 11h40
Depois da análise de centenas de recursos, a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) divulgou a lista final dos aprovados no concurso do magistério estadual que abriu 10 mil vagas. Com a revisão e anulação de 12 questões, 221 pessoas a mais foram aprovadas.

Pela lista inicial, divulgada em 17 de maio, dos 63.782 candidatos, apenas 5.224 foram aprovados, um índice de 7,55% do total de inscritos. A consulta dos aprovados pode ser feita pelo número do CPF ou pela lista das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) no site da fundação.

No começo desta semana, a FDRH deve divulgar o edital com o prazo para entrega de títulos. Conforme a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação (SEC), os novos professores devem ser nomeados apenas em setembro e um novo concurso para preencher o resto das vagas deve ser realizado até o começo de 2013.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/empregos-e-carreiras/noticia/2012/07/apos-recursos-mais-221-pessoas-sao-aprovadas-no-concurso-do-magisterio-estadual-3815739.html


Concurso: farsa começa a aparecer
10/07/2012 11:38
Os critérios absurdos e contraditórios utilizados pelo governo do estado no último concurso público para o magistério começam a desmascarar a farsa. Doze questões foram anuladas e mais 221 candidatos lograram aprovação.

No concurso, muitos candidatos com ótimo aproveitamento geral foram reprovados porque não atingiram 60% em uma das cinco provas realizadas. Os responsáveis pelo concurso sabiam que esse absurdo ponto de corte barraria a aprovação da ampla maioria dos candidatos.

O governo agiu de má-fé ao tentar limitar a aprovação e responsabilizar os professores pela sua política fracassada para a área da educação. O governo também agiu com o intuito de manter a precarização das relações de trabalho com os contratos emergenciais.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3279


Leia no Blog Opinião Dorotéia:
Parlamento gaúcho define,
nesta terça, divulgação de salários de servidores
http://opiniaodoroteia.blogspot.com.br/
 

Professores da UFRGS ligados à ADUFRGS decretam greve imediata
Da Redação - 10/07/12 | 15:11
Os 912 professores da UFRGS filiados ao Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior de Porto Alegre (ADUFRGS) decidiram entrar em greve imediata nesta terça-feira (10). A decisão foi tomada durante a assembleia da categoria que iniciou ao meio-dia.

A medida confirma a intenção dos professores filiados à ADUFRGS manifestada num plebiscito realizado pela entidade entre terça e quinta-feira da semana passada, quando 460 dos 912 docentes da UFRGS ligados ao sindicato decidiram pelo apoio à greve.

A decisão da ADUFRGS atinge também os professores da UFCSPA e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), nas unidades Porto Alegre e Restinga.

Ainda não se sabe como será a greve decretada pela ADUFRGS, pois outro sindicato de docentes da UFRGS já está em greve desde o dia 25 de junho. O núcleo gaúcho do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), que representa cerca de 200 filiados na UFRGS, está ligado ao movimento nacional que dura quase dois meses e atinge cerca de 50 universidades federais no país.

Com a entrada da ADUFRGS na greve, nenhuma das duas entidades sabe explicar como funcionará, na prática, um movimento organizado por dois sindicatos que não conversam entre si. Nem mesmo a pauta de reivindicações é a mesma.

O Andes reivindica a incorporação das gratificações ao vencimento salarial básico; plano de carreira de 13 níveis; piso salarial de R$ 2.329,95 para jornada de trabalho de 20hs semanais, com recomposição calculada pelo DIEESE; e recomposição salarial emergencial de 22,08%, referentes a perdas acumuladas desde 2010.

A ADUFRGS reivindica uma equiparação salarial dos professores com os pesquisadores do Ministério da Ciência e Tecnologia. Com isso, salário básico de um doutor passaria de R$ 5 mil para R$ 8 mil. E o teto passaria de R$ 8 mil para R$ 17 mil. Além disso, eles querem a elaboração de uma carreira única e mais simples, com 13 níveis e uma política de progressão bem definida, que leve em conta a valorização da titulação e do regime de trabalho.
http://sul21.com.br/jornal/2012/07/professores-da-ufrgs-ligados-a-adufrgs-decretam-greve-imediata/
 

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Greve no Judiciário estadual continua
09/07/2012 17:47
Reunidos em assembleia geral na tarde desta segunda-feira (09), os trabalhadores do Judiciário do Rio Grande do Sul decidiram continuar a greve por tempo indeterminado. Os trabalhadores querem a reabertura da mesa de negociação para reavaliar o índice apresentado e exigem que o Tribunal de Justiça discuta os demais itens da pauta de reivindicações.

Após a assembleia, os trabalhadores realizaram uma caminhada pelas ruas centrais de porto alegre até a frente do TJ, onde foi realizado um ato público.

O resultado da assembleia será encaminhado à administração do Tribunal. Segundo o diretor de Imprensa e Divulgação do Sindjus-RS, entre os fatores que reforçaram a greve  está o desrespeito com os servidores que significou a atitude do TJ de romper  de forma unilateral a mesa de negociação e as ameaças e intimidações.
Nara Roxo, da assessoria de imprensa do Sindjus-RS
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3278

Governo discute, nesta terça, projeto que altera fator previdenciário
Carolina Sarres, Agência Brasil - 09/07/2012 - 12h53
Brasília – O governo discute a alteração do fator previdenciário para a concessão de aposentadoria aos contribuintes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com base em duas propostas: uma em que a idade e o tempo de contribuição somariam 85 e 95 anos para mulheres e homens, respectivamente; e outra em que a aposentadoria seria fixada de acordo com uma idade mínima, considerando a expectativa de vida no país.

Terça (10), será realizada uma reunião entre os ministros de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, da Fazenda, Guido Mantega, da Previdência Social, Garibaldi Alves, e outras autoridades para discutir propostas de mudança no Projeto de Lei 3.299/2008, sobre a aposentadoria de acordo com a soma do tempo e da idade, que tramita na Câmara. O projeto deverá ser votado em agosto, quando os deputados voltarem do recesso parlamentar – que começa em18 de julho e vai até o dia 31. Também deverá ser discutida a possibilidade de fixação de idade mínima.

Segundo a proposta 85/95, que está em negociação, o tempo de contribuição ao INSS será somado à idade do contribuinte. Ao chegar ao total de 85 anos (mulheres) ou 95 anos (homens), o aposentado receberá o salário integral – respeitado o teto da Previdência (atualmente, de R$ 3.916,20), sem nenhum desconto. A expectativa é que, com o cálculo 85/95, haja aumento médio de 20% nas aposentadorias.

A regra atual estabelece que a aposentadoria dos contribuintes do INSS seja feita de acordo com a combinação de dois critérios:  idade mínima (65 anos para homens e 60 anos para mulheres; e 60 anos para homens e 55 anos para mulheres que exercem trabalho rural) e tempo de contribuição (35 anos para homens, 30 anos para mulheres).

Caso a aposentadoria do contribuinte seja feita anteriormente ao cumprimento de algum desses dois critérios, o valor a ser recebido pelo trabalhador é calculado de acordo com uma fórmula – o fator previdenciário –, que leva em consideração o tempo de contribuição do trabalhador, a alíquota paga, a expectativa de sobrevida e a idade da pessoa no momento da aposentadoria. Segundo dados da Câmara dos Deputados, nos últimos quatro anos mais de 44 mil pessoas entraram em contato com a Casa para pedir o fim do fator.   

De acordo com esse sistema, ainda são somados ao cálculo cinco anos para mulheres, cinco anos para professores e dez anos para professoras do ensino básico, fundamental e médio.

Assim, caso o contribuinte se aposente em um momento em que o cálculo não corresponde ao salário integral, há um desconto no total a ser recebido. Esse deságio, causado pela inclusão da expectativa de vida do segurado – que segue tabela do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) –, faz com que muitos trabalhadores se mantenham na ativa para atingir a aposentadoria compatível com o salário integral, e, consequentemente, reduzam a pressão sobre a Previdência Social.

A outra proposta, elaborada pelo Ministério da Previdência Social, cogita fixar a idade de aposentadoria segundo a expectativa de vida no país. Apesar de fixa, essa idade poderia ser modificada no futuro, quando houver mudanças nessa expectativa. O ministério informou à Agência Brasil que não vai se manifestar sobre a possibilidade de aposentadoria por idade até a realização da reunião marcada para amanhã.

“Não aceitamos a fixação da idade. Isso é ruim para os mais pobres, que começam a trabalhar muito cedo e contribuem durante muitos anos. Não é justo que outra pessoa comece a trabalhar mais tarde, contribua menos e também receba o teto porque atingiu a idade”, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical (Sindnapi), João Batista Inocentini.
Edição: Graça Adjuto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-07-09/governo-discute-amanha-projeto-que-altera-fator-previdenciario
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sábado, 7 de julho de 2012

Hipocrisia da mídia

07.07.12
Os editoriais do dia 29 de junho dos jornais Folha de São Paulo e Estadão atacam, ferozmente, a aprovação do percentual de 10% do Produto Interno Bruto para a educação pública, na próxima década, e tentam pautar o Governo no sentido de inviabilizar a tramitação do Plano Nacional de Educação no Congresso Nacional.

Ambos os meios de comunicação utilizam-se de argumentos fiscais, em tempos de crise mundial e de manobras parlamentares para afrouxar o controle salarial no setor público, para escamotear suas opções pela política de Estado Mínimo, garantidora, em última análise, do superávit primário em benefício dos credores do país. Não se ruborizam por contrariarem a lógica da tão propagada educação de qualidade, que custa caro, promotora da “igualdade de oportunidades”. Fingem desconhecer os valores das mensalidades dos colégios frequentados pelos filhos das elites, que já nascem com as oportunidades asseguradas pelo status quo de um Estado historicamente patrimonialista - inclusive no que se refere à distribuição de vagas nas universidades públicas.

A destinação de 10% do PIB para a educação cumpre dois objetivos centrais: o de priorizar a educação na agenda nacional e o de investir na inclusão social para o desenvolvimento sustentável. Os dois dígitos de investimento são essenciais para se resgatar a dívida histórica da educação, produzida pelas elites, e que até hoje faz do Brasil um dos países mais desiguais do mundo!

Sobre a gestão das verbas, é preciso destacar que o substitutivo da Câmara prevê, no prazo de 1 ano, a aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional, com vistas a ampliar e qualificar o controle social do financiamento da educação. O PNE também estabelece prazo para a regulamentação do art. 23 da Constituição Federal, que trata do regime de cooperação entre os entes federados, o qual será essencial tanto para equilibrar o investimento à luz das receitas e despesas da União, dos Estados, do DF e dos Municípios, em matéria educacional, como para regular um sistema de autofiscalização entre os três níveis da administração pública. E esse será um poderoso componente de combate à má gestão dos recursos públicos, pois cada ente federativo vai querer saber se o outro está cumprindo com suas obrigações de arrecadação fiscal e de investimento concreto na educação, pois disso dependerá do repasse de recursos entre ambos.

Quanto aos que defendem a aplicação do atual índice de investimento na educação brasileira (cerca de 5%), em razão de o mesmo ser compatível com a média internacional, perguntamos: por que, então, a qualidade de nossa educação encontra-se tão aquém dos demais países? E por que continuamos dependentes de tecnologias de produção e exportadores de commodities? Ou, o que explica termos um dos menores valores per capita de investimento na educação básica e a quarta pior média salarial do magistério neste nível de ensino entre todas as nações pesquisadas pela UNESCO? Ou, ainda, por que temos 14 milhões de analfabetos literais, 30 milhões de analfabetos funcionais e 45% da população sem ter concluído a educação básica? E por que nossos trabalhadores não conseguem ocupar as vagas ociosas nas indústrias de alta tecnologia?

A Comissão Especial do PNE foi corajosa ao colocar o “dedo na ferida” do maior problema da educação e por enfrentar os interesses de quem nunca teve compromisso de verdade com a educação pública de qualidade para todos/as os/as brasileiros/as. E esperamos que o Governo Federal mantenha a coerência de seu discurso e comece, desde já, a orientar ações para se atingir os 10% do PIB para a educação - em parceria com as demais esferas federativas e com base nas orientações da Conae 2010 - e que o Senado mantenha o espírito republicano da Câmara dos Deputados e ratifique o PNE com 10% do PIB para a educação, ajustando, porém, as metas do substitutivo da Câmara ao percentual definido para a década, além de outras correções necessárias para satisfazer plenamente as demandas educacionais de nosso povo.
http://www.cnte.org.br/index.php/comunica%C3%A7%C3%A3o/cnte-informa/460-cnte-informa-626-06-de-julho-de-2012/10485-hipocrisia-da-midia
Por Sergio Weber, Professor e Diretor Financeiro do 14
º Núcleo.


Assembleia Legislativa libera lista com nomes e salários dos cargos de confiança
Com base na Lei de Acesso à Informação, é possível identificar qual é a remuneração básica dos servidores
Adriana Irion - 06/07/2012 | 05h51
Uma informação pública historicamente envolta em sigilo na Assembleia Legislativa vem à tona nesta sexta-feira a partir da Lei de Acesso à Informação: o setor ou gabinete em que está lotado cada um dos 1.148 funcionários com cargos em comissão (CCs) do parlamento gaúcho.
[...]
Um raio X das informações feito por ZH mostra que dos R$ 6,8 milhões mensais que o parlamento gasta com CCs, R$ 4,2 milhões são por conta de benefícios legais somados à remuneração básica, como vantagens temporais, auxílio-creche e vale-alimentação.
[...]
Parlamento não sabe quantos trabalham fora
A Casa sustenta que cada deputado tem o controle e deve responder quem são os seus cargos de confiança e onde estão. Esse tipo de informação é publicada no Diário Oficial da Assembleia sempre que ocorrem contratações ou transferências de funcionários. Portanto, bastaria a Assembleia reproduzi-la em seu site.

Outra lacuna na informação é sobre quantos dos 1.148 CCs têm autorização para trabalhar fora da sede do parlamento. A Assembleia diz não saber. A atuação de servidores nas bases eleitorais dos parlamentares, que é permitida por resolução da Casa, costuma ser foco de denúncias sobre pessoas pagas com dinheiro público que não executam funções relacionadas ao Legislativo.
[...]
 
Consulte a lista em
Por Sergio Weber, Professor e Diretor Financeiro do 14º Núcleo.


Professores e Funcionários:
Leiam, no site do CPERS-Sindicato, o Informativo Jurídico Especial sobre promoções atrasadas, parcela autônoma e vale-refeição desatualizados, além de outros direitos legais descumpridos desde o governo Britto até o governo Tarso e como encaminhar ação judicial.


Escola de Porto Alegre é interditada por deficiência na rede elétrica
Antecipação das férias no Colégio Estadual Inácio Montanha atinge mais de mil alunos
05/07/2012 | 20h16
Mais de mil alunos do Colégio Estadual Inácio Montanha, localizado na Avenida João Pessoa, bairro Azenha, em Porto Alegre, tiveram as férias antecipadas por problemas na rede elétrica da instituição.

A Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) fez vistoria no local e constatou fios colados e derretidos junto ao medidor de luz. A companhia interditou a escola por motivos de segurança — para evitar possíveis curto-circuitos e incêndios.

A Secretaria Estadual de Educação garante que as aulas serão recuperadas ao longo do segundo semestre. O responsável pela primeira coordenadoria regional, Antônio Quevedo Branco, ressalta que melhorias na rede elétrica do colégio já estão em prática.

— Já encaminhamos um projeto em caráter emergencial para recuperar a parte elétrica da escola — afirma.

Segundo a direção do Colégio Inácio Montanha, as aulas serão retomadas no dia 1º de agosto.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/07/escola-de-porto-alegre-e-interditada-por-deficiencia-na-rede-eletrica-3812403.html


Leia no Blog Opinião Dorotéia:
 A medida certa
O especialista em avaliação Cipriano Luckesi afirma que as escolas mantêm práticas do século 16 e faz um apelo: avaliar um aluno não deve ser um ato discriminatório, mas uma estratégia a favor da aprendizagem
Qual o modelo de avaliação ideal?
Como colocar isso em prática?



Plenária discute problemas e reivindicações dos funcionários de escola
06/07/2012 17:28
Plenária promovida pelo CPERS/Sindicato reuniu mais de 700 funcionários de escola nesta sexta-feira (6), em Porto Alegre. O encontro discutiu temas como a carreira, piso salarial, formação profissional e inclusão de todos os funcionários de escola no plano de carreira.

Durante as falas ficou constatado que existem escolas com mais de dois mil alunos com apenas um funcionário, prédios com até três pavimentos e somente duas pessoas para a limpeza. Portanto, a valorização profissional, a luta por direitos iguais e o combate à discriminação e ao assédio moral devem estar sempre na pauta de reivindicações dos funcionários. Não é possível que se aceite qualquer tipo de discriminação no ambiente de trabalho.

O CPERS/Sindicato não aceita que parte dos funcionários permaneça excluída do plano de carreira, como quer fazer o governo Tarso. A inclusão de todos os funcionários no plano é mais uma promessa de campanha que está sendo descumprida pelo governador.

Em audiência pública realizada no dia 5 de julho, na Assembleia Legislativa, uma representante do governo sugeriu a possibilidade de os funcionários que estão sendo deixados de fora do plano serem enquadrados em um plano futuro a ser criado para o quadro geral. Essa hipótese é rechaçada, uma vez que estes profissionais fizeram concurso para trabalhar em escolas e, portanto, seu enquadramento tem que se dar no plano de carreira dos funcionários.

O debate apresentou um breve resgate histórico da luta dos funcionários de escola pelo plano de carreira. Também foi lembrado que os funcionários participam do processo educacional ao digitar notas, limpar pátios e salas de aula e ao fazer e distribuir a merenda escolar.

Deixados de lado pelo governo federal quando da criação da lei do piso para o magistério, os funcionários entendem que a luta pelo mesmo direito tem que se dar preservando o plano de carreira, conquista histórica deste segmento da categoria.

O encontro foi concluído com a aprovação de um manifesto a ser divulgado de forma massiva na categoria.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3276


R$ 366 mil: o contracheque de um desembargador do TRT-RS em maio

O contracheque de um desembargador do TRT-RS em maio é de R$ 366 mil?

Um desembargador do TRT-RS teve o contracheque de R$ 366 mil em maio?

E os outros, ganharam quanto???

04.07.12
Em meio à controvérsia envolvendo a abertura dos salários dos servidores públicos federais, estaduais e municipais, a divulgação parcial da folha de pagamento dos Tribunais Regionais do Trabalho mostra que há funcionários do Judiciário com rendimentos que ultrapassaram os R$ 300 mil em maio.

Levantamento realizado pelo jornal Correio Braziliense analisou o detalhamento da folha de pagamento de 20 dos 24 TRTs que já divulgam as remunerações dos servidores, mas omitindo o nome dos beneficiários.

Em pelo menos três regionais da Justiça do Trabalho, há desembargadores com rendimentos que ultrapassam a casa dos R$ 210 mil, incluindo inativos, como é o caso do TRT da 11ª Região, que compreende os Estados de Amazonas e Roraima. Seis desembargadores inativos tiveram rendimentos de R$ 281mil, R$ 277 mil, R$ 264 mil, R$ 218 mil, R$ 217 mil e R$ 211 mil.

Os megassalários se repetem no TRT da 2ª Região (SP) e no TRT da 4ª Região (RS). Na regional gaúcha, há beneficiário com rendimento de R$ 366 mil. Em São Paulo, pelo menos 73 desembargadores do Trabalho receberam contracheque com vencimentos superiores a R$ 200 mil em maio.

As altas cifras são alcançadas pelo aporte das chamadas “vantagens eventuais”, que, somadas às gratificações por funções, vantagens pessoais e auxílios, engordam o contracheque. A maior parte da bolada se deve às vantagens eventuais, recursos pagos sem periodicidade definida e que não são atingidos pela regra do abate-teto, que determina o corte do salário sempre que o vencimento ultrapassar o limite de R$ 26,7 mil estabelecido pela Constituição.

O drible no abate-teto ocorre porque o grosso dos rendimentos dos servidores do Judiciário que ganham mais do que R$ 26,7 mil é composto pela Parcela Autônoma de Equivalência (PAE), regra de atualização dos vencimentos que têm caráter retroativo.

As distorções salariais provocadas pelo pagamento das vantagens eventuais não se limitam aos magistrados. A folha de pagamento dos TRTs também exibe centenas de servidores, de nível superior e médio, com remuneração acima do teto constitucional.

No TRT da 8ª Região, dos Estados do Pará e do Amapá, há um analista com rendimento de R$ 114,4 mil e um técnico recebendo R$ 83,4 mil em maio. O TRT da 9ª Região (Paraná) também tem lista de pelo menos 18 analistas com vencimentos superiores a R$ 60 mil.

O jornal Correio Braziliense, em sua edição de hoje (4), em matéria assinada pelos jornalistas Josie Jeronimo e Leandro Kleber revela que, "mesmo com a Resolução n° 102/2009, do Conselho Nacional de Justiça, nem todos os tribunais adotavam critérios de transparência na divulgação da folha de pagamento. Dos 24 TRTs, 20 divulgavam a informação. Ontem (3), o CNJ aprovou nova resolução que regulamenta a divulgação dos salários dos magistrados e dos servidores do Judiciário".

De acordo com a nova norma, os tribunais terão até o dia 20 deste mês para tornar públicos os contracheques que compõem a folha de pagamento dos órgãos. A resolução indica que os tribunais deverão seguir molde semelhante ao do Executivo, informando nome, cargo, detalhamento da formação da remuneração e desconto que atinge o salário do servidor.

Órgão federal da Justiça trabalhista, o Tribunal Superior do Trabalho já divulgou os salários de seus funcionários e magistrados. O Supremo Tribunal Federal decidiu informar os vencimentos e disponibilizou ontem (3) as informações na Internet.
 

Fonte: Espaço Vital / Portal 15º Núcleo CPERS/Sindicato - 04.07.12
Por Siden Francesch do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

TJ-RS fecha as portas à negociação com os servidores

04/07/2012 15:14
Em audiência realizada na manhã desta quarta-feira (4), em Porto Alegre, a administração do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul informou que mantinha a proposta de reajuste de 6,1% e não discutiria as demais reivindicações. Disse que a negociação estava encerrada.

As direções das entidades sequer foram recebidas em uma mesa de negociação. Tiveram que ouvir em pé a posição do Tribunal, numa sala em frente ao gabinete da presidência.

A decisão unilateral do TJ-RS foi levada à categoria. As entidades representativas do Judiciário gaúcho exigem uma reunião com o presidente do Tribunal.

Hoje e amanhã, 5 e 6, as comarcas avaliarão a greve. Na segunda-feira (9) a categoria se reúne em assembleia geral, na capital gaúcha, para discutir os rumos da paralisação.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindjus-RS e Comando de Greve Estadual
Foto: Divulgação/Sindjus-RS
Por Siden

http://www.cpers.org.br/index.php?menu=1&cd_noticia=3273
 

Leia no Blog Opinião Dorotéia:

Deputados Federais tem reajuste de 30% na verba de gabinete
Pelo regimento, com a verba, cada deputado pode contratar de cinco a 25 secretários parlamentares. Atualmente, os salários desses funcionários variam de R$ 622 a R$ 8.040 mensais.


MEC divulga lista dos aprovados no ProUni
Cerca de 456 mil estudantes se inscreveram para disputar uma das 90 mil bolsas
05/07/2012 08:00
O Ministério da Educação (MEC) divulga nesta quinta-feira a lista dos pré-selecionados em primeira chamada para receber uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni). Cerca de 456 mil estudantes se inscreveram para disputar uma das 90 mil bolsas disponíveis para o segundo semestre de 2012.
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Os alunos pré-selecionados deverão comparecer às instituições de ensino até o dia 13 de julho para apresentar a documentação que garante o benefício e providenciar a matrícula. A lista dos documentos necessários pode ser consultada na página do programa. Está prevista ainda uma segunda chamada para 20 de julho.
[...]
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=440547


Salários dos servidores: respeito à privacidade x respeito ao público
04/07/12 | 15:10
Causa estranheza a resistência do governo do estado do Rio Grande do Sul de divulgar os salários dos servidores públicos, em cumprimento à Lei de Acesso à Informação. O governo federal, bem como o Supremo Tribunal Federal (STF) e as prefeituras de São Paulo e de Porto Alegre já publicaram os nomes e os vencimentos de todos os seus funcionários.

A oposição à divulgação parte dos sindicatos dos servidores estaduais, que alegam o direito à privacidade e o risco de exposição dos trabalhadores a pressões, assédios e achaques por parte de vendedores, empresas e até mesmo parentes. A resistência é descabida. Mais do que garantir o direito de privacidade dos servidores é importante garantir a possibilidade da sociedade saber e controlar os valores dos vencimentos dos servidores públicos, pagos com recursos que são arrecadados dos bolsos de todos os contribuintes. Este é o espírito da Lei de Acesso à Informação e ele precisa ser respeitado.

Subterfúgios, como os que estão sendo estudados, de se divulgar apenas os vencimentos básicos dos servidores ou apenas os salários dos servidores concursados são inaceitáveis. É preciso que todos possam saber o valor integral dos vencimentos de cada servidor, incluindo-se gratificações e os famosos “peduricalhos” que, muitas vezes, são várias vezes maiores do que o salário básico dos servidores.

Depois da manifestação do STF, considerando constitucional a Lei de Acesso à Informação e a exigência de divulgação dos salários dos servidores e, além disso, depois do próprio STF ter divulgado os salários integrais de seus ministros, servidores e pensionistas, não deveriam existir mais dúvidas sobre a legalidade e necessidade de cumprimento da norma agora vigente.

Quem quer garantir o sigilo de seus salários e ganhos deve se empregar na iniciativa privada e não no serviço público. Publicidade e público, aliás, são, ambas, palavras que têm a mesma origem linguística, relativa à “res publica” ou, seja àquilo que “é de todos” e que deu origem ao termo República. Mais do que uma forma de governo, uma República é uma forma de concepção da vida política. Em uma República que honre sua denominação e que justifique seu conceito, as coisas públicas precisam ser publicizadas.
http://sul21.com.br/jornal/2012/07/salarios-dos-servidores-respeito-a-privacidade-e-respeito-ao-publico/
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