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Parabéns Educadores e Demais Cidadãos Gaúchos!!! Yeda (Nota Zero, Déficit Zero e Aumento Salarial Zero) Já Foi Demitida, MAS, deixou seus representantes no Governo e na Assembleia Legislativa!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Deputado do DF diz que dinheiro na meia era ‘ajuda não contabilizada’ de campanha

O presidente da Câmara Legislativa do DF, Leonardo Prudente (DEM), disse nesta segunda-feira (30) que usou o dinheiro que recebeu do secretário exonerado do Distrito Federal Durval Barbosa – e colocou nas meias- como “ajuda financeira não contabilizada” para a campanha de 2006. Segundo Prudente, ele colocou o dinheiro nas meias e no terno por “uma questão de segurança”.
[...]

Nota: Ele guardou na meia. Por isso chama-se Prudente. Imagina se alguém roubasse dele o produto de seu roubo. Teria cem anos de perdão.


“Ainda perplexos pelo ato de torpe vilania de que fomos vítimas por parte de alguém que, até recentemente, se mostrava um colaborador, vimos externar à população do Distrito Federal nossa indignação pela trama de que estamos sendo vítimas”, diz a nota do governador Arruda e seu vice.
http://www.camera2.com.br/noticia_ler.php?id=194056

Hehe! Ato de Torpe vilania! Até parece uma governadora que nós conhecemos!

sábado, 28 de novembro de 2009

Yeda: "Vamos viver com as enchentes"

Após sobrevoar municípios atingidos por temporais e enchentes nas regiões Metropolitana e Carbonífera, neste sábado (28), a governadora Yeda Crusius destacou que o Estado está fazendo o levantamento de projetos de emergência para iniciar a recuperação das regiões atingidas. A governadora, que esteve acompanhada da Ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, enfatizou que é fundamental estruturar ações para a realidade do clima gaúcho. "Vamos viver com as enchentes. O sobrevoo é importante para que a ministra tenha dimensão dos estragos", ressaltou Yeda, depois de sobrevoar os municípios de Charqueadas, São Jerônimo, Triunfo, General Câmara e a Região Metropolitana.

Sobre as medidas do governo para amenizar os efeitos das tempestades e da seca, Yeda enumerou o armazenamento de água para irrigação e duas ações estruturantes que, segundo ela, devem se somar às do bom uso da água. A primeira é a recomposição da mata ciliar, para evitar o assoreamento dos rios. "A segunda é retirar da beira dos rios as populações ribeirinhas, dando-lhes qualidade de habitação e saneamento", finalizou.

De acordo com a chefe da Casa Civil, o cenário visto no sobrevoo foi impactante. "Os rios saem do leito e viram mar. Todas as plantações de arroz dessa região estão submersas, torres de energia estão dentro d'água e casas ilhadas. Se houver mais um aumento [no nível dos rios], algumas estradas desaparecerão", disse Dilma.

Rio Grande do Sul terá R$ 162 milhões da União para recuperar áreas atingidas por temporais

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) anunciou neste sábado a liberação de R$ 162 milhões de recursos federais para a recuperação dos municípios atingidos por temporais no Rio Grande do Sul.

A titular da pasta se reuniu com a governadora do Estado, Yeda Crusius, hoje no aeroporto Salgado Filho. Do total anunciado, R$ 100 milhões serão direcionados aos trabalhos da Defesa Civil, outros R$ 50 milhões à pasta da Saúde e R$ 12 milhões à Educação.

A extensão dos danos só será verificada quando o nível das águas diminuir, quando então será possível avaliar se o montante será suficiente.

Ao todo, 81 municípios gaúchos estão em situação de emergência. A ministra sobrevoou hoje as áreas atingidas pelas chuvas no Estado, onde mais de 10 mil pessoas continuam fora de suas casas devido aos temporais. Mais de 15 mil casas foram danificadas e oito pessoas já morreram.

http://www.camera2.com.br/noticias.php?limpa_sql=0

Espaço Aberto à Progenitora Maior - Aos Servidores: NADA!


AOS SERVIDORES: NADA A MENOS. SÓ A MAIS.
PostDateIcon novembro 18th, 2009 | PostAuthorIcon Postado por: Yeda

Essa semana anunciei a segunda das três etapas de valorização dos servidores públicos. Semana passada foi a segurança pública, e agora, no foco, a educação.

A primeira medida é o projeto de lei que trata do piso dos professores no Rio Grande do Sul. Nenhum professor no estado ganhará menos de R$ 1.500,00. Vale lembrar que isso significa um valor 73% maior que o piso de hoje no estado, que é de R$ 862,80, ou 3,2 vezes o valor do atual salário mínimo nacional

A segunda é a que inclui na matriz salarial os servidores da educação, o que hoje acontece apenas com os servidores da segurança pública. Funciona assim; sempre que o estado tem um resultado fiscal positivo, 15 % desse valor é repartido entre os servidores. E com o PL que enviei, inclui os servidores do magistério, que também ficariam com a distribuição de mais 15% dos resultados positivos do Estado. Assim, 30% do resultado fica com 82% dos servidores, que são a soma do magistério e segurança pública.

A terceira; uma PEC (proposta de emenda da constituição) para adequar a constituição estadual a constituição federal, para que o servidor tenha o direito de requerer licença para capacitação, o que hoje não é possível, sendo apenas facultado o direito de licenças-prêmio. Um aperfeiçoamento para os servidores que optarem pela capacitação em cursos de longa ou curta duração com foco diretamente ligado a atuação no setor público. Outro benefício é a possibilidade de converter a licença-prêmio em pecúnio.

Na proposta, também incluímos o PDI, um plano de desempenho institucional, diretamente ligado ao cumprimento de metas: se um determinado órgão atingi-las e o governo tiver ganho fiscal, todos os seus servidores receberão o 14º salário, sem distinção individual.

Conforme disse, 2009 seria o ano de valorização dos servidores, e esta governadora sente-se muito orgulhosa em poder, a partir de um ambiente de responsabilidade e transparência com os recursos públicos, valorizar aqueles que são nossos grandes parceiros nesta retomada do protagonismo do Rio Grande do Sul, cumprindo metas, tornando o Estado eficiente para cada vez melhor servir aos cidadãos e cidadãs do RS.

Estamos criando as bases legais para que o Estado possa avançar na avaliação do desempenho. E isso só está sendo possível pelas melhorias de gestão que tivemos até agora.

Todos os direitos dos servidores estão resguardados, o que estamos propondo é A MAIS, e NADA DE MENOS.

http://www.blogdayeda.com/

A dispensa de Genilton Ribeiro

Publicado no Diário Oficial do dia 25 de novembro, quarta-feira:

"A governadora do Estado do Rio Grande do Sul, no uso das suas atribuições, dispensa, a pedido, Genilton Macedo Ribeiro de suas funções de secretário adjunto da Secretaria de Administração e dos Recursos Humanos".

No dia 16 de novembro, o agora ex-secretário adjunto de Administração participou de uma acareação com ex-presidente do Detran Sérgio Buchmann durante audiência da CPI da Corrupção. O desempenho de Genilton Ribeiro não agradou os parlamentares governistas. Já o deputado Daniel Bordignon deixou a reunião convicto de que Buchmann disse a verdade quando relatou o encontro que manteve com Ribeiro, quando este lhe confidenciou detalhes sobre a fraude no Detran, inclusive os percentuais da divisão da propina entre os integrantes do esquema.

http://zerocorrupcao.blogspot.com/

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Manifesto dos Professores Aposentados do 9º Núcleo do Cpers/Sindicato – Santo Ângelo – RS

Sr. Deputado!

    Foi na luta e na mobilização que os educadores aposentados da rede pública estadual gaúcha construíram suas carreiras e garantiram condições mínimas de trabalho.
   
    Mas, de tempo em tempos, os professores são atacados com novas tentativas de retirar o pouco que conquistaram. Resistimos com o apoio de deputados(as) como V.Exª, que acredita que o desenvolvimento de um povo se constrói com base na educação e consequentemente na valorização dos professores: portanto, o nosso Plano de Carreira deve ser preservado!

    Hoje, no entanto, estamos sofrendo o pior de todos os ataques: o desmonte de uma carreira construída, ao longo de anos de trabalho, com muito sacrifício e renúncia, mas com consciência de que um professor precisa atualizar-se, estudar para ser competente, lutar para ter uma vida minimamente digna e uma educação publica de qualidade.

    Por tudo isso, deixamos, no decorrer de nossa vida profissional de educadores, muitas vezes nas férias e nos finais de semana, nossos filhos pequenos, nossos pais e familiares enfermos para nos aperfeiçoarmos, buscando licenciaturas, pós-graduações, mestrados, doutorados e até pós-doutorados, frequentando cursos, seminários, jornadas, encontros, palestras, tudo isso com recursos próprios porque nunca recebemos qualquer incentivo do governo para esse fim.

    Essa é a razão de termos sido protagonistas da melhor educação do país e, ainda hoje, mesmo com todo o desmonte da Escola Pública deste estado e da inexistência de um projeto político-pedagógico, ela ainda destaca-se no cenário nacional.
   
    Considerando o exposto, Sr(a) Deputado(a), temos certeza de que, pelas atitudes coerentes que sempre pautaram suas decisões nas votações de projetos em defesa do povo gaúcho, o SEU VOTO será NÃO aos projetos do governo que retiram conquistas do Magistério do RS: PEC 200, PL 333, PL 334, PL 335.

    Contamos também com seu apoio pela implementação do PSPN (PISO SALARIAL PROFSSIONAL NACIONAL) aos professores gaúchos, como básico no atual Plano de Carreira.

    A sua posição, para nós professores aposentados e familiares, será lembrada na eleição de 2010.

Santo Ângelo, 24 de novembro de 2009.
Professores Aposentados do 9º Núcleo Cpers/Sindicato
Santo Ângelo - RS

O Canto das Sereias - Perigo na educação

Conta a lenda que os marinheiros que escutavam o canto das belas sereias, metade mulher e metade peixe, ficavam enfeitiçados pela maravilhosa melodia, perdiam seus rumos e até morriam presos nas armadilhas daquele fascinante canto. O governo do Estado reedita a antiga lenda ao tentar confundir a opinião pública alardeando um enganoso “Plano de Valorização do Serviço Público Estadual” que, se conquistar os mais desavisados, causará muitas desgraças na educação.

Os projetos de lei enviados à Assembleia Legislativa na semana passada, alterando a Constituição Estadual e o Estatuto do Servidor Público, significam, na verdade, o fim dos triênios, da licença-prêmio, das promoções e um brutal congelamento nos salários dos educadores.

Em Assembleia Geral do Cpers-Sindicato, no dia 20, reafirmamos a defesa intransigente de nossos planos de carreira e o cumprimento da lei do piso nacional, cujo básico salarial é de R$ 950 (40 horas), passando a R$ 1.132,40 em janeiro/2010, e sobre o qual serão calculadas as demais vantagens. Não é uma ironia o governo não cumprir a lei do piso nacional e anunciar que vai, bondosamente, “dar” R$ 1,5 mil para as mesmas 40 horas? Esse mísero abono aos salários menores exclui quase 90% dos professores que se qualificaram graças ao estímulo do plano de carreira, assim como os funcionários de escolas.

Recusamos o critério de promoção por mérito porque entendemos que o mérito na educação não é de quem busca “prêmios” numa maratona individual e desenfreada. Ao contrário, depende do trabalho solidário realizado entre os segmentos da comunidade escolar, no sentido de valorizar as diferenças sociais e culturais dos alunos, a fim de promover a formação de jovens que assumam seu papel de cidadãos críticos e transformadores da sociedade em que vivem. Também não acreditamos na fórmula mirabolante para cálculo de reajuste anual (quem confia na matemática palaciana?) vinculado ao equilíbrio fiscal, que só serve para enganar os incautos.

Nossa história de lutas em defesa da educação pública nos permite identificar as metáforas e os eufemismos nesta ardilosa música. Os deputados também precisam ter esse discernimento, por isso a vigília na Assembleia será fundamental para alertá-los sobre o perigo das águas de março (corte de ponto dos grevistas). Se elas desaguarem novamente no mar da sereia, é possível que carreguem junto a promessa de voto em nossos corações.

CARMEN LÚCIA SANTOS - Integrante da diretoria do 2º Núcleo do Cpers-Sindicato

 Diário de Santa Maria http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa/4,41,2728879,13601

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Presidente Ivar Pavan recebe pedido de apoio do CPERS

Presidente do CPERS entregou abaixo-assinado a Ivar Pavan
Na manhã desta quarta-feira (25), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ivar Pavan (PT), recebeu um abaixo-assinado entregue pela presidente do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers), Rejane Silva de Oliveira, pedindo o apoio do Parlamento no atendimento das demandas da categoria, a fim de evitar uma greve no final do ano letivo. Ela apresentou um ofício expondo as principais deliberações da Assembleia Geral do Cpers, realizada no dia 20 de novembro. No documento, a entidade rejeita o pacote de projetos do governo estadual enviado à Assembleia e considera que os mesmos “tiram direitos, implantam a meritocracia, o 14º salário pago por meta de gestão e colocam as carreiras em extinção”.

Claudia Paulitsch - MTB 9095 | Agência de Notícias   13:24 - 25/11/2009
Edição: Sheyla Scardoelli - MTB 6727     Foto: Marco Couto / Ag. AL
http://www.al.rs.gov.br/ag/noticias.asp?txtIdMateria=238921

Nota:  Nós, do 14º Núcleo, participamos de uma das Equipes e entregamos a caixa com as milhares de assinaturas ao líder do PTB, Dep. Iradir Pietrovski (?). Pela conversa que ele fez conosco parecia estar se lixando para os Educadores. A última frase foi pronunciada por uma Professora: de Santo Ângelo - Nós lembraremos do seu nome em 2010, para não votarmos no senhor! 
Sábias palavras!

Após protestos, governo pode adiar votação do projeto de reajuste
Segundo líder da bancada governista, equipe técnica auxiliará discussões na Assembleia

Depois da mobilização de categorias do funcionalismo público, professores e servidores da Brigada Militar, o governo do Estado admite que a votação do pacote que prevê reajuste salarial do funcionalismo público pode ser adiada.

Integrantes do Executivo admitem que o projeto que altera a contribuição previdenciária dos servidores da Brigada Militar (BM) não pode ser aprovado da forma como está já que mais de 1,6 mil policiais de classes intermediárias terão redução salarial, o que acarretaria uma série de ações judiciais. O líder do governo na Assembelia, deputado Pedro Westphalen, não descarta que as votações previstas para a primeira quinzena de dezembro fiquem para o ano que vem:
[...]
As demais categorias manifestaram contrariedade e exigem a retirada ao aletração das propostas. Na Assembleia Legislativa, entre os deputados e as bancadas, existe quase um consenso de que não há clima para aprovação das matérias da forma como estão apresentadas. O deputado do PTB, Cassiá Carpes, considera que o governo errou ao enviar o pacote sem discutí-lo com mais profundidade com os servidores públicos:

— Primeiro errou na falta de diálogo. Começou soltar para a sociedade que ia ter um aumento, que ia melhorar todas as categorias. Deu uma impressão, em primeira instância, de que ia resolver todos os problemas. Aí nós fomos ver dentro dos projetos que não era bem assim. Ou seja, iludiu primeiro.

Soldados, sargentos, sub-tenentes e tenentes decretaram assembleia permanente ontem e podem paralisar as atividades se o governo não recuar. O CPERS/Sindicato e o Sintergs, que reúne os técnicos científicos, estão em estado de greve, também pela contrariedade ao pacote.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Pol%C3%ADtica&newsID=a2728514.xml

Palácio Piratini promete fazer ajustes no pacote
Projetos de lei que estão na Assembleia afetam Brigada Militar e magistério
Gisele Ortolan
Diante da insatisfação dos servidores da Brigada Militar e do magistério com as propostas enviadas pelo Executivo à Assembleia Legislativa, o governo do Estado intensificou as negociações com a base aliada no Parlamento na tentativa de viabilizar a aprovação ainda este ano do pacote de 26 projetos de lei com mudanças para o funcionalismo.

O Executivo já está convencido de que precisará rever pontos como o aumento do percentual recolhido para a pensão dos servidores da Brigada Militar, previsto no PLC 296.

A intenção é achar uma forma de diminuir o impacto da elevação de 7,2% para 11% das continuações aos que estão de fora do reajuste salarial. No entanto, não há indicativos de mudanças para o magistério.

O líder do governo na Casa, deputado Pedro Westphalen (PP), argumenta que há tempo para alterar as propostas e que a retirada da urgência, ou até mesmo dos projetos, só acontecerá "no limite" das negociações.
"Não podemos antecipar ações. Dentro das possibilidades, o governo fará tudo o que precisa ser feito. Se necessário, se adia, se faz modificações", aponta, ao garantir que o Executivo vai atuar para "distensionar o debate", aceitando proposições das categorias e dos deputados.

No Parlamento, cresce a pressão por alterações tanto por parte de representantes da base aliada quanto da oposição, que criticam o fato de as medidas terem sido apresentadas faltando pouco mais de um mês para o recesso e às vésperas de um ano eleitoral, quando aumenta a preocupação em evitar atritos com o funcionalismo.

"É pouco tempo, achamos que o governo deve retirar o regime de urgência. Não faz sentido que projetos com esta envergadura sejam apresentados só no final do ano e sem condições de debate com as categorias", defende o líder da bancada do PT, deputado Elvino Bohn Gass.

Para o deputado Luciano Azevedo (PPS), na forma atual, os projetos são inviáveis e demandam melhorias. "Não há como deixar de negociar, pois se tratam de categorias numerosas e que precisam ser ouvidas", sustenta.

Diante da insatisfação das duas categorias, o ideal seria retirar a urgência na tramitação, preservando a intenção do governo em fazer mudanças profundas na estrutura das carreiras, implantando a meritocacria, defende o deputado Jerônimo Goergen (PP). "É uma saída para se evitar a perda total do projeto", aconselha.

Em busca de apoio pela retirada do pacote, o Cpers/Sindicato peregrinou ontem pela Assembleia entregando aos parlamentares um abaixo-assinado com 40 mil assinaturas. A entidade mantém a vigília que começou na terça-feira, juntamente com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, na Praça da Matriz. Também insatisfeitos, os servidores da Brigada Militar mantêm o estado de greve em protesto ao pacote.

No dia 1 de dezembro as duas categorias farão um ato unificado em frente ao Palácio Piratini. A data será, segundo a presidente do Cpers, Rejane de Oliveria, o "prazo final" para que o Executivo indique a retirada das medidas. "Se até lá não houver um gesto do governo neste sentido, vamos deliberar sobre uma paralisação", garante.

Jornal do Comércio http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=13408&codp=25&codni=3

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Analisando a Fórmula para Reajuste do Pacote das Maldades de YEDA:

Pois,  o projeto que prevê,  no Pacote do Mal de YEDA, um reajuste futuro aos educadores em 15% do que não for Deficit do Estado,( se o saldo for deficitário, sem chance) contém uma fórmula de cálculo tão estapafúrdia, uma verdadeira arapuca para iludir incautos, que sendo otimista, até 2099 deverá ser concedido o aumento, provavelmente no dia 30 de fevereiro. Mas tem um pequeno risco nessa previsão: durante esses anos de espera não pode chover nem muito, nem pouco. Agora, se o preço da soja cair lá fora, a variável da fórmula torna-se negativa e tudo fica mais difícil. E se o aumentarem as despesas do Estado, bem daí o aumento de salário não sai mesmo. Quem sabe, pela fórmula, os educadores  terão um reajuste lá pelo século XXII. Isso que eu chamo de profissão do Futuro....

Siden  Francesch do Amaral

Reforço
O Sindicato dos Técnico-Científicos do RS (Sintergs) se juntará ao Cpers e passará, a partir de hoje, a fazer vigília na Assembleia Legislativa contra os projetos do governo do Estado

 Professores irão entregar abaixo-assinado a deputados
Documento, com 40 mil assinaturas, defende plano de carreira do magistério

Representantes do Cpers irão entregar, nesta quarta-feira, aos deputados estaduais um abaixo-assinado com 40 mil assinaturas em defesa do plano de carreira da categoria.
[...]
Jornal O Pioneiro

Servidores pressionam pela retirada de projetos do Executivo
Entidades reprovam medidas que mexem nas carreiras

Servidores ligados à Educação e à Brigada Militar pretendem intensificar ações para que o governo recue da ideia de ver aprovadas medidas que mexem com as carreiras públicas.
[...]
Jornal do Comércio http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=13301&codp=25&codni=3

Servidores da Ufrgs bloqueiam reitoria para exigir aumento de salário
Um grupo de 50 servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) bloqueiam a entrada da reitoria nesta terça-feira. Os funcionários impedem o acesso ao prédio, que fica no campus central, desde as 5h30min. A intenção deles é permanecer durante todo o dia na mobilização.  Segundo a coordenadora da Associação dos Servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Bernardete Menezes, a maioria dos 2.600 funcionários está de braços cruzados nesta terça. A paralisação é nacional, para exigir melhorias no Plano de Carreira e aumento do vale refeição, que hoje é de R$ 126.
[...]
Cúpula do PSDB planeja 'esconder' FHC na campanha
A cúpula do PSDB vai "esconder" o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na campanha presidencial de 2010. Assim como ocorreu na última eleição municipal, em que candidatos tucanos como o prefeito de Curitiba, Beto Richa, até "dispensaram" a participação de FHC no programa eleitoral de televisão, dirigentes do PSDB e do DEM dizem que ele não é candidato e o PT não vai transformá-lo em personagem na eleição. A oposição afirma que não está preocupada com a tática petista de colar FHC à imagem do governador paulista e pré-candidato ao Planalto, José Serra.
[...]
http://www.camera2.com.br/noticias.php?limpa_sql=0

Stela Farias entrega gravações de Peixoto a Marchezan Jr
Luciane Fagundes - MTB 6167 | PT   18:36 - 24/11/2009

A presidenta da CPI da Corrupção, Stela Farias (PT), encaminhou nesta terça-feira, ao presidente da Comissão de Finanças da Assembleia, Nelson Marchezan Jr., cópia das gravações ouvidas na comissão, na última segunda-feira (23), cujo deputado Marco Peixoto (PP) é um dos interlocutores.

Cotado para assumir vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE), Peixoto (PP) é alvo de suspeitas na CPI. Em três dos quatro diálogos divulgados, o parlamentar conversa com réu acusado de participar do desvio de R$ 44 milhões do Detran.
[...]
http://www.al.rs.gov.br/ag/noticias.asp?txtIdMateria=238849

Editorial da Zero Hora: Sinal de alerta

A rejeição, pela Brigada Militar, do projeto de reajuste do funcionalismo apresentado pelo governo do Estado acende um sinal de alerta que não pode ser desconsiderado. Enquanto a reação partia de lideranças do Cpers/Sindicato, que atuam com evidente viés político, as restrições ainda podiam ser vistas com desconfiança. Mas agora é a BM que questiona a proposta, tornando impositiva uma revisão e uma negociação com o funcionalismo. A tarefa é para a Assembleia Legislativa, que dará a palavra final sobre o pacote salarial dos servidores, mas o Executivo também precisa fazer sua parte.

No projeto encaminhado à Assembleia, o Piratini, além de elevar os salários de soldados e professores, opta pela meritocracia, ao propor bônus de até um salário de acordo com o desempenho das diferentes categorias e na hipótese de haver resultado orçamentário. Além de depender de uma mudança constitucional, porém, a proposta foi recebida com desconfiança pelas categorias contempladas pela inovação, principalmente pela elevação da alíquota de contribuição previdenciária. E, como se não bastasse o rechaço por parte de parlamentares de oposição, é encarada com reservas até mesmo na base de apoio do governo. Daí a importância de um canal de debate entre políticos da oposição e da situação, representantes do Executivo e das diferentes corporações para o enfrentamento das insatisfações geradas pela política salarial.

A sociedade gaúcha habituou-se a encarar uma situação em que a máquina administrativa, historicamente às voltas com insuficiência de caixa, acaba normalmente cedendo apenas no caso de categorias mais influentes nos três poderes. A diferença, desta vez, é a perspectiva de remuneração por mérito, desde que o equilíbrio fiscal seja mantido.

Sempre que categorias como a dos brigadianos e a dos professores recorrem a medidas extremas, quem perde é a sociedade, que deixa de contar temporariamente com seus serviços e não dispõe de alternativas. O desafio dos políticos na Assembleia e dos representantes do Executivo é debater com agilidade alternativas capazes de evitar que a situação chegue a algum impasse, o que levaria a defesa dos interesses de alguns a prejudicar todos, indistintamente.

Zero Hora http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2727801.xml&template=3898.dwt&edition=13593&section=1011

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ministério Público Federal denuncia 13 no caso da merenda escolar

Ronchetti, Chico Fraga e Zandonai podem responder criminalmente.
Paloma Vargas/ Da Redação
   


Canoas - O escândalo da merenda escolar em Canoas tem mais um ato. Desta vez, a denúncia é na esfera federal criminal, a partir de provas da Operação Solidária. Na última sexta-feira, a Procuradoria da República em Canoas apresentou denúncia-crime na Vara Federal Criminal da cidade, contra 13 pessoas, entre elas, o ex-prefeito Marcos Ronchetti, os ex-secretários de Governo, Chico Fraga e de Educação Marcos Zandonai. Os demais são três sócios-gerentes e funcionários da SP Alimentação e colaboradores da empresa Gourmaitre. Os crimes apontados pela Ministério Público Federal (MPF) são de responsabilidade (este tipo de serviço, por lei municipal não poderia ser terceirizado), corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e formação de quadrilha. Agora cabe ao juiz Paulo Aveline analisar o caso.
[...]

China executa dois culpados do escândalo do leite contaminado
A melamina causou diferentes complicações e cálculos renais a cerca de 300 mil crianças no país.
   
China - Duas pessoas foram executadas hoje na China por sua implicação no escândalo do leite contaminado com melamina, que afetou no ano passado mais de 300 mil crianças, seis das quais morreram.
[...]
http://www.jornalvs.com.br/site/principal/capa.asp

 CPERS faz vigília na Praça da Matriz
Professores pedem a retirada dos projetos enviados pelo governo à Assembleia

A partir da manhã desta terça, até a quinta-feira, o CPERS/Sindicato fará vigília na Praça da Matriz, em frente à Assembleia Legislativa, no Centro. Segundo a entidade, os professores querem estabelecer um diálogo com os parlamentares gaúchos para a retirada dos projetos de mudança de plano de carreira do funcionalismo enviados pelo governo do Estado ao Legislativo.

O CPERS tem, ao todo, 42 núcleos no Rio Grande do Sul, que se revezarão, entre hoje e quinta-feira, ficando sete a cada dia acampado na praça. Na próxima semana, os professores prometem nova manifestação.

Diário de Santa Maria

Em assembleia, servidores da BM rejeitam projeto de reajuste do governo
Categoria pedirá que bancada governista sensibilize Yeda para que retire a proposta

Centenas de servidores da Brigada Militar (BM) participaram de assembleia-geral no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira. A categoria rejeitou o projeto encaminhado pelo governo do Estado ao parlamento de reajuste salarial. Muitos trouxeram familiares de outras cidades do Interior, para a manifestação contra o pacote.

Segundo o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar, Leonel Lucas, as lideranças do movimento aguardam para se reunir com a presidência da Assembleia Legislativa.

— Vamos pedir que se retire o projeto ou se vote contra. Vamos conversar com a bancada da situação para que sejam sensíveis que peçam para a governadora retirar o projeto. A Brigada é uma só. Então, que seja dado um aumento linear para todos — afirmou.
[...]
Diário de Santa Maria http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/dsm/19,0,2727416,Em-assembleia-policiais-rejeitam-projeto-de-reajuste-do-governo.html

Categoria decide: retirada dos projetos ou greve

Desde o final de 2008 a categoria vem lutando contra os ataques vindos do Palácio Piratini. O “Fora Yeda” retardou a concretização dos projetos que pretendem acabar com os direitos dos trabalhadores e revelou para o povo gaúcho a verdadeira face deste governo.

No entanto, com o apoio da grande mídia e de sua base aliada na Assembléia Legislativa, Yeda conseguiu se salvar do impeachment e agora tenta cumprir seus compromissos com a burguesia e o Banco Mundial.

Mais uma vez no final do ano letivo apresenta um pacote de medidas atacando os servidores, deixando evidente para todos a sua política de destruição dos serviços públicos e de favorecimento aos altos salários.

Nenhum destes projetos trará qualquer beneficio para os professores e funcionários. Pelo contrário, atacam diretamente as carreiras e suprimem direitos históricos como triênios e licença-prêmio. Institui a meritocracia, desconsiderando todos os aspectos subjetivos na profissão e jogando no lixo toda a experiência adquirida com anos de trabalho.

Os trabalhadores em educação não se deixam enganar. Continuarão denunciando Yeda e seu governo mentiroso e corrupto, que tenta manipular a opinião pública com projetos que na verdade aumentam a miséria dos trabalhadores e as distorções salariais do nosso estado.

Neste sentido, mais de quatro mil trabalhadores em educação, em Assembléia Geral, decidiram decretar “Estado de Greve” pela retirada dos projetos da Assembléia Legislativa. Também iniciaram no dia 24 de novembro uma vigília em frente na Praça da Matriz, com o objetivo de pressionar os deputados para que não votem na destruição do serviço publico e na retirada de direitos dos servidores.

Junto com a denúncia do governo e a pressão aos deputados, os educadores estarão dialogando com os pais e os alunos buscando unir forças para impedir mais este ataque à educação pública do Rio Grande do Sul.

Também haverá um amplo esclarecimento à sociedade gaúcha de que, mais uma vez, o governo Yeda coloca em risco o final do ano letivo, pois no dia 9 de dezembro, se os projetos ainda não tiverem sido retirados, sem duvida, a categoria irá a greve, para defender os seus direitos e a educação dos filhos dos trabalhadores.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Foto: Eduardo Seidl

Vigília na Assembléia Legislativa

DIA 25/11/09 (4ª Feira) é o dia do nosso núcleo participar da Vigília Na Assembléia Legislativa em Porto Alegre pela NÃO aprovação do Pacote do Mal de YEDA. Sua participação é indispensável. 
Saída de ônibus do Núcleo às 8 h e às 13 h.
 
*** VOCÊ APOSENTADO(A) TAMBÉM ESTÁ CONVOCADO, POIS OS PROJETOS DE YEDA ACABAM COM A PARIDADE ENTRE ATIVOS E INATIVOS

*** QUEM SE OMITIR AGORA NÃO PODERÁ SE QUEIXAR DEPOIS***

 ****A NOSSA UNIÃO É A GARANTIA DE NOSSAS CONQUISTAS****


Siden Francesch do Amaral – Diretor do 14º Núcleo do CPERS/Sindicato e Membro do Conselho Geral da Entidade.

Vigília na Praça da Matriz

Conforme aprovado na Assembleia Geral no dia 20 de novembro p.p., o 14º Núcleo estará participando da Vigília na Praça da Matriz e Assembleia Legislativa e, para tanto, estamos informando que a representação deverá estar em Porto Alegre a partir das 9 horas no dia

25 de novembro de 2009(quarta-feira).

Saída do ônibus:

São Leopoldo = às 8h em frente ao 14º Núcleo (Rua Bento Gonçalves, 269 Centro - S.L.).


                      Às 13h em frente ao 14º Núcleo (Rua Bento Gonçalves, 269 Centro - S.L.).


OBS.: Para outras cidades há possibilidade de saída de ônibus ou van (entrar em contato com o 14º Núcleo).


Organizem sua lista com:

Nome                CI                        Fone

Por Joana F. Scherer - Assistente do Núcleo

Procuradores que indiciaram governadora serão investigados

Procuradores que indiciaram governadora serão investigados Advogado de Yeda argumentou ao Conselho Nacional do MP que houve espetacularização do caso
[...]
http://www.camera2.com.br/noticia_ler.php?id=193146

Investigações no TCE sobre irregularidades no governo Yeda estão em pleno andamento, revela Camino
Olga Arnt - MTB14323 | PT   19:10 - 23/11/2009

Os procedimentos abertos no Tribunal de Contas do Estado para investigar irregularidades no governo do Estado continuam em andamento, ao contrário do que alardeiam setores governistas. A informação partiu do procurador-geral do Ministério Público de Contas, Geraldo Da Camino, que depôs hoje (23) na CPI da Corrupção, junto com o contador-geral do Estado, Roberval Marques, e com o conselheiro do TCE Cézar Miola.

Segundo Camino, está em curso uma inspeção especial para analisar a legalidade da aquisição de piso e móveis infantis para a mansão da governadora. Além disso, foi prorrogada a inspeção extraordinária no Detran para a obtenção de informações complementares. “Chegamos a conclusão de que o rombo na autarquia superou em muito os R$ 44 milhões e equivalem ao valor integral repassado às empresas sistemistas, uma vez que ficou comprovado que o serviço que prestavam era desnecessário”, apontou.

 Ele revelou, ainda, que apresentou recurso questionando o arquivamento pelo pleno do TCE da representação para investigar a compra de uma mansão por Yeda Crusius após a campanha eleitoral. “Sobre isso, só iremos nos pronunciar após o julgamento”, avisou.
[...]
http://www.al.rs.gov.br/ag/noticias.asp?txtIdMateria=238732

Assembleia tem 26 matérias tramitando em regime de urgência

Leonel Rocha - 8581 | Agência de Notícias   15:19 - 23/11/2009
Edição: Jussara Marchand - MTB 2262     Foto: Marco Couto / Ag AL

Projetos do Executivo mobilizarão o plenário no final de 2009
O Parlamento gaúcho tem 26 matérias tramitando em regime de urgência. Todas são de iniciativa do Poder Executivo que invocou o artigo 62 da Constituição Estadual para requerer a urgência na apreciação das proposições e a inclusão na Ordem do Dia, após transcorridos 30 dias de sua apresentação. Nas duas últimas semanas, a Assembleia Legislativa recebeu um conjunto de projetos da governadora Yeda Crusius que tratam do chamado Plano de Valorização do Servidor, entre outros temas, que devem ser apreciadas e votadas até a última sessão plenária do ano, marcada para o próximo dia 22 de dezembro.
[...]
Do conjunto de matérias que tramitam em regime de urgência, quatro terão prazo fatal no próximo dia 11 de dezembro. Portanto, já entrarão obrigatoriamente na Ordem do Dia da sessão plenária subsequente, no dia 15. As demais 22 proposições deverão ser apreciadas e votadas na última sessão ordinária do dia 22. Todas cumprem o rito normal de processamento dentro da Casa. Ou seja, são encaminhadas para parecer e análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No entanto, esgotado o prazo de trinta dias, a Assembleia deve deliberar sobre a matéria com ou sem parecer da CCJ.
De todas as proposições do pacote do Executivo, apenas o Projeto de Lei Complementar (PLC) 335/2009 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 200/2009 não tramitam em regime de urgência. Ambas as matérias tratam da revogação do direito de licença-prêmio dos servidores públicos estaduais e acabam com a promoção por merecimento e antiguidade nos cargos de carreira. Como uma PEC deve ser apreciada e votada em dois turnos, com um interstício mínimo de três sessões, não há a previsão de pedido de urgência para este tipo de proposição na Constitução. Já o PLC 335/2009 fica prejudicado caso não haja a aprovação anterior da PEC 200/2009. Se não houver acordo unânime de líderes para incluí-las na Ordem do Dia, essas duas matérias só deverão ser apreciadas em 2010.

Abaixo, as matérias que tramitam em regime de urgência e os seus respectivos prazos finais para apreciação:

       PLC 296/2009 – Dispõe sobre a contribuição previdenciária dos militares estaduais. Além da alíquota e do salário de contribuição definidos com base no princípio da equidade, o projeto disciplina os recolhimentos durante os períodos de afastamento sem remuneração e adequa as normas em vigor aos padrões estabelecidos pela Constituição Federal. Prazo final de tramitação: 11/12.

      PL 297/2009 – Reajusta o valor  do soldo básico do posto de Soldado de 1ª Classe da Brigada Militar em 9,1%, a contar de 1º de Março de 2010. Prazo final de tramitação: 11/12.
   
      PL 298/2009 – Altera a Lei nº 12.201, de 29 de dezembro de 2004, que instituiu o fator de recomposição para cálculo do realinhamento dos vencimentos básicos de quadros de pessoal efetivo da Secretaria da Segurança Pública, e dá outras providências. O projeto eleva de 10% para 15% o índice de reposição no ano de 2010. Prazo final de tramitação: 11/12.
   
PL 299/209 – Reajusta em 19,9% os valores dos soldos básicos dos postos de Major, Tenente-Coronel e Coronel da Brigada Militar, obedecendo ao seguinte cronograma: 9,95%, a partir de 1º de março de 2009; 4,52%, a partir de 1º de agosto de 2009; e 4,33%, a partir de 1º de março de 2010. Prazo final de tramitação: 11/12.
    *

      PL 333/2009 – Fixa em R$ 1.500,00 a remuneração mínima do Magistério Público Estadual, incluindo as vantagens pecuniárias pagas a qualquer título. Prazo final de tramitação: 17/12.
   
      PL 334/2009 – Institui a fórmula para cálculo de reajuste dos vencimentos básicos do Magistério e Servidores de Escola. Prazo final de tramitação: 17/12.
   
      PL 294/2008 – Institui o Sistema Estadual Unificado de Apoio e Fomento às Atividades Culturais – Pro-Cultura. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PLC 300/2009 – Dispõe sobre a carreira de Auditor do Estado e dá outras providências. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PLC 301/2009 – Dispõe sobre a carreira de Agente Fiscal. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PLC 302/2009 – Dispõe sobre a carreira de Auditor de Finanças do Estado. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 344/2009 – Fixa os índices de aumento nos vencimentos dos servidores dos Institutos de Criminalística, Médido Legal e de Identificação, e dos monitores penitenciários. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 345/2009 – Altera o contingente do Corpo Voluntário de Militares Inativos da Brigada Militar e dispõe sobre a Gratificação Especial de Retorno à Aividade. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 346/2009 – Altera o efetivo da Brigada Militar, nos quadros de oficiais de Estado-Maior e de oficiais especialistas em Saúde. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 347/2009 – Prorroga por 12 meses os contratos emergenciais de 25 engenheiros e 25 arquitetos lotados na Secretaria das Obras Públicas. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 348/2009 – Prorroga contratos temporários de 18.140 professores. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 349/2009 – Institui o Fundo de Equilíbrio Previdenciário (FE-Prev) com o objetivo de constituir provisão financeira, como fonte de recursos adicionais, para assegurar a cobertura do custeio das obrigações referentes ao regime próprio de previdência social dos servidores públicos de responsabilidade do Estado do Rio Grande do Sul. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 350/2009  - Autoriza a contratação em caráter emergencial e temporário de 100 servidores de nível superior para o Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul - IPERGS, com as seguintes habilitações: 22 administradores, 23 advogados, quatro assistentes sociais, dois atuários, um técnico em Ciência da Computação, 24 contadores, dois enfermeiros, um dentista, cinco economistas, um estatístico, e 15 médicos; e de mais 19 servidores de nível médio. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 351/2009 – Autoriza a Caixa Estadual S.A - Agência de Fomento/RS e o Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. a participar no capital de empresas privadas e de fundos garantidores de crédito. Prazo final de tramitação: 19/12.
  
      PL 352/2009 – Institui no âmbito do Poder Executivo, o Ciclo de Planejamento, Orçamento e Gestão, com a finalidade de institucionalizar os processos de planejamento, orçamento e gestão, visando conferir-lhes uniformidade de procedimentos, mediante a progressiva profissionalização das estruturas a ele vinculadas. Prazo final de tramitação: 19/12.
  
      PL 353/2009 – Introduz uma nova sistemática de cobrança de juros pela inadimplência das obrigações tributárias estaduais, exigindo, a partir de 1º de janeiro de 2010, juros equivalentes à taxa SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, e de 1% no mês do pagamento. Prazo final de tramitação: 19/12.
  
      PL 354/2009 – Dispõe sobre a carreira de Analista de Planejamento, Orçamento e Gestão. Prazo final de tramitação: 19/12.
  
      PL 355/2009 – Modifica a Lei nº 8.821, de 27/01/89, que instituiu o Imposto sobre a Transmissão, "Causa Mortis" e Doação, de quaisquer bens ou direitos (ITCD). Nas transmissões "causa mortis" a alíquota progressiva de 1% a 8% é substituída pela alíquota média de 4%, que era o percentual praticado pelo Estado antes da vigência do ITCD. Para o imposto de transmissão nas doações, a alíquota progressiva de 3% a 8% é substituída pela fixa de 3%. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 356/2009 – Estímulo à aposentadoria de funcionários de fundações através da concessão de reforço de proventos aos empregados das instituições fundacionais de direito privado mantidas pelo Poder Público Estadual, que se aposentarem pelo Regime Geral de Previdência Social. Prazo final de tramitação: 19/12.
  
      PL 357/2009 – Institui o Prêmio Desempenho Institucional no Serviço Público Estadual (PDI) . Prazo final de tramitação: 19/12.
  
      PL 358/2009 – Prorroga a contratação emergencial de 4 mil servidores de escola. Prazo final de tramitação: 19/12.
   
      PL 359/2009 – Fixa a remuneração dos dirigentes de autarquias e de fundações autárquicas do Estado e dá outras providências. Prazo final de tramitação: 19/12.

http://www.al.rs.gov.br/ag/noticias.asp?txtIdMateria=238701

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Apagão na Segurança e na Educação Gaúcha!

Escola estadual Pedro Schneider sofre mais um arrombamento
Essa já foi a décima oitava vez no ano que a instituição é invadida.
Da Redação
   

São Leopoldo - A escola Pedrinho, no Centro de São Leopoldo, sofreu um novo arrombamento. Foi a décima oitava vez no ano que arrombadores provocaram prejuízos à escola estadual que atende mais de mil alunos. Dessa vez, os arrombadores levaram TV, DVD e utensílios domésticos. Como das vezes anteriores, o acesso foi pelo antigo prédio do Fórum, na Avenida João Corrêa, que está desativado há quase dois anos.

http://www.jornalvs.com.br/site/noticias/ensino,canal-8,ed-149,ct-216,cd-229715.htm

domingo, 22 de novembro de 2009

Frase do Dia


“Se destrói tudo que encontra pela frente e não respeita nem Escolas, só pode ser o Ciclone YEDA.”


Profª Dorotéia


Só para lembrar o que todos já sabem:

Os exames do Saers serão conduzidos pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação, da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF).

sábado, 21 de novembro de 2009

Sei que nada sei


Essa famosa expressão de Sócrates poderia ilustrar minha condição de Funcionário de Escola, já que, como tantos outros Colegas, sou desvalorizado por não exercer uma profissão dita intelectual. Temos, porém, o compromisso de realizar consertos eletro-hidro-sanitários e a limpeza da escola, como no pátio, nas salas e nos banheiros. Especialmente os vasos sanitários precisam de um cuidado especial. E nós fazemos isso como muita competência, higiene e profissionalismo.

Não menos importante é a nossa relação com os estudantes, pois somos, antes de mais nada, Agentes Educacionais e contribuimos muito na educação dos filhos da classe trabalhadora. Assim, o MEC, através da luta e da pressão da CNTE e dos sindicatos afiliados, como por exemplo o Cpers, elevou nossa condição para Trabalhadores em Educação.

Nós, Funcionários de Escola, seja da manutenção, da secretaria, da monitoria, da portaria ou da alimentação, estamos presentes em todos os espaços escolares, inclusive no Conselho Escolar, e garantimos o funcionamento dessa instituição de ensino. Fazemos parte do Cpers, seja na Direção Central ou dos Núcleos e defendemos os Planos de Carreira, tanto o nosso quanto o do Magistério. E defendemos com unhas e dentes o Piso Nacional, mesmo que não sejamos ainda contemplados por ele, pois não nos foi concedido pelo governo estadual realizar o curso Pró-Funcionário.

Contudo, participei da Marcha pelo Piso Nacional em Brasília, juntamente com outros novecentos e oitenta Educadores gaúchos e, milhares de outros dos demais Estados no ano de 2005 e depois em 2007 novamente, por que sabemos da importância dessa luta para a Categoria. Nossa proposta em 2003 era de um básico de R$ 1.150,00, mas foi aprovado em 2008 o valor de R$ 950,00. Todavia, superior aos atuais R$ 322,00 do Governo Yeda. O Governo Federal reajustou para R$ 1.132,00 em janeiro deste ano e é por este valor que lutamos. Por isso recusamos o Piso-Teto da governadora, pois ele inviabiliza o Piso Nacional e, portanto, deflagramos estado de greve na recente Assembleia.

Por todos esses motivos, já nos acorrentamos junto aos Professores em frente ao Piratini, já fomos espancados, nos feriram com balas de borracha e até com bombas, nos expulsaram das proximidades da Mansão e, mesmo assim, continuamos gritando em alto e bom som: Fora Yeda. No Meu Plano de Carreira NINGUÉM Mexe! Situação diferente de muitos ocupantes do Quadro do Magistério, que não se deram conta, ainda, da importância dessas lutas, e continuam fechados em seu mundo de faz-de-conta, como se nada estivesse acontecendo.

Como pode uma pessoa pagar R$ 800,00 por mês a uma universidade, para cursar três disciplinas e, receber apenas R$ 750,00 bruto por um mês inteiro de dedicação, para ensinar Filosofia à vinte turmas semanalmente, deslocando-se entre três ou quatro escolas?

Para quê continuar trabalhando como servidor estadual durante trinta anos ou mais sem receber nem ao menos 5% sobre um básico de R$ 320,00 a cada três anos?

Será que a sociedade e os professores concordam que trezentos e vinte reais são indignos para quem cursou durante cinco ou dez anos uma faculdade, independente de ser pública ou particular?

É por isso que não podemos concordar com o pacote do governo que soma esse básico com todos os avanços (triênios, promoções pela participação em cursos, etc) para chegar em R$ 750,00 e depois congelar por três anos ou mais, como aconteceu no último período.

Sei que nada sei. Mas eu sei o suficiente para continuar lutando no 14º Núcleo e dentro das escolas pelos nossos Planos de Carreira e pelo Piso Nacional, pelo IPE e pela Gestão Democrática, pela merenda escolar e por um governo transparente e ético, ao invés de ficar de braços cruzados me lamentando, ou pior ainda, criticando ou atrapalhando quem defende os Educadores, enquanto esse governo, acusado pelo MPF de formar uma quadrilha criminosa, ataca o Estatuto do Funcionalismo Estadual (Lei 10.098), o Estatuto do Magistério (Lei 6.672), a Gestão Democrática (Lei 10.576), bem como o Estatuto dos Funcionários de Escola (Lei 11.407 e 11.672). Somos todos Trabalhadores em Educação e queremos uma Escola Pública de qualidade e a valorização do Servidor em todos os setores desse Estado

Noé M. Oliveira
Agente Educacional I - Manutenção de Infra-Estrutura. (Básico: R$ 304,50)
Diretor Financeiro do 14º Núcleo-Cpers/Sindicato.

Rádio ABC- Novo Texto


Esclarecimentos

As medidas anunciadas no pacote do governo são enganosas, pois:

• Os projetos não concedem qualquer reajuste salarial e têm como única finalidade desmontar as carreiras da categoria;

• o governo se recusa a aplicar o Piso Salarial Nacional como vencimento básico do Plano de Carreira;

• o governo quer implantar a meritocracia, gerando queda na qualidade no ensino e, consequentemente, a exclusão social;

• os educadores estão com os salários congelados há três anos;

• a proposta exclui os funcionários de escola, os professores com curso superior e congela o salário dos aposentados, rompendo com a paridade salarial entre ativos e inativos;

• um governo que destrói os serviços públicos e é acusado de chefiar uma “quadrilha criminosa”, não tem crédito quando diz que “valoriza o serviço público”.


O CPERS/Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da escola pública e de qualidade.

TODOS NA ASSEMBLEIA NO DIA 09 de Dezembro no Gigantinho.

Educadores rejeitam projetos de Yeda e aprovam estado de greve

Os trabalhadores estaduais da educação, reunidos em assembleia geral na tarde desta sexta-feira 20, no Gigantinho, em Porto Alegre, rejeitaram os projetos do governo do estado que mexem na vida funcional dos servidores. Exigem a imediata retirada das propostas encaminhadas pelo Executivo. A categoria também aprovou o estado de greve e a realização de uma nova assembleia geral dia 9 de dezembro.

Numa tarde chuvosa na capital gaúcha, mais de quatro mil educadores compareceram a assembleia, dando uma demonstração de que a categoria não aceita qualquer projeto que tenha como objetivo a retirada de direitos. Desde o início do atual governo, a categoria já enfrentou a enturmação, multisseriação, fechamento de escolas, de bibliotecas e laboratórios e aulas em escolas de lata.

Depois de destruir a escola pública, o governo Yeda agora avança sobre a valorização profissional, representada pelos planos de carreira.

Os projetos de Yeda foram divulgados como pacote de bondades, de valorização dos servidores. Mas os educadores sabiam que tudo era mentira. A governadora nunca teve no seu horizonte a valorização dos servidores e dos serviços públicos. O que Yeda está fazendo representa o maior ataque já sofrido pela categoria.

Nos próximos dias, os educadores estarão permanentemente na Praça da Matriz, na Assembleia Legislativa e em outros locais exigindo a retirada dos projetos e defendendo direitos conquistados. A dignidade dos trabalhadores em educação não tem preço.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato

Professores entram em estado de greve contra pacote de reajustes
Os trabalhadores estaduais da educação do Rio Grande do Sul, reunidos em assembleia geral realizada, na tarde desta sexta-feira (20), no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, rejeitaram os projetos do governo do Estado que alteram a vida funcional dos servidores. No encontro, mais de 4 mil professores ligados ao Cpers/Sindicato exigiram a imediata retirada das propostas encaminhadas pelo Executivo para votação, em caráter de urgência, na Assembleia Legislativa.

Além do estado de greve, foi decidida a realização de uma nova assembleia geral, marcada para o próximo dia 9 de dezembro, quando a categoria avalia a possibilidade de iniciar as paralisações ainda no corrente ano letivo. O início da greve dependerá do andamento dos tramites dos projetos no legislativo gaúcho, segundo alguns lideres do sindicato.

Após o término das discussões, boa parte dos participantes prosseguiu com os protestos em frente ao Palácio Piratini. Nos próximos dias, os educadores planejam intensificar as manifestações, de maneira permanente, na Praça da Matriz, na Assembleia Legislativa e em outros locais, como forma de pressionar o Governo pela retirada dos projetos.

De acordo com as declarações da presidente do Cpers, a professora Rejane Oliveira, mesmo a proposta de reajuste dos salários para R$ 1,5 mil não obteve aprovação. Para ela, o valor deveria representar o piso salarial categoria e não como prevê o pacote de medidas. "O que Yeda está fazendo, por meio de um pacote travestido de bondades, representa o maior ataque já sofrido pela nossa categoria. Isso nós não vamos permitir", defendeu.

Jornal do Comércio http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=13015

Cpers aprova estado de greve
Mais de quatro mil professores participaram da assembleia

Mais de quatro mil professores participaram nessa tarde da assembleia-geral convocada pelo Cpers, no Gigantinho, que aprovou estado de greve da categoria.

A categoria pretende impedir a tramitação de projetos de lei enviados à Assembleia Legislativa pela governadora Yeda Crusius. Para os sindicalistas, as propostas representam prejuízos ao plano de carreira.

Os servidores rejeitaram todas as propostas encaminhadas pelo governo para o legislativo, inclusive o projeto para elevar o salário de parte dos docentes para R$ 1,5 mil.

O Cpers informou que pretende realizar protestos na Praça da Matriz a partir de terça-feira para pressionar o Piratini e a Assembleia Legislativa a fazerem uma nova proposta para os professores.
RÁDIO GAÚCHA
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/dsm/19,0,2723881,Cpers-aprova-estado-de-greve.html

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Rapidinhas

Yeda recebe o cônsul-geral da África do Sul

A governadora Yeda Crusius recebeu nesta quinta-feira (19), no Palácio Piratini, o cônsul-geral da África do Sul, Yusuf Omar. O encontro teve por objetivo estreitar as relações entre RS e África do Sul. O secretário extraordinário da Copa do Mundo de 2014, Paulo Odone, participou da audiência.

Yeda disse que o Rio Grande do Sul é um dos estados mais ricos do Brasil e faz fronteira com alguns países do Mercosul. Ressaltou que a Serra gaúcha é uma região diferenciada e colonizada por alemães e italianos. "É uma região muito rica e industrializada", afirmou.
[...]
Tucanos receberam mais doações do Rodoanel

As construtoras OAS, Odebrecht, CR Almeida e Camargo Corrêa, algumas das que integram o consórcio responsável pelas obras do trecho sul do Rodoanel, doaram R$ 1,7 milhão para a campanha de 22 deputados estaduais de São Paulo nas eleições de 2006.

O valor se refere apenas aos que estão no cargo atualmente. Desse montante, os atuais parlamentares do PSDB receberam o maior valor - R$ 684 mil (40%) -, seguidos pelos petistas que tiveram R$ 465 mil (27%) do total. O líder do PT, Rui Falcão, preferiu não comentar o assunto. Para o PSDB, as doações não influenciam a posição do partido frente ao acidente.
[...]

http://www.camera2.com.br/noticias.php?limpa_sql=0

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Frase do dia:

"É melhor ter os salários cortados agora do que, no futuro, perder muito mais."

Fabrício Ramos, professor de educação física em Santa Maria e São Sepé, referindo-se ao desconto nos salários dos grevistas no ano passado.

DOROTÉIA VAI À ASSEMBLEIA

Pois,  meus amigos acabei de falar com a professora Dorotéia ao telefone. A educadora estava indignada. Falou que não admitia que a governadora com um salário superior a R$ 7.000,00,  após obter um reajuste monumental de 143%,  passando o mesmo  para mais de R$ 17.000,00   querer agora,  congelar seu salário que está em R$ 1.499,00. Perguntou-me  por que só os baixos salários deveriam ser congelados?

A professora afirmou que já havia providenciado uma moeda de R$ 1,00 para atirar à frente Palácio, devolvendo antecipadamente, o abono que o Piratini estava propondo.

Dorotéia estava  indignada...  Disse que tínhamos que dar um basta nesses analfabetos funcionais da mídia, do governo, que não sabiam diferenciar Piso de Teto.

Então,  procurei acalmá-la. Disse-lhe que não estava nada decidido,  que tudo dependia de nossa mobilização. Disse-lhe também que havia visitado as Escolas da região e observei que a indignação dos educadores era imensa. Falei a Dorotéia que acreditava que iríamos, desta vez, lotar o Gigantinho.

A educadora após me ouvir, disse que também acreditava na Lotação do Ginásio, pois a mobilização na sua região era total. Professores que há bastante tempo não compareciam à Assembleia estavam reservando seus lugares na lista dos ônibus.

Então,  ponderei a ela que esse era o caminho, essa a forma de demonstrar nossa insatisfação com a proposta do Governo YEDA, fazendo  uma grande Assembleia e rejeitar os projetos  do executivo, pois esses  liquidavam com  nossos Planos de Carreira e o Piso Nacional. 

A professora me perguntou quanto os deputados da base aliada ganhavam para dizer amém aos devaneios da governadora. Respondi que acreditava que nada, pois se tratavam de pessoas honestas, que faziam tudo por ideologia. Então,  sobrou para mim. Dorotéia após ouvir minha última frase deu uma gargalhada e arrematou:  “Meu amigo, você é inocente como o Santana, acredita até em Papai Noel”.

Confesso que fiquei impressionado com a tamanha indignação da professora. Seu humor parecia a de uma cascavel  enlouquecida. E pensei, talvez fosse essa a indignação que faltasse à categoria.

A educadora falou que  tinha conseguido um dinheiro emprestado para o lanche, pois se dependesse do Vale Refeição do Estado, a única coisa que poderia comprar era um Pastel de Vento.

Dorotéia,  então,  afirmou que não perderia essa Assembleia por nada e que esperava que todos fizessem sua parte.

A professora finalizou dizendo que como tinha poucos créditos no celular,  teria que desligar e que conversaríamos mais na sexta-feira, dia 20, no Gigantinho.

Embora cansado, depois de um dia inteiro de mobilização, liguei para um colega de uma cidade vizinha e perguntei como estava a mobilização em sua escola. A resposta foi alentadora. Muitos já inscritos. E disse mais: “aqui na cidade todas as Escolas enviarão um número expressivo de representantes”. Era uma afirmação auspiciosa...

Então, fiquei meditando nas palavras de Dorotéia.  Ela tinha razão. Todos tinham que fazer a sua parte... Agora, chegou o momento do TUDO OU NADA.  O CPERS SOMOS NÓS!   SÓ  A NOSSA UNIÃO  GARANTIRÁ AS  NOSSAS CONQUISTAS!

BOA ASSEMBLEIA A TODOS!

*Siden Francesch do Amaral é Diretor no 14° Núcleo do CPERS e membro do Conselho Geral da Entidade

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Golpe de Mestre ou Golpe nos Mestres?

Siden Francesch do Amaral*

Nos últimos tempos, a palavra golpe tem estado em voga no Rio Grande do Sul. A própria governadora, usando um derivado, chamou a oposição de golpista, devido às inúmeras denúncias contra o seu governo. No entanto, Yeda esqueceu de mencionar na oportunidade que essas ocorrências não partiam dos seus opositores, mas de seus companheiros de sigla e ex-componentes de sua gestão.

Na última semana, o jornalista Paulo Sant”Ana usou como título de sua crônica a parte inicial que ora denomina esse artigo (Golpe de Mestre). Confesso aos leitores que a palavra golpe, a mim, soa como algo pejorativo. Resolvi então recorrer ao Novo Aurélio, o dicionário.

Inicialmente, o dicionário dá a origem do vocábulo e apresenta um primeiro significado: “bofetada”. Então me lembrei do Piso de Yeda, que na verdade nada mais é que uma “bofetada” na dignidade dos educadores. Acredito que o governo possa até iludir alguns jornalistas inocentes, desinformados ou que agem de má fé, entretanto, dizer que sua proposta contém um novo Piso aos trabalhadores em educação é subestimar a inteligência da categoria.

Mas, continuando a procura no dicionário, deparei com outro significado, que acredito seja bastante pertinente ao tema em questão: “manobra desonesta, com o fim de enganar, prejudicar outrem”. Ou seja, essa versão, acredito, explica a parte derradeira do título desse artigo (Golpe nos Mestres). Pois, na minha opinião, a governadora, mais uma vez, “tenta jogar para a torcida”, pensando que a população é ingênua, iludida que ganhará aplausos nessa tentativa de golpear mortalmente o Plano de Carreira dos Professores e o Piso Nacional dos Educadores.

Talvez o ilustre jornalista, com a proximidade das festas natalinas, tenha caído no conto do Papai Noel. È absolutamente claro que os fatos depõem contra a governadora, pois não seria apenas um paradoxo, como atitude esquizofrênica, alguém liderar uma ADIN no Supremo Tribunal Federal (STF) contra um Piso de R$ 950,00 e depois oferecer R$ 1.500,00 a mesma referência.

Logo, o que podemos concluir que o Governo do Estado, na tentativa desesperada de melhorar seus índices de popularidade, na esperança de tornar viável sua candidatura à reeleição, inicia outra falácia, semelhante ao do Déficit Zero, agora, a do Pseudo-Piso. Então, Yeda alardeia um Piso, que na verdade, não passa de um abono.

Evidentemente, que esses projetos de Yeda, de Golpe de Mestre nada tem, o que está mais propenso a se configurar, se as denúncias do Mistério Público Federal (MPF) se confirmarem (todos são inocentes até prova em contrário) e fazendo novamente alusão ao dicionário acima citado, há mais um golpe na praça, protagonizado por esse nefasto governo, amparado por sua base aliada, onde já se torna flagrante, o famigerado toma-lá-da-cá da política brasileira. Vale ainda lembrar, principalmente aos parlamentares do bloco de apoio do governo, que no Rio Grande do Sul, ninguém que desrespeitou a educação passou impunemente.

Novamente, como em texto anterior, saliento aos colegas educadores, que é imprescindível, na Assembléia Geral do próximo dia 20, lotarmos o Gigantinho, mostrando que estamos mobilizados e atentos aos conchavos políticos e também, que não pouparemos esforços para denunciar aqueles que votarem contra a educação dos gaúchos. Afinal, que interesses obscuros permeiam essa base parlamentar, que insiste em dar sustentação a um governo que sangrou a maior parte de sua gestão?

Finalmente, dirigindo-me aos colegas que se desesperam pelas inverdades que circulam na mídia tradicional: procurem ficar serenos, pois essa, paulatinamente, começa a sentir o esvaziamento de seu poder de manipulação com o advento da internet e, cada vez mais, o mundo virtual está proporcionando uma democratização da informação e os jornalistas dos grandes conglomerados deverão, inevitavelmente, diminuir a soberba.

*Siden Francesch do Amaral é diretor do 14º Núcleo do CPERS/Sindicato e membro do Conselho Geral da Entidade

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Yeda confirma mudanças na licença-prêmio e salário básico de R$ 1,5 mil para o magistério

Política | 16/11/2009 | 19h06min
Atualizada às 19h49min


A governadora Yeda Crusius confirmou o pacote de emergência para o magistério na tarde desta segunda-feira. Haverá mudanças na emenda constitucional prevendo o 14º salário por produtividade e modificação na licença-prêmio. A partir de agora, a licença será concedida apenas para cursos de qualificação. As propostas foram encaminhadas para votação na Asembleia Legislativa.
[...]
A governadora também confirmou a proposta de salário inicial de R$ 1,5 mil para professores do regime de 40h. Hoje, o piso é de R$ 862. O benefício seria para os profissionais que ainda não recebem esse valor e não inclui aposentados.
[...]
O Cpers reprovou as medidas. A vice-presidente do sindicato que representa os professores, Neida de Oliveira, lembra que uma assembléia será realizada no próximo dia 20.

ZEROHORA.COM E RÁDIO GAÚCHA

Pavan ouve manifestações de representantes de brigadianos contra pacote do Governo

O presidente do Parlamento gaúcho, deputado Ivar Pavan (PT), reuniu-se na tarde de sexta-feira (13) com representantes de associações da Brigada Militar que vieram manifestar sua insatisfação com o pacote de reajuste salarial e dos planos de carreira enviado pela governadora Yeda Crusius à Assembleia Legislativa. As propostas foram encaminhadas pela governadora ao Parlamento com pedido de urgência.

Em resposta, a Associação Beneficente Antônio Mendes Filho (ABAMF) e a Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da BM (ASSTBM) convocaram uma Assembleia Geral da categoria no dia 24 de novembro, às 11h, no Teatro Dante Barone da AL. Além disso, pediram auxílio para que os deputados tranquem a pauta ao menos até o dia 11 de dezembro, dando prazo para mais negociações. Ivar Pavan (PT) garantiu apoio aos brigadianos.
Guilherme Rocha - AL

domingo, 15 de novembro de 2009

Frase do Dia 12


"O governo não tinha o projeto para apresentar ao sindicato e nem uma resposta para as nossas reivindicações."
Rejane de Oliveira

Muro desaba e Educação Física vai à sala de aula em NH
Quadra da Escola Estadual Alvino Weber está interditada desde setembro.
Débora Ertel/ Da Redação

Novo Hamburgo - Todo mundo se lembra da chuvarada que caiu entre os meses de agosto e setembro. Para os alunos da Escola Estadual Alvino Weber, no bairro Roselândia, em Novo Hamburgo, a recordação se faz presente com mais intensidade toda vez que tem aula de Educação Física. Na noite do dia 3 de setembro, após chover muito, o muro da escola desabou sobre a quadra de esportes. Desde então, professores usam e abusam da criatividade e os 480 estudantes, com idade média entre 10 e 15 anos, praticam a virtude da paciência. Ao invés de mexer o corpo na quadra, a gurizada realiza atividades como jogos de pingue-pongue e um concurso de Hip Hop. Conforme a 2.ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), até o final do ano o muro não será reconstruído.
[...]

MEC seleciona professores para corrigir redação do Enem
Interessados devem se inscrever até o próximo domingo no site do Inep.
Agência Brasil
 
Brasília - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do Ministério da Educação (MEC), está cadastrando professores de língua portuguesa para corrigir as redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os interessados devem se inscrever até as 23h59 do próximo domingo, 15, no site do Inep.

Para se tornar um corretor é preciso ter pelo menos dois anos de experiência como professor e curso superior em Letras – Língua Portuguesa. Quem tiver cônjuge, filho, dependente legal ou qualquer outro parente de primeiro grau participando do Enem 2009 não pode se inscrever. A seleção será feita pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe), um dos organizadores do evento. Será necessário, em uma segunda fase, enviar documentos para comprovar as informações prestadas durante a inscrição.

O Inep quer construir um banco unificado de corretores de redação com mais de 5 mil professores cadastrados. Os selecionados vão passar por um treinamento em várias cidades, entre elas, Brasília, Rio de Janeiro e Fortaleza.
[...]

http://www.jornalnh.com.br/site/principal/capa.asp

sábado, 14 de novembro de 2009

A propaganda dos R$ 1.500,00 de Yeda

Yeda contesta no STF o piso nacional de R$ 950,00 mas promete piso de R$ 1.500,00 a professores. Dá para acreditar?
Claudio Sommacal*
Há uma semana a governadora Yeda fez um anúncio no Palácio Piratini dizendo que o novo piso de um professor estadual será de R$ 1.500,00. A mídia (rádio, jornal e tevê) reproduziram a informação em manchetes.

Cantaram a notícia estado a fora, condicionando a opinião pública que passou a achar que a informação era expressão da verdade.

Fui me informar sobre a benesse. Primeiro, custei a acreditar que a governadora que contestou no Supremo Tribunal Federal, junto a outros quatro governos, a implementação da Lei do Piso Nacional de R$ 950,00 proposto por Lula, de repente, abrisse a mão e oferecesse um piso superior. Estranhei, igualmente, que um governo que está no Cadin (Cadastro dos Inadimplentes) junto à União, que sequer implementou a merenda para o Ensino Médio em 2009, como quer o MEC, que não investiu os 35% em educação, pudesse acenar com uma proposta tão bondosa.

Na verdade, a proposta de Yeda não passa de uma jogada de marketing que foi bebida pela mídia sem ser degustada.

Senhores e senhoras professoras! Os tais R$ 1.500,00 como piso são uma ficção. Eles serão colocados como base de um possível Plano de Carreira que não existe. Yeda quer acabar com o atual Plano de Carreira que tem vantagens com progressão de níveis e classes, conforme a formação e o tempo de serviço, e quer forçar os atuais servidores a aderirem ao novo plano. O piso anunciado só valerá para os novos concursados que ingressarem no novo plano. E isto, não tenho dúvidas, só valerá para aqueles que fizerem concurso e forem nomeados no futuro. E, sabem quando isto vai acontecer?

É só olhar para a política dos governos neoliberais. Eles não fazem concurso. Eles enxugam o Estado. Eles defendem um Estado mínimo. Logo, com Yeda não terá concurso, só terá contratações. Mesmo porque, Yeda, na vontade dos gaúchos só será governadora até 31 de dezembro de 2010.

Então, devagar com o andor, que o santo é de barro. E, lamentavelmente a mídia embiragada distribui um veneno como se fosse remédio.
Pense nisto, enquanto há tempo!
Ora,


*Claudio Sommacal é Professor e Jornalista

No Meu Plano NINGUÉM Mexe!

TÍTULO II
DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS BÁSICOS


Art. 3º - A Carreira do Magistério Público Estadual tem como princípios básicos:
I - Profissionalização, entendida como dedicação ao Magistério, para o que se tornam necessárias:
a) qualidades pessoais, formação adequada e atualização constante, objetivando o êxito da educação e acessos sucessivos na Carreira;

b) remuneração condigna que tenha em vista a maior qualificação em cursos e estágios de formação, aperfeiçoamento e especialização, sem distinção de graus escolares em que atue o pessoal do Magistério e que lhe assegure "status" econômico e social compatível com a dignidade, peculiaridade e importância da profissão que exerce, permita-lhe dedicação ao Magistério e possibilite-lhe o aperfeiçoamento contínuo;
 

c) existência de condições ambientais de trabalho, pessoal coadjuvante qualificado e material didático adequado;
 

II - Paridade de remuneração com a de outros profissionais ocupantes de cargos em que se exija qualificação análoga ou equivalente, respeitadas as peculiaridades e o regime de trabalho;
 

III - Progressão na Carreira, mediante promoções alternadas por merecimento e antigüidade;
 

IV - Valorização da qualificação decorrente de cursos e estágios de formação, atualização, aperfeiçoamento ou especialização.
[...]
LEI Nº 6.672, DE 22 DE ABRIL DE 1974.
(atualizada até a Lei nº 12.443, de 03 de abril de 2006)
Estatuto e Plano de Carreira do Magistério Público do Rio Grande do Sul.
http://www.al.rs.gov.br/legiscomp

Pressão contra reajuste salarial

Policiais e professores ameaçam entrar em greve

Brigadianos e professores ameaçam entrar em greve nos próximos dias, em protesto aos projetos de reajuste salarial do governo do Estado. Ontem, cerca de 40 policiais militares de Santa Maria, que participaram de uma reunião para avaliar o índice salarial, decidiram apoiar a proposta de paralisação defendida pela Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar. O projeto para os servidores da segurança foi na quarta-feira para a Assembleia Legislativa.

A reivindicação é para que o reajuste se estenda a todos os policiais militares. O presidente da associação, Leonel Lucas, diz que a proposta deixa de fora os soldados que estão há mais de três anos na corporação, além de sargentos, tenentes e capitães. Além disso, os policiais reclamam do aumento da contribuição previdenciária. Pela proposta, o percentual passaria de 7,2% para 11% do salário.


– Além de não dar aumento, ainda vai nos tirar dinheiro com o projeto (da contribuição). Já fizemos greve em 1997, e está se encaminhando para fazermos de novo – diz Lucas.

À tarde, na Capital, o presidente da associação conseguiu, com a ajuda de deputados governistas, marcar para segunda-feira uma audiência com o chefe da Casa Civil, o caçapavano Otomar Vivian. Lucas pretende pressionar Vivian para alterar o projeto.

Presidente da Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia, o deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB) acredita que os projetos que chegaram na Casa são um avanço, porque aumentam os salários dos que ganham menos. No entanto, ele reconhece que algumas categorias não foram contempladas. Para isso ocorrer, ele diz que é preciso que os deputados não aprovem os projetos que dão reajuste aos que ganham altos salários. Assim, o Estado teria verba para dar aumento a outras categorias.

Já o deputado santa-mariense Fabiano Pereira (PT) diz que, ao oferecer 19% aos oficiais superiores e não incluir um aumento para os cabos, sargentos, tenentes e capitães, a governadora estará favorecendo quem ganha mais. Fabiano afirma que a oposição deve fazer uma pressão, sugerindo emendas ao projeto, na tentativa de contemplar todos os policiais.

Professores – Sem ainda conhecer o projeto de reajuste, o Cpers/Sindicato também fala em greve, caso o governo mande a proposta para a Assembleia sem negociação. Na quarta, representantes do sindicato se reuniram com o secretário de Educação, Ervino Deon, mas ele não apresentou a proposta. A presidenta do sindicato, Rejane Oliveira, diz que Deon foi avisado de que se o projeto for para a Assembleia sem o conhecimento da entidade, a greve estará anunciada. Ele prometeu negociar com a categoria.

priscila.abrantes@diariosm.com.br
http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa/4,43,2715962,13518

Professores defendem plano de carreira e piso salarial
Os professores dos 15 municípios de abrangência do 18ª Núcleo do Cpers/Sindicato participam de uma assembleia regional na próxima terça-feira. O encontro acontece às 17 horas, no auditório da Faculdade Dom Alberto. Em pauta estará a defesa do plano de carreira e do piso salarial nacional. Na sexta-feira que vem, a categoria se reúne em assembleia geral, a partir das 13h30, no ginásio Gigantinho, em Porto Alegre.

O diretor do 18º Núcleo, Jânio Weber, ressalta que o aumento de R$ 950,00 para R$ 1,5 mil (40 horas/aula), proposto pelo governo do Estado, será um teto e não o básico. “Desconsidera a avaliação por merecimento e tempo de serviço. Congela praticamente o salário dos servidores”, avalia. Segundo ele, um dos itens do novo plano de carreira, que será encaminhado nos próximos dias e votado pela Assembleia Legislativa até o fim do ano, não estabelece critérios de reposição das perdas salariais.

Conforme Weber, a falta de diálogo com o Piratini é um sinal de alerta para uma forte mobilização dos professores. “Ou o governo senta para discutir com a categoria ou sofrerá as consequências”, ameaça. O diretor afirma ainda que os deputados da base aliada também são responsáveis por achar uma solução para debater o plano antes do envio ao Legislativo.

De acordo com Weber, há diretores e professores que “estão na escola por amor à camiseta”. A equipe da direção estadual do Cpers/Sindicato, presidida por Rejane de Oliveira, esteve reunida com o secretário de Educação, Ervino Deon, na tarde da última quarta-feira. Os representantes queriam ter acesso ao projeto de valorização do servidor público, mas não obtiveram sucesso. Deon afirmou que pretende apresentar as propostas ao sindicato numa próxima audiência, quando o documento estiver concluído.

Os dirigentes sindicais se mostraram contrários aos pontos do projeto já divulgados. Deixaram claro, por exemplo, que não aceitarão a implantação da meritocracia na educação pública. As secretarias estaduais da Fazenda e do Planejamento também estão envolvidas na discussão das propostas. O diretor do 18º Núcleo espera uma alternativa para que não haja prejuízos à comunidade escolar. “Poderemos até nem fechar o ano. Queremos alertar a sociedade que não é verdade isso que o governo está dizendo”, ressalta.

Roberto Patta
roberto@gazetadosul.com.br
http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&intIdConteudo=123163&intIdEdicao=1937